Leitura do dia 23/11.
Continuamos nossa caminhada através das páginas das Escrituras.
Na postagem anterior, lemos os últimos capítulos de Romanos. O respeito que devemos às autoridades. O amor, que cumpre todas as exigências da lei de Deus. A ordem para não julgarmos ninguém. Nossa vida deve ser para ajudar e edificar os outros, não a nós mesmos. Devemos fugir do falso evangelho.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/12/romanos-131-1627.html
Hoje, caminharemos através dos três primeiros capítulos da Primeira Carta de Paulo aos Coríntios.
Segundo a Bíblia de estudos e sermões de Charles Haddon Spurgeon, Nova Versão Transformadora, Publicações Pão Diário (usada com permissão), “Corinto era a principal cidade da Grécia. No tempo de Paulo possuía quatrocentos mil habitantes. Situada em um grande istmo, era o lugar onde o comércio do mundo passava. Seus habitantes vieram de vários lugares. A vida intelectual era colocada acima da vida moral, e a vida futura era negada, para que pudessem desfrutar a vida presente sem restrições”.
“A Igreja em Corinto foi fundada por Paulo em sua segunda viagem missionária (Atos 18.1-18). Corinto era uma das cidades mais perversas dos tempos antigos e a igreja estava cercada por costumes e práticas pagãs”.
“Paulo escreveu para corrigir erros de doutrina e prática”.
“Foi escrita em Éfeso, na primavera de 57 d.C.”.
Paulo escreve aos que estão em Corinto, que foram santificados por meio de Jesus Cristo. Somente esses têm condições de vencer num lugar tão encharcado com práticas pagãs.
Considera que a mensagem de Cristo se firmou neles. Esta igreja possui todos os dons espirituais e aguarda ansiosamente a volta do Senhor Jesus. Deus é o único que pode mantê-los firmes até o fim. Livres de culpa no dia do Senhor. Deus, que é fiel, os convidou a ter comunhão com Ele.
Não é maravilhoso o próprio Deus, o Todo-Poderoso nos convidar para termos intimidade com Ele?
Mas, a igreja está dividida. Uns dizem que seguem Paulo, outros Apolo, outros Pedro e outros Cristo. Esquecem que os apóstolos são apenas os semeadores, é Deus quem faz a semente crescer. Somente o Senhor pode transformar nossos corações, nossas mentes, nossas vidas. Nenhum homem deve ter esse poder. Precisamos ser dEle.
Paulo lembra que a mensagem da cruz é loucura para os que não creem. Mas é o poder de Deus para os que creem. Sem fé não conseguimos entender por que Deus nos amaria tanto a ponto de se tornar homem e morrer em nosso lugar (João 3.16). É completamente louco. Mas, pela fé, recebemos Seu perdão e somos preenchidos com Seu amor, tornando-nos gratos.
Os judeus querem sinais, os gentios buscam sabedoria, mas é somente pela fé que seremos salvos. É um dom de Deus. Ele transforma a sabedoria humana em loucura. Somente Cristo é o poder de Deus e Sua sabedoria.
Foi Ele quem tomou a iniciativa para sermos salvos. Não temos como nos orgulhar em Sua presença. Só podemos nos orgulhar no Senhor.
Paulo lembra aos irmãos em Corinto que não usou de palavras difíceis nem sabedoria humana para apresentar o plano de Deus, que era secreto e agora revelou-se. Esse “plano secreto” é o plano de salvação a todos que creem, de qualquer nacionalidade. Os judeus não conseguiam entender que Deus sempre desejou que todos fossem salvos, independente de pertencer a Israel ou não. Ele amou o mundo todo (João 3.16).
É maravilhoso saber que o homem que Deus usou para escrever quase todo o Novo Testamento não se firmou em argumentos persuasivos e astutos, não usou nenhuma técnica de oratória ou coaching. Ele se firmou e dependeu tão somente do poder do Espírito de Deus. Agiu assim para que, todos os que cressem, não se apoiassem em sabedoria humana, mas no poder de Deus. Sigamos seu exemplo.
A sabedoria humana não é capaz de conhecer os pensamentos de Deus. Apenas Seu Espírito a conhece, assim como nosso espírito conhece nossos pensamentos.
Somente quem é espiritual consegue avaliar corretamente o que o Espírito diz. Ao homem natural, o espiritual é loucura. Mas nós, os que cremos, temos a mente de Cristo. Por isso, por Ele, e não por nós mesmos, andamos no Espírito e entendemos Seus pensamentos. E, quando não entendemos, cremos que Ele sabe o que é melhor. Nossa vida é baseada na fé. Assim como nossa salvação.
Paulo mais uma vez fala que Apolo e ele são apenas as pessoas através das quais creram no Evangelho. O importante é Deus, que dá o crescimento à semente que eles plantaram.
Como um construtor competente, Paulo lançou o único alicerce sobre o qual nossas vidas devem estar, Jesus Cristo, a Pedra Angular, nossa Rocha.
Depois do alicerce os construtores podem usar qualquer tipo de material como ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno ou palha. É certo que toda essa construção será provada com fogo. Somente o que passar pelo fogo permanecerá. Quem construir com material inflamável não receberá sua recompensa. Se estiver em Cristo, será salvo, mas sem recompensa. Cuidemos para somente construir com ouro, que aguenta as maiores temperaturas e torna-se puro.
Parece que Paulo está escrevendo para nós. Vivemos um tempo em que a sabedoria humana tem sido altamente valorizada, assim como técnicas de persuasão e convencimento. Ele nos alerta a não sermos enganados por ninguém. Se algum de nós acredita ser sábio conforme os padrões desta era, deve tornar-se louco a fim de ser verdadeiramente sábio. Só existe sabedoria verdadeira em Deus. A sabedoria deste mundo é loucura para Deus. Ele não a considera.
Paulo vai além. Nos instrui a não nos orgulharmos de seguirmos líderes humanos. Somos de Cristo. Ele é nosso líder.
Que estejamos atentos. Se alguém nos ensinar qualquer coisa diferente do que as Escrituras, que não sejam considerados (Gálatas 1.8).
Que sejamos como os bereanos e tudo que nos for ensinado seja confrontado com a Palavra de Deus, a fim de sabermos se é ou não verdade (Atos 17.11).
Sigamos apenas a verdade. Desejemos apenas a sabedoria que vem de Seu Espírito.
Estejamos, como Paulo, firmados no poder do Espírito. Não em nosso próprio poder. Sem Ele, não somos nada.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
Espero você. Até lá.
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sábado, 7 de dezembro de 2019
sábado, 23 de novembro de 2019
Atos 15.1-41
Leitura do dia 13/11.
Na postagem anterior vimos Paulo e Barnabé em Icônio, em Listra e Derbe. São considerados deuses. São apedrejados. Não param de levar as boas-novas por todas as cidades onde passam. Até que voltam para Antioquia da Síria, onde contam, com alegria, como foram usados pelo Senhor e como a porta se abriu para que os gentios sejam alcançados.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/atos-141-28.html
Agora, caminharemos através do capítulo quinze de Atos.
Chegaram a Antioquia alguns homens da Judeia. Ensinavam aos irmãos que deveriam ser circuncidados, conforme a lei de Moisés, para serem salvos. Paulo e Barnabé discordaram e discutiam com eles energicamente.
A igreja em Antioquia resolve enviar representantes à Jerusalém para alinhamento. Paulo e Barnabé estavam entre eles.
No caminho, passam na Fenícia e Samaria. Visitam os irmãos. Contam-lhes que os gentios também estavam sendo convertidos. Todos ficaram muito alegres.
Quando chegam a Jerusalém são bem recebidos. Relatam o que o Senhor fizera por meio deles.
Alguns discípulos que eram fariseus levantam-se e dizem que os gentios convertidos devem ser circuncidados e devem guardar a lei de Moisés.
Os apóstolos e presbíteros reúnem-se para decidir a questão. Pedro (meu querido) levanta-se. Fala que há muito tempo o Senhor o escolhera para falar as boas-novas aos gentios. Ele, o Senhor, conhece todos os corações. Confirma que aceita os gentios ao lhes dar o Espírito Santo como fizera a eles. Seus corações foram purificados pela fé.
Por que provocar o Senhor, sobrecarregando os gentios com um jugo que nem eles nem seus antepassados conseguiam suportar?
Afirma que todos creem que tanto eles como os gentios são salvos da mesma forma, pela graça do Senhor Jesus (Efésios 2.8).
Todos ficaram em silêncio enquanto Barnabé e Paulo contam os sinais e maravilhas que o Senhor realizara entre os gentios.
Quando terminam, Tiago, irmão do Senhor, levanta-se e toma a palavra. Confirma o que Pedro falara. Citou Amós 9.11,12, dizendo que tudo está em pleno acordo com o que os profetas escreveram. Não deviam criar dificuldades para que os gentios se convertessem ao Senhor. Deveriam escrever-lhes para se abster de comer alimentos oferecidos a ídolos, da imoralidade sexual, da carne de animais estrangulados e do sangue.
Então, escolheram representantes de Jerusalém que foram enviados a Antioquia da Síria, junto com Paulo e Barnabé, para informa-los da decisão. Levaram uma carta para ser lida, onde diziam sobre tal decisão.
Os representantes partiram de imediato. Quando reuniram a igreja em Antioquia, houve grande alegria entre a igreja naquele dia. Despediram os representantes em paz.
Silas, um dos representantes ficou em Antioquia. Paulo e Barnabé também. Eles e muitos outros ensinavam e pregavam a Palavra do Senhor naquela cidade.
Nesta época Paulo chamou Barnabé para voltar às cidades onde pregaram, para visitar os irmãos e verem como estavam.
Barnabé quis levar João Marcos. Paulo não quis. Ele os deixara na Panfilia, não prosseguindo naquela missão. Tiveram um desentendimento tão grande que Barnabé foi para um lado com João Marcos e Paulo para outro, com Silas.
Os irmãos os entregaram ao cuidado do Senhor. Viajaram por toda a Síria e Cilícia, fortalecendo as igrejas por aonde iam.
Que nos interessemos pelo povo do Senhor como esses homens se interessavam. E não permitamos que nenhum desentendimento nos impeça de abençoar pessoas.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito de Atos.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos Paulo e Barnabé em Icônio, em Listra e Derbe. São considerados deuses. São apedrejados. Não param de levar as boas-novas por todas as cidades onde passam. Até que voltam para Antioquia da Síria, onde contam, com alegria, como foram usados pelo Senhor e como a porta se abriu para que os gentios sejam alcançados.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/atos-141-28.html
Agora, caminharemos através do capítulo quinze de Atos.
Chegaram a Antioquia alguns homens da Judeia. Ensinavam aos irmãos que deveriam ser circuncidados, conforme a lei de Moisés, para serem salvos. Paulo e Barnabé discordaram e discutiam com eles energicamente.
A igreja em Antioquia resolve enviar representantes à Jerusalém para alinhamento. Paulo e Barnabé estavam entre eles.
No caminho, passam na Fenícia e Samaria. Visitam os irmãos. Contam-lhes que os gentios também estavam sendo convertidos. Todos ficaram muito alegres.
Quando chegam a Jerusalém são bem recebidos. Relatam o que o Senhor fizera por meio deles.
Alguns discípulos que eram fariseus levantam-se e dizem que os gentios convertidos devem ser circuncidados e devem guardar a lei de Moisés.
Os apóstolos e presbíteros reúnem-se para decidir a questão. Pedro (meu querido) levanta-se. Fala que há muito tempo o Senhor o escolhera para falar as boas-novas aos gentios. Ele, o Senhor, conhece todos os corações. Confirma que aceita os gentios ao lhes dar o Espírito Santo como fizera a eles. Seus corações foram purificados pela fé.
Por que provocar o Senhor, sobrecarregando os gentios com um jugo que nem eles nem seus antepassados conseguiam suportar?
Afirma que todos creem que tanto eles como os gentios são salvos da mesma forma, pela graça do Senhor Jesus (Efésios 2.8).
Todos ficaram em silêncio enquanto Barnabé e Paulo contam os sinais e maravilhas que o Senhor realizara entre os gentios.
Quando terminam, Tiago, irmão do Senhor, levanta-se e toma a palavra. Confirma o que Pedro falara. Citou Amós 9.11,12, dizendo que tudo está em pleno acordo com o que os profetas escreveram. Não deviam criar dificuldades para que os gentios se convertessem ao Senhor. Deveriam escrever-lhes para se abster de comer alimentos oferecidos a ídolos, da imoralidade sexual, da carne de animais estrangulados e do sangue.
Então, escolheram representantes de Jerusalém que foram enviados a Antioquia da Síria, junto com Paulo e Barnabé, para informa-los da decisão. Levaram uma carta para ser lida, onde diziam sobre tal decisão.
Os representantes partiram de imediato. Quando reuniram a igreja em Antioquia, houve grande alegria entre a igreja naquele dia. Despediram os representantes em paz.
Silas, um dos representantes ficou em Antioquia. Paulo e Barnabé também. Eles e muitos outros ensinavam e pregavam a Palavra do Senhor naquela cidade.
Nesta época Paulo chamou Barnabé para voltar às cidades onde pregaram, para visitar os irmãos e verem como estavam.
Barnabé quis levar João Marcos. Paulo não quis. Ele os deixara na Panfilia, não prosseguindo naquela missão. Tiveram um desentendimento tão grande que Barnabé foi para um lado com João Marcos e Paulo para outro, com Silas.
Os irmãos os entregaram ao cuidado do Senhor. Viajaram por toda a Síria e Cilícia, fortalecendo as igrejas por aonde iam.
Que nos interessemos pelo povo do Senhor como esses homens se interessavam. E não permitamos que nenhum desentendimento nos impeça de abençoar pessoas.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito de Atos.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 15 de novembro de 2019
João 1.43-51
Leitura do dia 02/11.
Na postagem anterior vimos João Batista apontar Jesus para dois de seus discípulos. Eles deixam João e O seguem.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-135-42.html
Agora, caminhamos a partir do versículo quarenta e três. Até o cinquenta e um. Do capítulo um do livro de João.
No dia seguinte, Jesus decidiu partir para a Galileia.
Encontrou Filipe e disse-lhe: “Siga-me”
Filipe, assim como André e Pedro, eram de Betsaida.
Filipe encontrou Natanael, e assim como João e André, não se conteve. Disse a Natanael que acharam Aquele sobre quem Moisés escreveu na Lei, e a respeito de quem os profetas também escreveram, Jesus de Nazaré, filho de José.
Quando Natanael ouviu Nazaré se espantou. Perguntou a Filipe se alguma coisa boa podia vir de lá. Filipe simplesmente respondeu: “Venha e veja’. Sabia que se Natanael O visse, saberia quem Ele era. Diria como João “eu vi e testifico que Ele é o filho de Deus”.
Jesus viu Natanael se aproximar e deu testemunho dele. Isso é fantástico. Ah, é uma de minhas cenas preferidas. Meu coração dispara. Estou vendo a cena toda. Acompanhe comigo.
Jesus encontra Filipe. E o chama. Não foi ele quem foi atrás de Jesus como André. O Senhor o chamou. Ele O seguiu. Então vai atrás de Natanael e testifica dEle, dizendo: “Nós O achamos!”.
Natanael não crê quando Filipe menciona que Jesus é de Nazaré. Sabemos que nasceu em Belém, foi criado em Nazaré. Mas ali, naquela hora, Natanael não tem essa informação.
Mesmo assim, Natanael segue Filipe. Curiosidade? Ou conhecia Filipe o suficiente para saber que poderia ir e "ver"?
Quando se aproxima de Jesus, antes que pronunciasse qualquer palavra, o Senhor toma a iniciativa e testifica de Natanael dizendo que ele era um verdadeiro israelita, em quem não havia falsidade. Uau, que testemunho!
Natanael pergunta a Jesus de onde o conhece. Como alguém chega e fala isso de você? Tem que conhecer você!
A resposta de Jesus faz meu coração, já acelerado, acelerar mais. Quase salta pela boca. Ele diz que o viu quando estava debaixo da figueira, antes de Filipe o chamar.
Aquilo é demais para Natanael. Ele o viu? Como assim?
Natanael no mesmo instante declarou: “Mestre, Tu és o Filho de Deus, Tu és o Rei de Israel!”.
Consegue imaginar a presença cheia de graça, autoridade e verdade de Jesus?
Jesus responde a Natanael: “Você crê porque Eu disse que o vi debaixo da figueira. Você verá coisas maiores do que esta”. É como se dissesse: “Você creu só por isso? Isso não é nada! Espere para ver o que vem pela frente”.
Ainda acrescenta: “Digo-lhes a verdade: Vocês verão o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem”.
A presença de Jesus, Suas atitudes e Suas falas me deixam maravilhada. E quanto a você?
Antes de nascermos Ele nos conhecia. Sabia quem éramos. Eu O achei. Na verdade devo dizer que Ele me encontrou. Preciso dizer: "Venha e veja! Ele é o Pão que sacia nossa fome".
Aqueles homens passaram a seguir a Jesus. Como não segui-Lo? Como não amá-Lo? Quando temos a verdadeira revelação de quem Jesus é, torna-se impossível não segui-Lo.
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior vimos João Batista apontar Jesus para dois de seus discípulos. Eles deixam João e O seguem.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-135-42.html
Agora, caminhamos a partir do versículo quarenta e três. Até o cinquenta e um. Do capítulo um do livro de João.
No dia seguinte, Jesus decidiu partir para a Galileia.
Encontrou Filipe e disse-lhe: “Siga-me”
Filipe, assim como André e Pedro, eram de Betsaida.
Filipe encontrou Natanael, e assim como João e André, não se conteve. Disse a Natanael que acharam Aquele sobre quem Moisés escreveu na Lei, e a respeito de quem os profetas também escreveram, Jesus de Nazaré, filho de José.
Quando Natanael ouviu Nazaré se espantou. Perguntou a Filipe se alguma coisa boa podia vir de lá. Filipe simplesmente respondeu: “Venha e veja’. Sabia que se Natanael O visse, saberia quem Ele era. Diria como João “eu vi e testifico que Ele é o filho de Deus”.
Jesus viu Natanael se aproximar e deu testemunho dele. Isso é fantástico. Ah, é uma de minhas cenas preferidas. Meu coração dispara. Estou vendo a cena toda. Acompanhe comigo.
Jesus encontra Filipe. E o chama. Não foi ele quem foi atrás de Jesus como André. O Senhor o chamou. Ele O seguiu. Então vai atrás de Natanael e testifica dEle, dizendo: “Nós O achamos!”.
Natanael não crê quando Filipe menciona que Jesus é de Nazaré. Sabemos que nasceu em Belém, foi criado em Nazaré. Mas ali, naquela hora, Natanael não tem essa informação.
Mesmo assim, Natanael segue Filipe. Curiosidade? Ou conhecia Filipe o suficiente para saber que poderia ir e "ver"?
Quando se aproxima de Jesus, antes que pronunciasse qualquer palavra, o Senhor toma a iniciativa e testifica de Natanael dizendo que ele era um verdadeiro israelita, em quem não havia falsidade. Uau, que testemunho!
Natanael pergunta a Jesus de onde o conhece. Como alguém chega e fala isso de você? Tem que conhecer você!
A resposta de Jesus faz meu coração, já acelerado, acelerar mais. Quase salta pela boca. Ele diz que o viu quando estava debaixo da figueira, antes de Filipe o chamar.
Aquilo é demais para Natanael. Ele o viu? Como assim?
Natanael no mesmo instante declarou: “Mestre, Tu és o Filho de Deus, Tu és o Rei de Israel!”.
Consegue imaginar a presença cheia de graça, autoridade e verdade de Jesus?
Jesus responde a Natanael: “Você crê porque Eu disse que o vi debaixo da figueira. Você verá coisas maiores do que esta”. É como se dissesse: “Você creu só por isso? Isso não é nada! Espere para ver o que vem pela frente”.
Ainda acrescenta: “Digo-lhes a verdade: Vocês verão o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem”.
A presença de Jesus, Suas atitudes e Suas falas me deixam maravilhada. E quanto a você?
Antes de nascermos Ele nos conhecia. Sabia quem éramos. Eu O achei. Na verdade devo dizer que Ele me encontrou. Preciso dizer: "Venha e veja! Ele é o Pão que sacia nossa fome".
Aqueles homens passaram a seguir a Jesus. Como não segui-Lo? Como não amá-Lo? Quando temos a verdadeira revelação de quem Jesus é, torna-se impossível não segui-Lo.
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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Nós O encontramos,
Pedro,
rei de Israel,
Siga-me
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Mateus 17.1-27
Leitura do dia 16/10.
Na postagem anterior, vimos os religiosos pedirem um sinal. O Senhor fala do fermento dos fariseus. Pedro tem a revelação de quem é Jesus. E Ele prediz Seu sacrifício.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-161-28.html
Agora, entramos no capítulo dezessete de Mateus.
Seis dias depois de Jesus ter afirmado que alguns dos discípulos não morreriam sem O verem em Seu Reino, Ele foi juntamente com Pedro, Tiago e João a um monte alto.
Ali, O viram transfigurado diante deles. Uma “amostra” dEle em Seu Reino. Sua face brilhava como o sol e Suas roupas se tornaram brancas como a luz, resplandecentes. E, para completar o magnífico quadro, Moisés e Elias apareceram diante deles, conversando com Jesus.
Posso imaginar a cena. Se estivesse ali, com certeza estaria de joelhos, tremendo diante de tal imagem, mas Pedro, sempre Pedro, o corajoso e arrebatador Pedro (claro que o amo), disse a Jesus que era bom estarem ali. Lógico que era, presenciar Jesus daquela maneira e ainda ver Moisés e Elias, os representantes da Lei e dos Profetas!
E Pedro, em sua coragem, continuou e disse que se o Senhor quisesse, faria três tendas, uma para cada um. Queria ficar ali, por um bom tempo. Era um privilégio muito grande presenciar aquilo.
Mas enquanto Pedro ainda falava, uma nuvem também resplandecente os envolveu e dessa nuvem uma voz disse: “Este é o meu Filho amado, que me dá muita alegria. Ouçam-No”!
Ao ouvirem, os discípulos prostraram-se com o rosto em terra e ficaram aterrorizados. A voz devia ser simplesmente fantástica. Eles viram o Senhor transfigurado, viram Moisés e Elias e Pedro até teve a coragem de conversar com Jesus naquele momento, mas quando ouviram aquela voz, prostraram-se com o rosto em terra. E ficaram aterrorizados.
A essa altura, já me desmanchei. Estou completamente derretida diante de tal majestade.
Leia os versículos abaixo, pare um pouquinho e tente ouvir Sua majestosa voz.
“A voz do Senhor ecoa sobre o mar, o Deus da glória troveja; sobre o imenso mar, o Senhor fala. A voz do Senhor é poderosa, a voz do Senhor é majestosa. A voz do Senhor quebra os grandes cedros,” – Salmos 29.3-5a
“A voz do Senhor risca o céu com relâmpagos. A voz do Senhor sacode o deserto, o Senhor faz tremer o deserto de Cades. A voz do Senhor torce os fortes carvalhos e arranca as folhas dos bosques;” – Salmos 29.7-9a
Como não ficar aterrorizado diante de tal poder? Como não obedecer tal voz?
O Todo-Poderoso, Criador dos céus e da terra, falou. E em Sua fala apontou para a identidade do Senhor Jesus e deu uma única ordem: “Ouçam-No”!
O foco não era Moisés, nem Elias, homens de Deus, mas era Jesus, o Filho amado do Pai. É a Ele que devemos ouvir, Ele é o nosso foco!
Não estou dizendo que não devemos ouvir Moisés ou Elias. Eles apontam para Jesus. Mas é Jesus quem devemos ouvir. Tudo é por Ele e para Ele (Romanos 11.36).
Quando os discípulos ainda estavam ali, aterrorizados, com a boca na terra e eu, com certeza, desmanchada e derretida, Jesus os tocou e disse: “Levantem-se! Não tenham medo!”
Antes de se levantarem, ergueram os olhos. Claro, suas pernas deviam estar como gelatinas. Ao olharem, não viram mais ninguém, a não ser Jesus. Jesus, onde nossos olhos devem estar fixos. Jesus, nosso Guia e Rei, Jesus, a quem devemos ouvir.
Quantas vozes temos ouvido, quantas pessoas temos visto nos dias de hoje! Um fala uma coisa, outro fala outra. E muitos estão como uma bola de tênis, de um lado para outro, outros estão pior do que “cego em tiroteio”, sim, pior, porque o cego consegue discernir de onde vem o barulho do tiroteio, e muitas pessoas estão sem conseguir discernir absolutamente nada.
Como ter discernimento nestes dias? Seguindo o conselho do Todo-Poderoso, e ouvindo o Senhor Jesus, Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida. Somente Ele nos leva ao Pai (João 14.6). Sua Palavra está à nossa disposição, repleta de ensinos sobre Ele.
Depois que suas pernas voltaram ao normal (as minhas levariam muito tempo), eles desceram do monte. No caminho, Jesus lhes disse que não contassem a ninguém o que havia acontecido ali, até que tivesse ressuscitado dos mortos.
Os discípulos perguntaram ao Senhor sobre Elias, pois os mestres da lei diziam que Elias deveria vir primeiro, ou seja, antes do Messias. Jesus respondeu que Elias haveria de vir e restaurar todas as coisas. Mas, Elias já viera. Não o reconheceram, fizeram com ele tudo que quiseram. Da mesma forma o Filho do homem seria maltratado. Entenderam que Jesus estava falando de João Batista, "o Elias" que O precedeu.
Como é importante reconhecermos aqueles que o Senhor nos envia!
Estamos vivendo tempos nunca vividos na história. O Senhor está levantando "Joãos Batistas" nos quatro cantos da terra, antes que Ele volte. Aprendamos a reconhecê-los. Se olharmos para Jesus, com certeza os reconheceremos. Eles sempre apontam para Ele. São apenas a voz. Querem diminuir, enquanto Ele cresce.
Não sei você, eu fico impactada com essa cena. Como gostaria de estar lá. Com certeza me colocaria à disposição de Pedro para ajudá-lo a construir aquelas três tendas. Mas então, vejo o Senhor olhando para mim. Sei que é somente para Ele que preciso olhar. Sei que é Ele quem preciso ouvir. Não posso ficar o tempo todo no monte. Tenho que descer. Há coisas a fazer no dia a dia. Preciso testemunhar o que fez por mim. Preciso dizer quem Ele é.
É assim que funciona: Olhamos para Ele, sabemos Sua identidade, Ouvimos o Senhor e O transmitimos aos outros, através de palavras, gestos e ações. Não tem outra maneira de vivermos.
As tendas terão que esperar. É hora de descer e acompanhar ao Senhor, onde quer que Ele vá, negando-nos a nós mesmos e tomando nossa Cruz. Façamos isso, então.
Quando Jesus e os três discípulos mais chegados a Ele (Pedro, Tiago e João), desceram do monte, foram onde estava a multidão reunida. Os outros discípulos ali estavam.
Um homem aproximou-se de Jesus, ajoelhou-se diante dEle e pediu que tivesse misericórdia de seu filho. Ele tinha ataques e sofria muito. Várias vezes caía no fogo ou na água, machucando-se e correndo risco de vida. Explicou que o trouxe aos discípulos que ali estavam, mas não puderam curá-lo.
O Senhor Jesus os repreendeu, chamando-os de geração incrédula e perversa e ainda perguntou: “Até quando terei que suportá-los?”
Será que o Senhor Jesus estava de mau humor? Por que Ele foi tão duro?
Antes de mais nada, Ele fez o que, no momento, era o mais necessário. Mandou que trouxessem o menino até Ele. Repreendeu o demônio e o menino ficou curado. O Senhor se importava com o bem estar e a vida daquele menino. Ele sempre se importa.
Antes que falasse mais alguma coisa, Seus discípulos chegaram até Ele, em particular (medo de Seu humor?), e O questionaram por não terem conseguido expulsar aquele demônio.
A resposta de Jesus esclarece tudo. A fé era pequena. Ele lhes assegurou, veja bem, assegurou, que se tivessem fé do tamanho de um grão de mostarda, poderiam dizer a um monte que trocasse de lugar, e o monte obedeceria na mesma hora, e iria para o lugar que fosse mandado. Nada seria impossível para eles.
Prosseguiu dizendo que “essa espécie só sai pela oração e pelo jejum”.
Vamos parar um pouquinho aqui e pensar. Não temos pressa para prosseguir.
Você já viu um grão de mostarda? É muito pequeno. Talvez um grão de arroz seja o tamanho de três grãos de mostarda. Que tamanho é nossa fé? Não sei a sua. A minha com certeza não é do tamanho ínfimo de um grão de mostarda. É menor. Não tenho fé para dizer a um monte literalmente que troque de lugar. Mas, ainda que minha fé seja tão pequena, tenho fé para “mover” alguns montes que têm aparecido em minha vida. Infelizmente, não todos. Ainda. Mas prossigo para o alvo, que é Jesus.
O Senhor Jesus disse que se tivéssemos fé, do tamanho desse grão de mostarda, nada seria impossível para nós. Nada. Ah, que o Senhor aumente nossa fé!
Com Sua resposta podemos perceber porque o Senhor foi tão duro. Não estava de mau humor. Tinha domínio próprio, era manso (força sob controle). Estava indignado. Indignado porque ninguém pode chegar-se ao Senhor se não tiver fé. Ninguém. Estava irado. Sua ira é sempre justa. Não carrega ódio. Só justiça.
“Sem fé é impossível agradar a Deus. Quem deseja se aproximar de Deus deve crer que Ele existe e que recompensa aqueles que O buscam.” – Hebreus 11.6
Em Romanos 1.17 está escrito: “As boas novas revelam como opera a justiça de Deus, que, do começo ao fim, é algo que se dá pela fé. Como dizem as Escrituras: “O justo viverá pela fé”.
A justiça de Deus, revelada no Evangelho, é do princípio ao fim pela fé. Do princípio ao fim. Falta de fé é muito sério. Sem ela, é impossível agradarmos ao Senhor. Ele deixou isso claro quando perguntou: “Até quando terei que suportá-los”?
Temos nos achegado a Ele com fé? Ainda que seja uma fé pequena? Sem ela, não temos como nos achegar. Em Hebreus, como lemos acima, fala que é “indispensável”.
Que o Senhor nos dê fé. Ah, Ele, nosso maravilho Senhor, nos fala como obter esse tipo de fé, que aprende a crer nEle. Oração e jejum. Seja lá que espécie de problema, dificuldade, doença ou demônio tivermos que enfrentar, precisamos obter fé. Através de oração e jejum.
“Gastando” tempo com Ele, aprenderemos mais sobre Seu caráter, sobre Sua identidade e nossa fé nEle aumenta. Aprendemos a ver com olhos que enxergam e a ouvir com ouvidos que ouvem. Aprendemos sobre Seu caráter. E cremos nEle.
O jejum, feito corretamente, nos aproxima dEle. Lembre-se, o jejum é para nós, não para O convencermos de algo.
Desejamos ter fé? Desejamos que nossa fé aumente? Oração e jejum. Somente. A palavra que Ele usou foi: somente.
Estou meio boquiaberta, mas Ele foi categórico. Olho para Ele. Percebo que não é mau humor. É ira santa. Indignação. Pura e santa. Justa.
Após essa lição, o Senhor, reuniu-se com Seus discípulos na Galileia. Disse-lhes que seria entregue nas mãos dos homens, que O matariam. Mas ao terceiro dia (aleluia), ressuscitaria.
Os discípulos, ao invés de se alegrarem porque assim as palavras dos profetas se cumpririam, e a nossa redenção estaria completa, ficaram cheios de tristeza. Não conseguiam ainda “crer” e absorver a ideia da ressurreição. Ainda não conseguiam entender o papel do Senhor Jesus.
Olho para eles. Será que eu, naquela situação, entenderia? Mais uma vez clamo por fé. Para mim. Para você.Junte-se a mim.
Prosseguimos através do capítulo dezessete.
Encontramos Pedro, em Cafarnaum, cidade onde morava, sendo abordado pelos coletores de impostos do templo.
Havia dois tipos de impostos (bem menos que hoje, bem menos que aqui).
Um imposto, do qual Mateus, que escreveu o livro que estamos caminhando, era coletor. Eram impostos para os romanos. Esses coletores eram odiados pelos judeus. Como dominantes de toda aquela região, os romanos cobravam impostos, para administração e melhorias e, como hoje, muitas vezes não eram utilizados para tal. E quando eram, seus beneficiários deveriam obedecer os que realizaram as melhorias.
O outro imposto, orientado por Deus a Moisés, quando da entrega da Lei (Êxodo 30.13), servia para manutenção do templo. Anualmente, era recolhido de todos os homens, a partir de vinte anos de idade. Duas dracmas, o equivalente a meio shekel. O valor do salário de aproximadamente dois dias de trabalho. O shekel ainda é usado em Israel, como moeda nacional.
Pois bem, o que responder à pergunta, “à queima roupa”, desses coletores? Queriam saber se Jesus pagava o imposto do templo. Curiosidade? Duvido. Queriam arrumar mais uma desculpa para acusá-Lo de estar fazendo algo contra a lei, já que todos os homens acima de vinte anos deveriam pagar tal imposto.
Pedro, conhecendo Jesus, sabendo que cumpria toda a lei, respondeu imediatamente: “Sim, paga”.
Não sei quais pensamentos estavam em sua cabeça. Acredito que não dispunha do dinheiro ali, na hora, caso contrário, teria pago. Com certeza foi pelo caminho pensando em como abordar Jesus. Talvez preocupado. Não pescava mais como antigamente. Agora seguia o Senhor por onde quer que fosse. O tempo todo.
Ah, amo essa cena. Preste atenção. Olhe só o que irá acontecer.
Estamos em casa com Jesus. Pedro chega preocupado, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, Jesus fala primeiro. E olha que estamos falando de Pedro, o falador. Consegue perceber o amor e o cuidado do Senhor aqui, num simples caso de imposto do templo?
Ele pergunta: “O que você acha Pedro?” Jesus gosta de perguntas. Está sempre fazendo perguntas. Até responde uma pergunta com outra. Sempre nos fazendo pensar. Seu desejo não é, nunca foi, sermos robotizados, pessoas que seguem algo cegamente, sem saber para aonde ir. Como cegos guiando outros cegos, conforme Mateus 15.14. Ele deseja de nós que O amemos de todo nosso coração, de toda nossa alma e de todo nosso entendimento (Mateus 22.37). Andar por fé não significa ignorância. Posso não saber para onde estou indo, como Abraão, mas sei a quem estou obedecendo (Gênesis 12.1). À medida que obedecemos, Ele nos revela um pouco mais. Faz-nos perguntas. Nós fazemos também. E Ele bondosamente nos responde, ao Seu tempo.
Pedro começa a pensar, não sabia sobre o que o Senhor estava falando. Ainda. O Senhor costuma fazer essa pergunta para nós. “O que você acha Symone?” Algumas vezes conseguimos responder. Outras não. Então, Ele mesmo vem em nosso auxílio e responde. E quando responde, tudo fica claro. Entendemos Sua pergunta. Entendemos Sua resposta. Concordamos com Ele. E, importante, O obedecemos.
Sempre que pergunta “O que você acha?”, explica exatamente do que está falando. E continua: “De quem os reis da terra cobram tributos e impostos: de seus próprios filhos ou dos outros”?
Agora ficou fácil para responder. Consegue imaginar um rei cobrando imposto dos príncipes e das princesas, seus filhos, que moravam com ele, dentro de seu fabuloso castelo? Nem Pedro, que respondeu ao Senhor: “Dos outros”.
Jesus conclui: “Então os filhos estão isentos.” Isso é claro como água. Continua: “Mas para não escandalizá-los...” Ah, o Senhor sabe o que está fazendo. Sempre. Se sabia que haviam interrogado Pedro, sabia também qual fora sua resposta. Conhecendo o caráter de Jesus, estava certo de que pagaria o imposto. Consegue enxergar que a resposta de Pedro iria mover Jesus a agir de alguma maneira?
Estamos ali, observando aquela cena. Concordando com tudo. É tão simples e claro!
Para nossa surpresa (como sempre, estou boquiaberta), Jesus fala para Pedro ir ao mar, jogar o anzol, tirar o primeiro peixe e abrir-lhe a boca. Encontraria uma moeda. Uma moeda de quatro dracmas.
Meu queixo cai. Como assim?
Ah, uma moeda de quatro dracmas dava para pagar o imposto de duas pessoas. Jesus ordena que Pedro, após pescar, pague o imposto dos dois, “o meu imposto e o seu”.
Não é lindo?
Jesus, o Supridor-Mor, dá uma ordem específica a Pedro. O texto não entra em detalhes, mas é claro que Pedro na mesma hora obedeceu. Imagine ouvir o que ouviu e não sair correndo? Corro atrás dele. Essa eu preciso ver.
Está aqui escrito, aconteceu. Pedro foi, lançou o anzol ao mar. Coração acelerado. Olha para o peixe. Boca fechada. “Vou encontrar uma moeda na boca desse peixe? E ainda por cima, de duas dracmas?” Mas foi o que aconteceu. Abriu a boca do peixe. Havia ali uma moeda de duas dracmas, como o Senhor falou. Ele nunca mente. Pedro foi e pagou o imposto dos dois.
Jesus quando ordenou aquela pesca, pagou o imposto dEle e de Pedro. Importou-se em obedecer a lei do templo. Pagou Seu imposto. Supriu a necessidade de Pedro. Com uma moeda de quatro dracmas, encontrada na boca de um peixe. Impossível? Ele não dá valor algum a essa palavra (Mateus 19.26).
E Pedro? Não sentiu-se constrangido. Obedeceu o Senhor. Pagou o imposto dos dois. Não argumentou “Senhor, vou trabalhar dois dias para pagar o meu, certo?” Não. Nada disso. Aceitou o oferecimento do Senhor.
Quanto podemos aprender desse simples texto! Perguntas. Respostas. Suprimento. Impossibilidades acontecendo.
Para o Senhor não há limites. Precisamos aprender a ouvi-Lo, a responder Suas perguntas e obedecer.
Esse peixe ainda deve ter sido assado e comido por eles. Nada de desperdício. Lembra das duas multiplicações de pães e peixes? Os cestos que sobraram foram recolhidos.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html?m=1
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Quase posso sentir o cheiro desse peixe assando. Que delícia!
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos os religiosos pedirem um sinal. O Senhor fala do fermento dos fariseus. Pedro tem a revelação de quem é Jesus. E Ele prediz Seu sacrifício.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-161-28.html
Agora, entramos no capítulo dezessete de Mateus.
Seis dias depois de Jesus ter afirmado que alguns dos discípulos não morreriam sem O verem em Seu Reino, Ele foi juntamente com Pedro, Tiago e João a um monte alto.
Ali, O viram transfigurado diante deles. Uma “amostra” dEle em Seu Reino. Sua face brilhava como o sol e Suas roupas se tornaram brancas como a luz, resplandecentes. E, para completar o magnífico quadro, Moisés e Elias apareceram diante deles, conversando com Jesus.
Posso imaginar a cena. Se estivesse ali, com certeza estaria de joelhos, tremendo diante de tal imagem, mas Pedro, sempre Pedro, o corajoso e arrebatador Pedro (claro que o amo), disse a Jesus que era bom estarem ali. Lógico que era, presenciar Jesus daquela maneira e ainda ver Moisés e Elias, os representantes da Lei e dos Profetas!
E Pedro, em sua coragem, continuou e disse que se o Senhor quisesse, faria três tendas, uma para cada um. Queria ficar ali, por um bom tempo. Era um privilégio muito grande presenciar aquilo.
Mas enquanto Pedro ainda falava, uma nuvem também resplandecente os envolveu e dessa nuvem uma voz disse: “Este é o meu Filho amado, que me dá muita alegria. Ouçam-No”!
Ao ouvirem, os discípulos prostraram-se com o rosto em terra e ficaram aterrorizados. A voz devia ser simplesmente fantástica. Eles viram o Senhor transfigurado, viram Moisés e Elias e Pedro até teve a coragem de conversar com Jesus naquele momento, mas quando ouviram aquela voz, prostraram-se com o rosto em terra. E ficaram aterrorizados.
A essa altura, já me desmanchei. Estou completamente derretida diante de tal majestade.
Leia os versículos abaixo, pare um pouquinho e tente ouvir Sua majestosa voz.
“A voz do Senhor ecoa sobre o mar, o Deus da glória troveja; sobre o imenso mar, o Senhor fala. A voz do Senhor é poderosa, a voz do Senhor é majestosa. A voz do Senhor quebra os grandes cedros,” – Salmos 29.3-5a
“A voz do Senhor risca o céu com relâmpagos. A voz do Senhor sacode o deserto, o Senhor faz tremer o deserto de Cades. A voz do Senhor torce os fortes carvalhos e arranca as folhas dos bosques;” – Salmos 29.7-9a
Como não ficar aterrorizado diante de tal poder? Como não obedecer tal voz?
O Todo-Poderoso, Criador dos céus e da terra, falou. E em Sua fala apontou para a identidade do Senhor Jesus e deu uma única ordem: “Ouçam-No”!
O foco não era Moisés, nem Elias, homens de Deus, mas era Jesus, o Filho amado do Pai. É a Ele que devemos ouvir, Ele é o nosso foco!
Não estou dizendo que não devemos ouvir Moisés ou Elias. Eles apontam para Jesus. Mas é Jesus quem devemos ouvir. Tudo é por Ele e para Ele (Romanos 11.36).
Quando os discípulos ainda estavam ali, aterrorizados, com a boca na terra e eu, com certeza, desmanchada e derretida, Jesus os tocou e disse: “Levantem-se! Não tenham medo!”
Antes de se levantarem, ergueram os olhos. Claro, suas pernas deviam estar como gelatinas. Ao olharem, não viram mais ninguém, a não ser Jesus. Jesus, onde nossos olhos devem estar fixos. Jesus, nosso Guia e Rei, Jesus, a quem devemos ouvir.
Quantas vozes temos ouvido, quantas pessoas temos visto nos dias de hoje! Um fala uma coisa, outro fala outra. E muitos estão como uma bola de tênis, de um lado para outro, outros estão pior do que “cego em tiroteio”, sim, pior, porque o cego consegue discernir de onde vem o barulho do tiroteio, e muitas pessoas estão sem conseguir discernir absolutamente nada.
Como ter discernimento nestes dias? Seguindo o conselho do Todo-Poderoso, e ouvindo o Senhor Jesus, Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida. Somente Ele nos leva ao Pai (João 14.6). Sua Palavra está à nossa disposição, repleta de ensinos sobre Ele.
Depois que suas pernas voltaram ao normal (as minhas levariam muito tempo), eles desceram do monte. No caminho, Jesus lhes disse que não contassem a ninguém o que havia acontecido ali, até que tivesse ressuscitado dos mortos.
Os discípulos perguntaram ao Senhor sobre Elias, pois os mestres da lei diziam que Elias deveria vir primeiro, ou seja, antes do Messias. Jesus respondeu que Elias haveria de vir e restaurar todas as coisas. Mas, Elias já viera. Não o reconheceram, fizeram com ele tudo que quiseram. Da mesma forma o Filho do homem seria maltratado. Entenderam que Jesus estava falando de João Batista, "o Elias" que O precedeu.
Como é importante reconhecermos aqueles que o Senhor nos envia!
Estamos vivendo tempos nunca vividos na história. O Senhor está levantando "Joãos Batistas" nos quatro cantos da terra, antes que Ele volte. Aprendamos a reconhecê-los. Se olharmos para Jesus, com certeza os reconheceremos. Eles sempre apontam para Ele. São apenas a voz. Querem diminuir, enquanto Ele cresce.
Não sei você, eu fico impactada com essa cena. Como gostaria de estar lá. Com certeza me colocaria à disposição de Pedro para ajudá-lo a construir aquelas três tendas. Mas então, vejo o Senhor olhando para mim. Sei que é somente para Ele que preciso olhar. Sei que é Ele quem preciso ouvir. Não posso ficar o tempo todo no monte. Tenho que descer. Há coisas a fazer no dia a dia. Preciso testemunhar o que fez por mim. Preciso dizer quem Ele é.
É assim que funciona: Olhamos para Ele, sabemos Sua identidade, Ouvimos o Senhor e O transmitimos aos outros, através de palavras, gestos e ações. Não tem outra maneira de vivermos.
As tendas terão que esperar. É hora de descer e acompanhar ao Senhor, onde quer que Ele vá, negando-nos a nós mesmos e tomando nossa Cruz. Façamos isso, então.
Quando Jesus e os três discípulos mais chegados a Ele (Pedro, Tiago e João), desceram do monte, foram onde estava a multidão reunida. Os outros discípulos ali estavam.
Um homem aproximou-se de Jesus, ajoelhou-se diante dEle e pediu que tivesse misericórdia de seu filho. Ele tinha ataques e sofria muito. Várias vezes caía no fogo ou na água, machucando-se e correndo risco de vida. Explicou que o trouxe aos discípulos que ali estavam, mas não puderam curá-lo.
O Senhor Jesus os repreendeu, chamando-os de geração incrédula e perversa e ainda perguntou: “Até quando terei que suportá-los?”
Será que o Senhor Jesus estava de mau humor? Por que Ele foi tão duro?
Antes de mais nada, Ele fez o que, no momento, era o mais necessário. Mandou que trouxessem o menino até Ele. Repreendeu o demônio e o menino ficou curado. O Senhor se importava com o bem estar e a vida daquele menino. Ele sempre se importa.
Antes que falasse mais alguma coisa, Seus discípulos chegaram até Ele, em particular (medo de Seu humor?), e O questionaram por não terem conseguido expulsar aquele demônio.
A resposta de Jesus esclarece tudo. A fé era pequena. Ele lhes assegurou, veja bem, assegurou, que se tivessem fé do tamanho de um grão de mostarda, poderiam dizer a um monte que trocasse de lugar, e o monte obedeceria na mesma hora, e iria para o lugar que fosse mandado. Nada seria impossível para eles.
Prosseguiu dizendo que “essa espécie só sai pela oração e pelo jejum”.
Vamos parar um pouquinho aqui e pensar. Não temos pressa para prosseguir.
Você já viu um grão de mostarda? É muito pequeno. Talvez um grão de arroz seja o tamanho de três grãos de mostarda. Que tamanho é nossa fé? Não sei a sua. A minha com certeza não é do tamanho ínfimo de um grão de mostarda. É menor. Não tenho fé para dizer a um monte literalmente que troque de lugar. Mas, ainda que minha fé seja tão pequena, tenho fé para “mover” alguns montes que têm aparecido em minha vida. Infelizmente, não todos. Ainda. Mas prossigo para o alvo, que é Jesus.
O Senhor Jesus disse que se tivéssemos fé, do tamanho desse grão de mostarda, nada seria impossível para nós. Nada. Ah, que o Senhor aumente nossa fé!
Com Sua resposta podemos perceber porque o Senhor foi tão duro. Não estava de mau humor. Tinha domínio próprio, era manso (força sob controle). Estava indignado. Indignado porque ninguém pode chegar-se ao Senhor se não tiver fé. Ninguém. Estava irado. Sua ira é sempre justa. Não carrega ódio. Só justiça.
“Sem fé é impossível agradar a Deus. Quem deseja se aproximar de Deus deve crer que Ele existe e que recompensa aqueles que O buscam.” – Hebreus 11.6
Em Romanos 1.17 está escrito: “As boas novas revelam como opera a justiça de Deus, que, do começo ao fim, é algo que se dá pela fé. Como dizem as Escrituras: “O justo viverá pela fé”.
A justiça de Deus, revelada no Evangelho, é do princípio ao fim pela fé. Do princípio ao fim. Falta de fé é muito sério. Sem ela, é impossível agradarmos ao Senhor. Ele deixou isso claro quando perguntou: “Até quando terei que suportá-los”?
Temos nos achegado a Ele com fé? Ainda que seja uma fé pequena? Sem ela, não temos como nos achegar. Em Hebreus, como lemos acima, fala que é “indispensável”.
Que o Senhor nos dê fé. Ah, Ele, nosso maravilho Senhor, nos fala como obter esse tipo de fé, que aprende a crer nEle. Oração e jejum. Seja lá que espécie de problema, dificuldade, doença ou demônio tivermos que enfrentar, precisamos obter fé. Através de oração e jejum.
“Gastando” tempo com Ele, aprenderemos mais sobre Seu caráter, sobre Sua identidade e nossa fé nEle aumenta. Aprendemos a ver com olhos que enxergam e a ouvir com ouvidos que ouvem. Aprendemos sobre Seu caráter. E cremos nEle.
O jejum, feito corretamente, nos aproxima dEle. Lembre-se, o jejum é para nós, não para O convencermos de algo.
Desejamos ter fé? Desejamos que nossa fé aumente? Oração e jejum. Somente. A palavra que Ele usou foi: somente.
Estou meio boquiaberta, mas Ele foi categórico. Olho para Ele. Percebo que não é mau humor. É ira santa. Indignação. Pura e santa. Justa.
Após essa lição, o Senhor, reuniu-se com Seus discípulos na Galileia. Disse-lhes que seria entregue nas mãos dos homens, que O matariam. Mas ao terceiro dia (aleluia), ressuscitaria.
Os discípulos, ao invés de se alegrarem porque assim as palavras dos profetas se cumpririam, e a nossa redenção estaria completa, ficaram cheios de tristeza. Não conseguiam ainda “crer” e absorver a ideia da ressurreição. Ainda não conseguiam entender o papel do Senhor Jesus.
Olho para eles. Será que eu, naquela situação, entenderia? Mais uma vez clamo por fé. Para mim. Para você.Junte-se a mim.
Prosseguimos através do capítulo dezessete.
Encontramos Pedro, em Cafarnaum, cidade onde morava, sendo abordado pelos coletores de impostos do templo.
Havia dois tipos de impostos (bem menos que hoje, bem menos que aqui).
Um imposto, do qual Mateus, que escreveu o livro que estamos caminhando, era coletor. Eram impostos para os romanos. Esses coletores eram odiados pelos judeus. Como dominantes de toda aquela região, os romanos cobravam impostos, para administração e melhorias e, como hoje, muitas vezes não eram utilizados para tal. E quando eram, seus beneficiários deveriam obedecer os que realizaram as melhorias.
O outro imposto, orientado por Deus a Moisés, quando da entrega da Lei (Êxodo 30.13), servia para manutenção do templo. Anualmente, era recolhido de todos os homens, a partir de vinte anos de idade. Duas dracmas, o equivalente a meio shekel. O valor do salário de aproximadamente dois dias de trabalho. O shekel ainda é usado em Israel, como moeda nacional.
Pois bem, o que responder à pergunta, “à queima roupa”, desses coletores? Queriam saber se Jesus pagava o imposto do templo. Curiosidade? Duvido. Queriam arrumar mais uma desculpa para acusá-Lo de estar fazendo algo contra a lei, já que todos os homens acima de vinte anos deveriam pagar tal imposto.
Pedro, conhecendo Jesus, sabendo que cumpria toda a lei, respondeu imediatamente: “Sim, paga”.
Não sei quais pensamentos estavam em sua cabeça. Acredito que não dispunha do dinheiro ali, na hora, caso contrário, teria pago. Com certeza foi pelo caminho pensando em como abordar Jesus. Talvez preocupado. Não pescava mais como antigamente. Agora seguia o Senhor por onde quer que fosse. O tempo todo.
Ah, amo essa cena. Preste atenção. Olhe só o que irá acontecer.
Estamos em casa com Jesus. Pedro chega preocupado, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, Jesus fala primeiro. E olha que estamos falando de Pedro, o falador. Consegue perceber o amor e o cuidado do Senhor aqui, num simples caso de imposto do templo?
Ele pergunta: “O que você acha Pedro?” Jesus gosta de perguntas. Está sempre fazendo perguntas. Até responde uma pergunta com outra. Sempre nos fazendo pensar. Seu desejo não é, nunca foi, sermos robotizados, pessoas que seguem algo cegamente, sem saber para aonde ir. Como cegos guiando outros cegos, conforme Mateus 15.14. Ele deseja de nós que O amemos de todo nosso coração, de toda nossa alma e de todo nosso entendimento (Mateus 22.37). Andar por fé não significa ignorância. Posso não saber para onde estou indo, como Abraão, mas sei a quem estou obedecendo (Gênesis 12.1). À medida que obedecemos, Ele nos revela um pouco mais. Faz-nos perguntas. Nós fazemos também. E Ele bondosamente nos responde, ao Seu tempo.
Pedro começa a pensar, não sabia sobre o que o Senhor estava falando. Ainda. O Senhor costuma fazer essa pergunta para nós. “O que você acha Symone?” Algumas vezes conseguimos responder. Outras não. Então, Ele mesmo vem em nosso auxílio e responde. E quando responde, tudo fica claro. Entendemos Sua pergunta. Entendemos Sua resposta. Concordamos com Ele. E, importante, O obedecemos.
Sempre que pergunta “O que você acha?”, explica exatamente do que está falando. E continua: “De quem os reis da terra cobram tributos e impostos: de seus próprios filhos ou dos outros”?
Agora ficou fácil para responder. Consegue imaginar um rei cobrando imposto dos príncipes e das princesas, seus filhos, que moravam com ele, dentro de seu fabuloso castelo? Nem Pedro, que respondeu ao Senhor: “Dos outros”.
Jesus conclui: “Então os filhos estão isentos.” Isso é claro como água. Continua: “Mas para não escandalizá-los...” Ah, o Senhor sabe o que está fazendo. Sempre. Se sabia que haviam interrogado Pedro, sabia também qual fora sua resposta. Conhecendo o caráter de Jesus, estava certo de que pagaria o imposto. Consegue enxergar que a resposta de Pedro iria mover Jesus a agir de alguma maneira?
Estamos ali, observando aquela cena. Concordando com tudo. É tão simples e claro!
Para nossa surpresa (como sempre, estou boquiaberta), Jesus fala para Pedro ir ao mar, jogar o anzol, tirar o primeiro peixe e abrir-lhe a boca. Encontraria uma moeda. Uma moeda de quatro dracmas.
Meu queixo cai. Como assim?
Ah, uma moeda de quatro dracmas dava para pagar o imposto de duas pessoas. Jesus ordena que Pedro, após pescar, pague o imposto dos dois, “o meu imposto e o seu”.
Não é lindo?
Jesus, o Supridor-Mor, dá uma ordem específica a Pedro. O texto não entra em detalhes, mas é claro que Pedro na mesma hora obedeceu. Imagine ouvir o que ouviu e não sair correndo? Corro atrás dele. Essa eu preciso ver.
Está aqui escrito, aconteceu. Pedro foi, lançou o anzol ao mar. Coração acelerado. Olha para o peixe. Boca fechada. “Vou encontrar uma moeda na boca desse peixe? E ainda por cima, de duas dracmas?” Mas foi o que aconteceu. Abriu a boca do peixe. Havia ali uma moeda de duas dracmas, como o Senhor falou. Ele nunca mente. Pedro foi e pagou o imposto dos dois.
Jesus quando ordenou aquela pesca, pagou o imposto dEle e de Pedro. Importou-se em obedecer a lei do templo. Pagou Seu imposto. Supriu a necessidade de Pedro. Com uma moeda de quatro dracmas, encontrada na boca de um peixe. Impossível? Ele não dá valor algum a essa palavra (Mateus 19.26).
E Pedro? Não sentiu-se constrangido. Obedeceu o Senhor. Pagou o imposto dos dois. Não argumentou “Senhor, vou trabalhar dois dias para pagar o meu, certo?” Não. Nada disso. Aceitou o oferecimento do Senhor.
Quanto podemos aprender desse simples texto! Perguntas. Respostas. Suprimento. Impossibilidades acontecendo.
Para o Senhor não há limites. Precisamos aprender a ouvi-Lo, a responder Suas perguntas e obedecer.
Esse peixe ainda deve ter sido assado e comido por eles. Nada de desperdício. Lembra das duas multiplicações de pães e peixes? Os cestos que sobraram foram recolhidos.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html?m=1
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Quase posso sentir o cheiro desse peixe assando. Que delícia!
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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terça-feira, 26 de março de 2019
2 Samuel 16.1-23
Leitura do dia 26/03.
Na postagem anterior, vimos Absalão continuar com o coração cheio de amargura. Fez “campanha” contra seu pai. E a seu favor. Até declarar-se rei em Hebrom.
Davi foge de Jerusalém.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-151-37.html
Agora, continuamos através do capítulo dezesseis de 2 Samuel.
Assim que acaba de passar pelo alto do monte, Davi vê Ziba, servo de Saul. Está acompanhado de dois jumentos carregados com duzentos pães, cem bolos de passas, cem frutas da época e uma vasilha com vinho.
Ele pergunta para quê aquilo. Ziba responde que os jumentos são para sua família. Os pães e as frutas para que seus servos comam. E o vinho para animar os que ficarem exaustos no deserto. Há uma longa caminhada pela frente.
Davi olha em volta e pergunta por Mefibosete, filho de Jônatas. Ziba responde que ficou em Jerusalém, dizendo que agora o povo o colocaria no trono, como lhe era devido, sendo neto de Saul. Davi diz a Ziba que, se é dessa maneira que Mefibosete reconhece sua bondade para com ele, que Ziba fique com tudo que era de Mefibosete. Ele agradece, desejando que sempre agrade ao rei.
Mais uma tristeza sobre Davi. A traição do filho de seu amigo. Será?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-91-13.html
Quando Davi chega a Baurim, um parente de Saul, chamado Simei, sai ao seu encontro. Amaldiçoa-o e atira pedras. Contra ele, seus oficiais e guerreiros. Que o cercam. Simei grita, chamando-o de assassino. Diz, equivocadamente, que todo o sangue derramado da família de Saul é sua culpa. Diz também que Davi roubara o trono. Agora está sendo vingado da mesma maneira. Por seu filho.
Abisai, irmão de Joabe, que é bem o “estilo” do apóstolo Pedro, pergunta como um cão morto daquele vai ficar amaldiçoando o rei. Pede que Davi lhe autorize matá-lo. É só Davi dar a ordem e ele arranca a cabeça de Simei.
Davi pergunta a Abisai quem pediu sua opinião. E se ele estiver amaldiçoando por ordem do Senhor? Se seu filho procura matá-lo, por que aquele homem não estaria ali, amaldiçoando-o? Que o deixem em paz.
Davi e seus homens seguem seu caminho. Simei vai pela encosta de um monte próximo. Amaldiçoando e jogando pedras.
Eles chegam exaustos ao rio Jordão. Ficam ali. Precisam descansar.
Enquanto isso, Absalão, com uma multidão, entra em Jerusalém. Aitofel junto.
Husai, amigo de Davi, imediatamente vai ao seu encontro. “Viva o rei”, grita.
Absalão pergunta se é assim que ele demonstra sua lealdade para com seu amigo. Todos sabiam que ele e Davi eram amigos. Que risco Husai está correndo! No entanto, ele responde que é leal àquele que o Senhor colocar no trono e aos homens de Israel. E se oferece para ser seu conselheiro.
Absalão não responde. Pergunta a Aitofel o que deve fazer agora que chegou à cidade.
Aitofel fala para ele se deitar com as concubinas de seu pai, que estão cuidando do palácio. Que o faça no terraço, diante de todos. Assim, todos saberão que é impossível uma reconciliação entre os dois. É um insulto imperdoável. Não há volta.
Armam uma tenda no terraço do palácio. Absalão deita-se com as concubinas de seu pai. Aos olhos de todos.
Assim, o que o Senhor dissera a Davi se cumpre. O que ele fez escondido, seu filho faz com ele, aos olhos de todo o Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-121-31.html
O mais triste de todos é o insulto de Absalão ser imperdoável, demonstrando que não haverá reconciliação entre pai e filho. Que não haverá volta.
Clamemos ao Senhor por nossos filhos. Por nossos pais. Para que “o coração dos pais volte para seus filhos e o coração dos filhos volte para seus pais. Do contrário, Eu (o Senhor) virei e castigarei a terra com maldição” (Malaquias 4.5b).
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos Absalão continuar com o coração cheio de amargura. Fez “campanha” contra seu pai. E a seu favor. Até declarar-se rei em Hebrom.
Davi foge de Jerusalém.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-151-37.html
Agora, continuamos através do capítulo dezesseis de 2 Samuel.
Assim que acaba de passar pelo alto do monte, Davi vê Ziba, servo de Saul. Está acompanhado de dois jumentos carregados com duzentos pães, cem bolos de passas, cem frutas da época e uma vasilha com vinho.
Ele pergunta para quê aquilo. Ziba responde que os jumentos são para sua família. Os pães e as frutas para que seus servos comam. E o vinho para animar os que ficarem exaustos no deserto. Há uma longa caminhada pela frente.
Davi olha em volta e pergunta por Mefibosete, filho de Jônatas. Ziba responde que ficou em Jerusalém, dizendo que agora o povo o colocaria no trono, como lhe era devido, sendo neto de Saul. Davi diz a Ziba que, se é dessa maneira que Mefibosete reconhece sua bondade para com ele, que Ziba fique com tudo que era de Mefibosete. Ele agradece, desejando que sempre agrade ao rei.
Mais uma tristeza sobre Davi. A traição do filho de seu amigo. Será?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-91-13.html
Quando Davi chega a Baurim, um parente de Saul, chamado Simei, sai ao seu encontro. Amaldiçoa-o e atira pedras. Contra ele, seus oficiais e guerreiros. Que o cercam. Simei grita, chamando-o de assassino. Diz, equivocadamente, que todo o sangue derramado da família de Saul é sua culpa. Diz também que Davi roubara o trono. Agora está sendo vingado da mesma maneira. Por seu filho.
Abisai, irmão de Joabe, que é bem o “estilo” do apóstolo Pedro, pergunta como um cão morto daquele vai ficar amaldiçoando o rei. Pede que Davi lhe autorize matá-lo. É só Davi dar a ordem e ele arranca a cabeça de Simei.
Davi pergunta a Abisai quem pediu sua opinião. E se ele estiver amaldiçoando por ordem do Senhor? Se seu filho procura matá-lo, por que aquele homem não estaria ali, amaldiçoando-o? Que o deixem em paz.
Davi e seus homens seguem seu caminho. Simei vai pela encosta de um monte próximo. Amaldiçoando e jogando pedras.
Eles chegam exaustos ao rio Jordão. Ficam ali. Precisam descansar.
Enquanto isso, Absalão, com uma multidão, entra em Jerusalém. Aitofel junto.
Husai, amigo de Davi, imediatamente vai ao seu encontro. “Viva o rei”, grita.
Absalão pergunta se é assim que ele demonstra sua lealdade para com seu amigo. Todos sabiam que ele e Davi eram amigos. Que risco Husai está correndo! No entanto, ele responde que é leal àquele que o Senhor colocar no trono e aos homens de Israel. E se oferece para ser seu conselheiro.
Absalão não responde. Pergunta a Aitofel o que deve fazer agora que chegou à cidade.
Aitofel fala para ele se deitar com as concubinas de seu pai, que estão cuidando do palácio. Que o faça no terraço, diante de todos. Assim, todos saberão que é impossível uma reconciliação entre os dois. É um insulto imperdoável. Não há volta.
Armam uma tenda no terraço do palácio. Absalão deita-se com as concubinas de seu pai. Aos olhos de todos.
Assim, o que o Senhor dissera a Davi se cumpre. O que ele fez escondido, seu filho faz com ele, aos olhos de todo o Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-121-31.html
O mais triste de todos é o insulto de Absalão ser imperdoável, demonstrando que não haverá reconciliação entre pai e filho. Que não haverá volta.
Clamemos ao Senhor por nossos filhos. Por nossos pais. Para que “o coração dos pais volte para seus filhos e o coração dos filhos volte para seus pais. Do contrário, Eu (o Senhor) virei e castigarei a terra com maldição” (Malaquias 4.5b).
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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segunda-feira, 11 de junho de 2018
Ele não está morto
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de João. Agora capítulo 20. Do versículo 1 ao 18.
Ontem vimos que o Senhor morreu. A esperança havia acabado.
Mas essa não era a última página do livro de João. Sua história continua.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/inexplicavel-amor.html
Vamos observar o que está para acontecer.
Durante o sábado ninguém fez nada. É um sábado muito sagrado para os judeus.
Agora é o primeiro dia da semana.
Bem cedo, quando ainda está escuro, Maria Madalena chega ao sepulcro.
Ela vê que a pedra da entrada foi removida.
E sai correndo.
Nós a acompanhamos. Onde está indo?
Ela corre ao encontro de Pedro e João. Ao encontrá-los diz que tiraram o Senhor do sepulcro. Não sabem onde O colocaram.
Eles saem correndo. Vão até ao sepulcro.
Nós voltamos com eles.
João vai mais rápido que Pedro. Ele chega primeiro. Se curva e olha para dentro do sepulcro. Vê as faixas de linho. Mas não entra.
Pedro chega. Deixa João na porta do sepulcro e entra. Vê as faixas de linho. Vê também o lenço que havia estado sobre a cabeça de Jesus. Esse lenço está dobrado à parte. Separado das faixas de linho.
João também entra. Contempla toda a cena e crê. Crê que o Senhor ressuscitou dentre os mortos, como havia dito que aconteceria.
Até então não haviam compreendido que, conforme a Escritura, era necessário que Jesus ressuscitasse dos mortos.
Eles voltam para casa.
Maria não. Ela fica à entrada do sepulcro, chorando.
Ainda não compreende o que aconteceu.
Enquanto chora, curva-se para olhar dentro do sepulcro. Ela vê dois anjos vestidos de branco. Estão sentados onde estava o corpo de Jesus. Um à cabeceira e outro aos pés. Eles perguntam porque ela chora.
Ela responde que levaram embora Seu Senhor e não sabe onde O colocaram.
Então se volta. Vê Jesus, ali, em pé. Não O reconhece.
Jesus lhe pergunta por que está chorando e a quem está procurando.
Maria Madalena não reconhece Sua voz. Pensa que é o jardineiro. Ela responde: “Se o senhor O levou embora, diga-me onde O colocou. Eu O levarei”.
Jesus a chama pelo nome: “Maria!”
Ao ouvir seu nome, ela O reconhece. Volta-se para Ele e exclama em aramaico: “Rabôni!”
Rabôni significa Mestre.
Jesus lhe pede para que ela não O detenha. Ele ainda não voltou para o Pai.
Ordena que vá aos Seus irmãos e diga-lhes que Ele está voltando para Seu Pai e o Pai deles, para o Seu Deus e o Deus deles.
Maria Madalena vai. Ela anuncia aos discípulos que viu o Senhor. E conta-lhes o que Ele lhe disse.
A esperança volta a reinar. Ele ressuscitou. Não está mais no sepulcro.
https://www.youtube.com/watch?v=gEzAWajU1ns
Meu coração dá saltos de alegria! Ele ressuscitou!
https://www.youtube.com/watch?v=WrhDX3um7KA
Maria Madalena não reconhece Sua voz, até que Ele a chama pelo nome.
O Senhor disse que é o bom pastor. Que chama Suas ovelhas pelo nome. Elas O ouvem e reconhecem Sua voz. http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/o-bom-pastor-da-sua-vida.html
Como é maravilhoso ser chamado pelo Senhor, por seu próprio nome!
Que aprendamos a reconhecer Sua voz e a seguir apenas a Ele, nosso Pastor e Mestre.
Ele não está morto. Está vivo. Temos um Deus vivo. Que nos ama.
Amanhã prosseguimos.
Ontem vimos que o Senhor morreu. A esperança havia acabado.
Mas essa não era a última página do livro de João. Sua história continua.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/inexplicavel-amor.html
Vamos observar o que está para acontecer.
Durante o sábado ninguém fez nada. É um sábado muito sagrado para os judeus.
Agora é o primeiro dia da semana.
Bem cedo, quando ainda está escuro, Maria Madalena chega ao sepulcro.
Ela vê que a pedra da entrada foi removida.
E sai correndo.
Nós a acompanhamos. Onde está indo?
Ela corre ao encontro de Pedro e João. Ao encontrá-los diz que tiraram o Senhor do sepulcro. Não sabem onde O colocaram.
Eles saem correndo. Vão até ao sepulcro.
Nós voltamos com eles.
João vai mais rápido que Pedro. Ele chega primeiro. Se curva e olha para dentro do sepulcro. Vê as faixas de linho. Mas não entra.
Pedro chega. Deixa João na porta do sepulcro e entra. Vê as faixas de linho. Vê também o lenço que havia estado sobre a cabeça de Jesus. Esse lenço está dobrado à parte. Separado das faixas de linho.
João também entra. Contempla toda a cena e crê. Crê que o Senhor ressuscitou dentre os mortos, como havia dito que aconteceria.
Até então não haviam compreendido que, conforme a Escritura, era necessário que Jesus ressuscitasse dos mortos.
Eles voltam para casa.
Maria não. Ela fica à entrada do sepulcro, chorando.
Ainda não compreende o que aconteceu.
Enquanto chora, curva-se para olhar dentro do sepulcro. Ela vê dois anjos vestidos de branco. Estão sentados onde estava o corpo de Jesus. Um à cabeceira e outro aos pés. Eles perguntam porque ela chora.
Ela responde que levaram embora Seu Senhor e não sabe onde O colocaram.
Então se volta. Vê Jesus, ali, em pé. Não O reconhece.
Jesus lhe pergunta por que está chorando e a quem está procurando.
Maria Madalena não reconhece Sua voz. Pensa que é o jardineiro. Ela responde: “Se o senhor O levou embora, diga-me onde O colocou. Eu O levarei”.
Jesus a chama pelo nome: “Maria!”
Ao ouvir seu nome, ela O reconhece. Volta-se para Ele e exclama em aramaico: “Rabôni!”
Rabôni significa Mestre.
Jesus lhe pede para que ela não O detenha. Ele ainda não voltou para o Pai.
Ordena que vá aos Seus irmãos e diga-lhes que Ele está voltando para Seu Pai e o Pai deles, para o Seu Deus e o Deus deles.
Maria Madalena vai. Ela anuncia aos discípulos que viu o Senhor. E conta-lhes o que Ele lhe disse.
A esperança volta a reinar. Ele ressuscitou. Não está mais no sepulcro.
https://www.youtube.com/watch?v=gEzAWajU1ns
Meu coração dá saltos de alegria! Ele ressuscitou!
https://www.youtube.com/watch?v=WrhDX3um7KA
Maria Madalena não reconhece Sua voz, até que Ele a chama pelo nome.
O Senhor disse que é o bom pastor. Que chama Suas ovelhas pelo nome. Elas O ouvem e reconhecem Sua voz. http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/o-bom-pastor-da-sua-vida.html
Como é maravilhoso ser chamado pelo Senhor, por seu próprio nome!
Que aprendamos a reconhecer Sua voz e a seguir apenas a Ele, nosso Pastor e Mestre.
Ele não está morto. Está vivo. Temos um Deus vivo. Que nos ama.
Amanhã prosseguimos.
sexta-feira, 27 de abril de 2018
Filipe disse: Venha e veja!
Continuamos nossa caminhada pelo capítulo 1 de João. Versículo 43 ao 51.
No dia seguinte, Jesus decidiu partir para a Galiléia.
Ele encontrou Filipe e disse-lhe: “Siga-me”
Filipe, assim como André e Pedro, eram de Betsaida.
Filipe encontrou Natanael, e assim como João e André, não se conteve. Ele disse a Natanael: “Achamos Aquele sobre quem Moisés escreveu na Lei, e a respeito de quem os profetas também escreveram: Jesus de Nazaré, filho de José”.
Quando Natanael ouviu Nazaré se espantou. E perguntou a Filipe se alguma coisa boa podia vir de lá. Filipe simplesmente respondeu: “Venha e veja’. Ele sabia que se Natanael O visse, saberia quem Ele era. Diria como João “eu vi e testifico que Ele é o filho de Deus”.
Jesus viu Natanael se aproximar e deu testemunho dele. Isso é fantástico.
Ah, é uma de minhas cenas preferidas. Meu coração dispara. Estou vendo a cena toda. Acompanhe comigo.
Jesus encontra Filipe. E o chama. Não foi ele quem foi atrás de Jesus como André. O Senhor o chamou. Ele O seguiu. Então vai atrás de Natanael e testifica dEle, dizendo: “Nós O achamos!”
Natanael não crê quando Filipe menciona que Jesus é de Nazaré. Nós sabemos que Ele nasceu em Belém, foi criado em Nazaré. Mas ali, naquela hora, Natanael não tem essa informação.
Mesmo assim, Natanael segue Filipe. Curiosidade? Ou conhecia Filipe o suficiente para saber que poderia ir e "ver"?
Quando se aproxima de Jesus, antes que pronunciasse qualquer palavra, o Senhor toma a iniciativa e testifica de Natanael dizendo: “Aí está um verdadeiro israelita, em quem não há falsidade”.
Natanael pergunta a Jesus de onde Ele o conhece. Como alguém chega e fala isso de você? Tem que conhecer você!
A resposta de Jesus faz meu coração, já acelerado, acelerar mais. Quase salta pela boca. Ele diz: “Eu o vi quando você ainda estava debaixo da figueira, antes de Filipe o chamar”.
Aquilo é demais para Natanael. Ele o viu? Como assim?
Natanael no mesmo instante declarou: “Mestre, Tu és o Filho de Deus, Tu és o Rei de Israel!”
Você consegue imaginar a presença cheia de graça, autoridade e verdade de Jesus?
Jesus responde a Natanael: “Você crê porque Eu disse que o vi debaixo da figueira. Você verá coisas maiores do que esta”. É como se dissesse: “Você creu só por isso? Isso não é nada! Espere para ver o que vem pela frente”.
Ele ainda acrescenta: “Digo-lhes a verdade: Vocês verão o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem”.
A presença de Jesus, Suas atitudes e Suas falas me deixam maravilhada. E quanto a você?
Antes de nascermos Ele nos conhecia. Sabia quem éramos. Eu O achei. Na verdade devo dizer que Ele me encontrou. Preciso dizer: "Venha e veja! Ele é o Pão que sacia nossa fome."
Aqueles homens passaram a seguir a Jesus. Como não seguí-Lo? Como não amá-Lo? Quando temos a verdadeira revelação de quem Jesus é, torna-se impossível não seguí-Lo.
Amanhã prosseguimos. Vamos entrar no capítulo dois de João. Até lá.
No dia seguinte, Jesus decidiu partir para a Galiléia.
Ele encontrou Filipe e disse-lhe: “Siga-me”
Filipe, assim como André e Pedro, eram de Betsaida.
Filipe encontrou Natanael, e assim como João e André, não se conteve. Ele disse a Natanael: “Achamos Aquele sobre quem Moisés escreveu na Lei, e a respeito de quem os profetas também escreveram: Jesus de Nazaré, filho de José”.
Quando Natanael ouviu Nazaré se espantou. E perguntou a Filipe se alguma coisa boa podia vir de lá. Filipe simplesmente respondeu: “Venha e veja’. Ele sabia que se Natanael O visse, saberia quem Ele era. Diria como João “eu vi e testifico que Ele é o filho de Deus”.
Jesus viu Natanael se aproximar e deu testemunho dele. Isso é fantástico.
Ah, é uma de minhas cenas preferidas. Meu coração dispara. Estou vendo a cena toda. Acompanhe comigo.
Jesus encontra Filipe. E o chama. Não foi ele quem foi atrás de Jesus como André. O Senhor o chamou. Ele O seguiu. Então vai atrás de Natanael e testifica dEle, dizendo: “Nós O achamos!”
Natanael não crê quando Filipe menciona que Jesus é de Nazaré. Nós sabemos que Ele nasceu em Belém, foi criado em Nazaré. Mas ali, naquela hora, Natanael não tem essa informação.
Mesmo assim, Natanael segue Filipe. Curiosidade? Ou conhecia Filipe o suficiente para saber que poderia ir e "ver"?
Quando se aproxima de Jesus, antes que pronunciasse qualquer palavra, o Senhor toma a iniciativa e testifica de Natanael dizendo: “Aí está um verdadeiro israelita, em quem não há falsidade”.
Natanael pergunta a Jesus de onde Ele o conhece. Como alguém chega e fala isso de você? Tem que conhecer você!
A resposta de Jesus faz meu coração, já acelerado, acelerar mais. Quase salta pela boca. Ele diz: “Eu o vi quando você ainda estava debaixo da figueira, antes de Filipe o chamar”.
Aquilo é demais para Natanael. Ele o viu? Como assim?
Natanael no mesmo instante declarou: “Mestre, Tu és o Filho de Deus, Tu és o Rei de Israel!”
Você consegue imaginar a presença cheia de graça, autoridade e verdade de Jesus?
Jesus responde a Natanael: “Você crê porque Eu disse que o vi debaixo da figueira. Você verá coisas maiores do que esta”. É como se dissesse: “Você creu só por isso? Isso não é nada! Espere para ver o que vem pela frente”.
Ele ainda acrescenta: “Digo-lhes a verdade: Vocês verão o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem”.
A presença de Jesus, Suas atitudes e Suas falas me deixam maravilhada. E quanto a você?
Antes de nascermos Ele nos conhecia. Sabia quem éramos. Eu O achei. Na verdade devo dizer que Ele me encontrou. Preciso dizer: "Venha e veja! Ele é o Pão que sacia nossa fome."
Aqueles homens passaram a seguir a Jesus. Como não seguí-Lo? Como não amá-Lo? Quando temos a verdadeira revelação de quem Jesus é, torna-se impossível não seguí-Lo.
Amanhã prosseguimos. Vamos entrar no capítulo dois de João. Até lá.
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Pedro
quinta-feira, 26 de abril de 2018
Vejam, é o Cordeiro de Deus!
Continuamos nossa caminhada através de João.
Ainda no capítulo 1. Agora do versículo 35 ao 42.
João continua contando sobre João Batista.
Ele fala que no dia seguinte João Batista estava novamente ali, no mesmo lugar, com dois de seus discípulos.
De repente, vê Jesus passando. Não aguenta. Precisa falar. E fala: “Vejam! É o Cordeiro de Deus!”
Quando seus discípulos ouviram, largaram João e seguiram a Jesus. Impossível não fazê-lo.
Jesus se volta e pergunta o que eles querem. Eles respondem com outra pergunta. Perguntam ao Senhor, chamando-O de Rabi, que significa Mestre, onde Ele está hospedado.
O Senhor os chama dizendo: “Venham e verão”. Eles foram. Viram onde Ele estava e passaram o dia com Ele.
Um dos dois discípulos de João era André, irmão de Simão Pedro. Quando saiu da presença de Jesus, a primeira pessoa que encontrou foi Simão. Ele disse: “Achamos o Messias”. E o levou até Jesus.
Jesus olha para Simão e diz: “Você é Simão, filho de João. Será chamado Cefas, que significa Pedro.
Vamos parar aqui.
Fico imaginando João. Começou seu ministério antes de Jesus. E continuou até ser preso. Mas desde que viu Jesus, não conseguia ficar sem apontar para Ele. Ontem ele O viu e disse ao povo: “Esse é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Hoje ele O viu, e disse aos seus discípulos: “Vejam, é o Cordeiro de Deus!” Como ficar alheio?
Eu salto diante de uma cena dessas! Não consigo observar sem reagir! Quero adorá-Lo. Imagina João? Ele precisa dizer, precisa apontar. Ele é a voz do que clama no deserto.
Quando conhecemos Jesus precisamos apontá-Lo a todos. Não conseguimos nos conter. E assim deve ser por toda nossa vida. Precisamos ser como João. Era apenas a voz. Mas quando via Jesus, havia uma empolgação dentro dele. E ele tinha que apontar para Jesus, o Cordeiro de Deus.
O mesmo aconteceu com André. Era um homem que buscava ao Senhor. Era discípulo de ninguém menos que João Batista. De repente, vê João apontar para Jesus, o Cordeiro de Deus e simplesmente O segue. Como não seguí-Lo? Ele ouvia João falando. Sua alma ansiava por Ele.
Então, assim que saiu de perto do Senhor, o primeiro que encontrou foi seu irmão, Simão, e o levou até Jesus. Como não levá-lo?
André encontrou o Messias, o Esperado das Nações, e teve que levar alguém até Ele. https://www.youtube.com/watch?v=OyEB4r3oMUs
E nós? Temos feito o mesmo?
Amanhã prosseguimos. Até lá.
Ainda no capítulo 1. Agora do versículo 35 ao 42.
João continua contando sobre João Batista.
Ele fala que no dia seguinte João Batista estava novamente ali, no mesmo lugar, com dois de seus discípulos.
De repente, vê Jesus passando. Não aguenta. Precisa falar. E fala: “Vejam! É o Cordeiro de Deus!”
Quando seus discípulos ouviram, largaram João e seguiram a Jesus. Impossível não fazê-lo.
Jesus se volta e pergunta o que eles querem. Eles respondem com outra pergunta. Perguntam ao Senhor, chamando-O de Rabi, que significa Mestre, onde Ele está hospedado.
O Senhor os chama dizendo: “Venham e verão”. Eles foram. Viram onde Ele estava e passaram o dia com Ele.
Um dos dois discípulos de João era André, irmão de Simão Pedro. Quando saiu da presença de Jesus, a primeira pessoa que encontrou foi Simão. Ele disse: “Achamos o Messias”. E o levou até Jesus.
Jesus olha para Simão e diz: “Você é Simão, filho de João. Será chamado Cefas, que significa Pedro.
Vamos parar aqui.
Fico imaginando João. Começou seu ministério antes de Jesus. E continuou até ser preso. Mas desde que viu Jesus, não conseguia ficar sem apontar para Ele. Ontem ele O viu e disse ao povo: “Esse é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Hoje ele O viu, e disse aos seus discípulos: “Vejam, é o Cordeiro de Deus!” Como ficar alheio?
Eu salto diante de uma cena dessas! Não consigo observar sem reagir! Quero adorá-Lo. Imagina João? Ele precisa dizer, precisa apontar. Ele é a voz do que clama no deserto.
Quando conhecemos Jesus precisamos apontá-Lo a todos. Não conseguimos nos conter. E assim deve ser por toda nossa vida. Precisamos ser como João. Era apenas a voz. Mas quando via Jesus, havia uma empolgação dentro dele. E ele tinha que apontar para Jesus, o Cordeiro de Deus.
O mesmo aconteceu com André. Era um homem que buscava ao Senhor. Era discípulo de ninguém menos que João Batista. De repente, vê João apontar para Jesus, o Cordeiro de Deus e simplesmente O segue. Como não seguí-Lo? Ele ouvia João falando. Sua alma ansiava por Ele.
Então, assim que saiu de perto do Senhor, o primeiro que encontrou foi seu irmão, Simão, e o levou até Jesus. Como não levá-lo?
André encontrou o Messias, o Esperado das Nações, e teve que levar alguém até Ele. https://www.youtube.com/watch?v=OyEB4r3oMUs
E nós? Temos feito o mesmo?
Amanhã prosseguimos. Até lá.
domingo, 21 de janeiro de 2018
Dois homens. Dois destinos.
Enquanto estávamos observando o Senhor sendo julgado e condenado no Sinédrio, Pedro estava sentado no pátio. Aguardava os acontecimentos. Lembre-se ainda é noite.
Uma criada aproxima-se e diz, não pergunta, diz que ele também estava com Jesus, o galileu. Ele nega. Diz que nem sabia do que ela estava falando.
Esse é o Pedro que havia dito algumas horas antes que estava disposto a morrer com o Senhor?
Ele vai em direção à porta. Outra criada o vê. Diz praticamente a mesma coisa. Novamente ele nega. Dessa vez, jura que não conhecia Jesus. Tenho vontade de chorar.
Pedro provavelmente conversava, para passar o tempo. As horas passam devagar. A alvorada está quase chegando. Os que estão ali falam que certamente ele era um deles, seu modo de falar o denuncia. Seu sotaque o denuncia.
Ele começa a se amaldiçoar e a jurar dizendo que não conhece “tal homem”. Ele, que havia dito que estava disposto a morrer pelo Senhor. Agora diz que não conhece “o tal homem”.
Imediatamente o galo canta. Olho para Pedro. Ele lembra que Jesus havia dito que antes que o galo cantasse, ele O negaria três vezes.
Não o condeno. Quem disse que eu não faria o mesmo? E você?
Não consegue mais ficar ali. Ele sai. E chora amargamente.
Não sei onde Judas estava. Mas ao amanhecer, fica sabendo que Jesus foi condenado. Vamos acompanhá-lo.
Ele está cheio de remorso. Corre até aos chefes dos sacerdotes e aos líderes religiosos, devolve as trinta moedas de prata dizendo que pecou, traiu sangue inocente.
Fico pasma com a resposta deles. “Que nos importa? A responsabilidade é sua”. Como se eles não fossem responsáveis pela condenação de um inocente.
Judas joga aquele dinheiro, sujo, no templo. Sai de lá. E enforca-se.
Continuamos ali próximo aos chefes dos sacerdotes. Quero saber o que vão fazer. Eles ajuntam as moedas. Escuto, incrédula, dizerem que é contra a lei colocar aquele dinheiro no tesouro do templo por ser preço de sangue. Tramarem a morte de um homem inocente não é contra a lei? Consegue perceber a inversão de valores? Deviam ser representantes de Deus. Representam apenas seus próprios interesses egoístas e nojentos.
Compram o campo do oleiro com aquele dinheiro. Este campo ficou conhecido como Campo de Sangue, cemitério de estrangeiros. Mais uma profecia a respeito de Jesus se cumpre.
Vamos ficar por aqui. Ainda não consigo enfrentar o julgamento do Senhor.
Quero pensar nessas lições. Sente-se comigo.
Dois homens. Um negou ao Senhor. Outro O traiu. Um chora amargamente. Mais tarde saberemos que se arrependeu. O outro tem apenas remorso. Suicida-se.
Arrependimento nos faz mudar de atitude. Remorso, não. Para o remorso não há solução. Para o arrependimento, sim. É o que o Senhor espera de nós. Mudança de mente, mudança que transforma nossas atitudes. Que nos traz para junto dEle, para fazer Sua vontade.
Quero sondar meu coração. Tenho andado em arrependimento diante dEle? Tenho deixado minha mente ser transformada pelo Seu maravilhoso Espírito?
E aqueles homens, sacerdotes e líderes religiosos? Invertendo valores. O dinheiro de sangue não podia ser usado para o templo, mas eles podiam, a bel-prazer, condenar um inocente? Que não sejamos religiosos, que tenhamos vida em Jesus.
Amanhã prosseguimos. Vamos enfrentar o julgamento. Nosso Senhor foi levado até Pilatos.
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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Jesus e Suas perguntas
Terminando o capítulo 17.
Encontramos Pedro, em Cafarnaum, cidade onde morava, sendo abordado pelos coletores de impostos do templo.
Havia dois tipos de impostos (bem menos que hoje, bem menos que aqui).
Um imposto, do qual Mateus, que escreveu o livro que estamos caminhando, era coletor. Eram impostos para os romanos. Esses coletores eram odiados pelos judeus. Como dominantes de toda aquela região, os romanos cobravam impostos, para administração e melhorias e, como hoje, muitas vezes não eram utilizados para tal. E quando eram, seus beneficiários deveriam obedecer os que realizaram as melhorias.
O outro imposto, orientado por Deus a Moisés, quando da entrega da Lei (Êxodo 30.13), servia para manutenção do templo. Anualmente, era recolhido de todos os homens, a partir de vinte anos de idade. Duas dracmas, o equivalente a meio shekel. O valor do salário de aproximadamente dois dias de trabalho. O shekel ainda é usado em Israel, como moeda nacional.
Pois bem, o que responder à pergunta, “à queima roupa”, desses coletores? Eles queriam saber se Jesus pagava o imposto do templo. Curiosidade? Duvido. Queriam arrumar mais uma desculpa para acusar Jesus de estar fazendo algo contra a lei, já que todos os homens acima de vinte anos deveriam pagar tal imposto.
Pedro, conhecendo Jesus, sabendo que cumpria toda a lei, respondeu imediatamente: “Sim, paga”.
Não sei quais pensamentos estavam em sua cabeça. Acredito que ele não dispunha do dinheiro ali, na hora, caso contrário, teria pago. Com certeza foi pelo caminho pensando em como abordar Jesus. Talvez preocupado. Ele não pescava mais como antigamente. Agora seguia o Senhor por onde quer que fosse. O tempo todo.
Ah, amo essa cena. Preste atenção. Olhe só o que irá acontecer.
Estamos em casa com Jesus. Pedro chega preocupado, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, Jesus fala primeiro. E olha que estamos falando de Pedro, o falador. Consegue perceber o amor e o cuidado do Senhor aqui, num simples caso de imposto do templo?
Ele pergunta: “O que você acha Pedro?” Jesus gosta de perguntas. Está sempre fazendo perguntas. Até responde uma pergunta com outra. Sempre nos fazendo pensar. Seu desejo não é, nunca foi, sermos robotizados, pessoas que seguem algo cegamente, sem saber para aonde ir. Como cegos guiando outros cegos, conforme Mateus 15.14. Ele deseja de nós que O amemos de todo o nosso coração, de toda a nossa alma e de todo nosso entendimento (Mateus 22.37). Andar por fé não significa ignorância. Posso não saber para onde estou indo, como Abraão, mas sei a quem estou obedecendo (Gênesis 12.1). À medida que obedecemos, Ele nos revela um pouco mais. Faz-nos perguntas. Nós fazemos também. E Ele bondosamente nos responde, ao Seu tempo.
Pedro começa a pensar, não sabia sobre o que o Senhor estava falando. Ainda. O Senhor costuma fazer essa pergunta para nós. “O que você acha Symone?” Algumas vezes conseguimos responder. Outras não. Então, Ele mesmo vem em nosso auxílio e responde. E quando responde, tudo fica claro. Entendemos Sua pergunta. Entendemos Sua resposta. Concordamos com Ele. E, importante, O obedecemos.
Sempre que pergunta “O que você acha?”, Ele explica exatamente do que está falando. E continua: “De quem os reis da terra cobram tributos e impostos: de seus próprios filhos ou dos outros”?
Agora ficou fácil para responder. Você consegue imaginar um rei cobrando imposto dos príncipes e das princesas, seus filhos, que moravam com ele, dentro de seu fabuloso castelo? Nem Pedro, que respondeu ao Senhor: “Dos outros”.
Jesus conclui: “Então os filhos estão isentos.” Isso é claro como água. Continua: “Mas para não escandalizá-los...” Ah, o Senhor sabe o que está fazendo. Sempre. Se Ele sabia que haviam interrogado Pedro, sabia também qual havia sido sua resposta. Conhecendo o caráter de Jesus, estava certo de que Ele pagaria o imposto. Consegue enxergar que a resposta de Pedro iria mover Jesus a agir de alguma maneira?
Estamos ali, observando aquela cena. Concordando com tudo. É tão simples e claro!
Para nossa surpresa (como sempre, estou boquiaberta), Jesus fala para Pedro ir ao mar, jogar o anzol, tirar o primeiro peixe e abrir-lhe a boca. Ele encontraria uma moeda. Uma moeda de quatro dracmas.
Meu queixo cai. Como assim?
Ah, uma moeda de quatro dracmas dava para pagar o imposto de duas pessoas. Jesus ordena que Pedro, após pescar, pague o imposto dos dois, “o meu imposto e o seu”.
Não é lindo?
Jesus, o Supridor-Mor, dá uma ordem específica a Pedro. O texto não entra em detalhes, mas é claro que Pedro na mesma hora obedeceu. Imagine ouvir o que ouviu e não sair correndo? Corro atrás dele. Essa eu preciso ver.
Está aqui escrito, aconteceu. Pedro foi, lançou o anzol ao mar. Coração acelerado. Olha para o peixe. Boca fechada. “Vou encontrar uma moeda na boca desse peixe? E ainda por cima, de duas dracmas?” Mas foi o que aconteceu. Abriu a boca do peixe. Havia ali uma moeda de duas dracmas, como o Senhor falou. Ele nunca mente. Pedro foi e pagou o imposto dos dois.
Jesus quando ordenou aquela pesca, pagou o imposto dEle e de Pedro. Importou-se em obedecer a lei do templo. Pagou Seu imposto. Supriu a necessidade de Pedro. Com uma moeda de quatro dracmas, encontrada na boca de um peixe. Impossível? Ele não dá valor algum a essa palavra (Mateus 19.26).
E Pedro? Não sentiu-se constrangido. Obedeceu ao Senhor. E pagou o imposto dos dois. Não argumentou “Senhor, vou trabalhar dois dias para pagar o meu, certo?” Não. Nada disso. Ele aceitou o oferecimento do Senhor.
Quanto podemos aprender desse simples texto! Perguntas. Respostas. Suprimento. Impossibilidades acontecendo.
Para o Senhor não há limites. Precisamos aprender a ouví-Lo, a responder Suas perguntas e obedecer.
Esse peixe ainda deve ter sido assado e comido por eles. Nada de desperdício. Lembra das duas multiplicações de pães e peixes? Os cestos que sobraram foram recolhidos.
htt;p://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Quase posso sentir o cheiro desse peixe assando. Que delícia!
Então, ficamos por aqui. Amanhã prosseguimos.
Até lá.
Encontramos Pedro, em Cafarnaum, cidade onde morava, sendo abordado pelos coletores de impostos do templo.
Havia dois tipos de impostos (bem menos que hoje, bem menos que aqui).
Um imposto, do qual Mateus, que escreveu o livro que estamos caminhando, era coletor. Eram impostos para os romanos. Esses coletores eram odiados pelos judeus. Como dominantes de toda aquela região, os romanos cobravam impostos, para administração e melhorias e, como hoje, muitas vezes não eram utilizados para tal. E quando eram, seus beneficiários deveriam obedecer os que realizaram as melhorias.
O outro imposto, orientado por Deus a Moisés, quando da entrega da Lei (Êxodo 30.13), servia para manutenção do templo. Anualmente, era recolhido de todos os homens, a partir de vinte anos de idade. Duas dracmas, o equivalente a meio shekel. O valor do salário de aproximadamente dois dias de trabalho. O shekel ainda é usado em Israel, como moeda nacional.
Pois bem, o que responder à pergunta, “à queima roupa”, desses coletores? Eles queriam saber se Jesus pagava o imposto do templo. Curiosidade? Duvido. Queriam arrumar mais uma desculpa para acusar Jesus de estar fazendo algo contra a lei, já que todos os homens acima de vinte anos deveriam pagar tal imposto.
Pedro, conhecendo Jesus, sabendo que cumpria toda a lei, respondeu imediatamente: “Sim, paga”.
Não sei quais pensamentos estavam em sua cabeça. Acredito que ele não dispunha do dinheiro ali, na hora, caso contrário, teria pago. Com certeza foi pelo caminho pensando em como abordar Jesus. Talvez preocupado. Ele não pescava mais como antigamente. Agora seguia o Senhor por onde quer que fosse. O tempo todo.
Ah, amo essa cena. Preste atenção. Olhe só o que irá acontecer.
Estamos em casa com Jesus. Pedro chega preocupado, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, Jesus fala primeiro. E olha que estamos falando de Pedro, o falador. Consegue perceber o amor e o cuidado do Senhor aqui, num simples caso de imposto do templo?
Ele pergunta: “O que você acha Pedro?” Jesus gosta de perguntas. Está sempre fazendo perguntas. Até responde uma pergunta com outra. Sempre nos fazendo pensar. Seu desejo não é, nunca foi, sermos robotizados, pessoas que seguem algo cegamente, sem saber para aonde ir. Como cegos guiando outros cegos, conforme Mateus 15.14. Ele deseja de nós que O amemos de todo o nosso coração, de toda a nossa alma e de todo nosso entendimento (Mateus 22.37). Andar por fé não significa ignorância. Posso não saber para onde estou indo, como Abraão, mas sei a quem estou obedecendo (Gênesis 12.1). À medida que obedecemos, Ele nos revela um pouco mais. Faz-nos perguntas. Nós fazemos também. E Ele bondosamente nos responde, ao Seu tempo.
Pedro começa a pensar, não sabia sobre o que o Senhor estava falando. Ainda. O Senhor costuma fazer essa pergunta para nós. “O que você acha Symone?” Algumas vezes conseguimos responder. Outras não. Então, Ele mesmo vem em nosso auxílio e responde. E quando responde, tudo fica claro. Entendemos Sua pergunta. Entendemos Sua resposta. Concordamos com Ele. E, importante, O obedecemos.
Sempre que pergunta “O que você acha?”, Ele explica exatamente do que está falando. E continua: “De quem os reis da terra cobram tributos e impostos: de seus próprios filhos ou dos outros”?
Agora ficou fácil para responder. Você consegue imaginar um rei cobrando imposto dos príncipes e das princesas, seus filhos, que moravam com ele, dentro de seu fabuloso castelo? Nem Pedro, que respondeu ao Senhor: “Dos outros”.
Jesus conclui: “Então os filhos estão isentos.” Isso é claro como água. Continua: “Mas para não escandalizá-los...” Ah, o Senhor sabe o que está fazendo. Sempre. Se Ele sabia que haviam interrogado Pedro, sabia também qual havia sido sua resposta. Conhecendo o caráter de Jesus, estava certo de que Ele pagaria o imposto. Consegue enxergar que a resposta de Pedro iria mover Jesus a agir de alguma maneira?
Estamos ali, observando aquela cena. Concordando com tudo. É tão simples e claro!
Para nossa surpresa (como sempre, estou boquiaberta), Jesus fala para Pedro ir ao mar, jogar o anzol, tirar o primeiro peixe e abrir-lhe a boca. Ele encontraria uma moeda. Uma moeda de quatro dracmas.
Meu queixo cai. Como assim?
Ah, uma moeda de quatro dracmas dava para pagar o imposto de duas pessoas. Jesus ordena que Pedro, após pescar, pague o imposto dos dois, “o meu imposto e o seu”.
Não é lindo?
Jesus, o Supridor-Mor, dá uma ordem específica a Pedro. O texto não entra em detalhes, mas é claro que Pedro na mesma hora obedeceu. Imagine ouvir o que ouviu e não sair correndo? Corro atrás dele. Essa eu preciso ver.
Está aqui escrito, aconteceu. Pedro foi, lançou o anzol ao mar. Coração acelerado. Olha para o peixe. Boca fechada. “Vou encontrar uma moeda na boca desse peixe? E ainda por cima, de duas dracmas?” Mas foi o que aconteceu. Abriu a boca do peixe. Havia ali uma moeda de duas dracmas, como o Senhor falou. Ele nunca mente. Pedro foi e pagou o imposto dos dois.
Jesus quando ordenou aquela pesca, pagou o imposto dEle e de Pedro. Importou-se em obedecer a lei do templo. Pagou Seu imposto. Supriu a necessidade de Pedro. Com uma moeda de quatro dracmas, encontrada na boca de um peixe. Impossível? Ele não dá valor algum a essa palavra (Mateus 19.26).
E Pedro? Não sentiu-se constrangido. Obedeceu ao Senhor. E pagou o imposto dos dois. Não argumentou “Senhor, vou trabalhar dois dias para pagar o meu, certo?” Não. Nada disso. Ele aceitou o oferecimento do Senhor.
Quanto podemos aprender desse simples texto! Perguntas. Respostas. Suprimento. Impossibilidades acontecendo.
Para o Senhor não há limites. Precisamos aprender a ouví-Lo, a responder Suas perguntas e obedecer.
Esse peixe ainda deve ter sido assado e comido por eles. Nada de desperdício. Lembra das duas multiplicações de pães e peixes? Os cestos que sobraram foram recolhidos.
htt;p://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Quase posso sentir o cheiro desse peixe assando. Que delícia!
Então, ficamos por aqui. Amanhã prosseguimos.
Até lá.
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
A ordem do Todo-Poderoso é: "Ouçam-No!"
Entramos no capítulo 17 de Mateus.
Seis dias depois de Jesus ter afirmado que alguns dos discípulos não morreriam sem O verem em Seu Reino, Ele foi juntamente com Pedro, Tiago e João a um monte alto.
Ali, O viram fransfigurado diante deles. Uma “amostra” dEle em Seu Reino. Sua face brilhava como o sol e Suas roupas se tornaram brancas como a luz, resplandecentes! E para completar o magnífico quadro, Moisés e Elias apareceram diante deles, conversando com Jesus.
Posso imaginar a cena. Se estivesse ali, com certeza estaria de joelhos, tremendo diante de tal imagem, mas Pedro, sempre Pedro, o corajoso e arrebatador Pedro (claro que o amo), disse a Jesus que era bom estarem ali. Lógico que era, presenciar Jesus daquela maneira e ainda ver Moisés e Elias, os representantes da Lei e dos Profeta!
E Pedro, em sua coragem, continuou e disse que se o Senhor quisesse, faria três tendas, uma para cada um. Queria ficar ali, por um bom tempo. Era um privilégio muito grande presenciar aquilo.
Mas enquanto Pedro ainda falava, uma nuvem também resplandecente os envolveu e dessa nuvem uma voz disse: “Este é o meu Filho amado de quem me agrado. Ouçam-No”!
Ao ouvirem, os discípulos prostraram-se com o rosto em terra e ficaram aterrorizados. A voz devia ser simplesmente fantástica. Eles viram o Senhor transfigurado, viram Moisés e Elias e Pedro até teve a coragem de conversar com Jesus naquele momento, mas quando ouviram aquela voz, prostraram-se com o rosto em terra. E ficaram aterrorizados.
A essa altura, já me desmanchei. Estou completamente derretida diante de tal majestade.
Leia os versículos abaixo, pare um pouquinho e tente ouvir Sua majestosa voz.
“A voz do Senhor ressoa sobre o bramido das águas. O Deus glorioso troveja, o Senhor está sobre a vastidão dos mares. A voz do Senhor expressa força; a voz do Senhor é majestosa. A voz do Senhor quebra os cedros;” – Salmos 29.3-5a
“A voz do Senhor corta os céus com raios flamejantes. A voz do Senhor faz tremer o deserto; o Senhor faz tremer o deserto de Cades. A voz do Senhor faz tremer as corças e desnuda os carvalhos nas florestas.” – Salmos 29.7-9a
Como não ficar aterrorizado diante de tal poder? E como não obedecer tal voz?
O Todo-Poderoso, Criador dos céus e da terra, falou. E em Sua fala apontou para a identidade do Senhor Jesus e deu uma única ordem: “Ouçam-No”!
O foco não era Moisés, nem Elias, homens de Deus, mas era Jesus, o Filho amado do Pai. É a Ele que devemos ouvir, Ele é o nosso foco!
Não estou dizendo que não devemos ouvir Moisés ou Elias. Eles apontam para Jesus. Mas é Jesus quem devemos ouvir. Tudo é por Ele e para Ele (Romanos 11.36).
Quando os discípulos ainda estavam ali, aterrorizados, com a boca na terra e eu, com certeza, desmanchada e derretida, Jesus os tocou e disse: “Levantem-se! Não tenham medo!”
Antes de se levantarem, ergueram os olhos. Claro, suas pernas deviam estar como gelatinas. Ao olharem, não viram mais ninguém, a não ser Jesus. Jesus, onde nossos olhos devem estar fixos. Jesus, nosso Guia e Rei, Jesus, a quem devemos ouvir.
Quantas vozes temos ouvido, quantas pessoas temos visto nos dias de hoje! Um fala uma coisa, outro fala outra. E muitos estão como uma bola de tênis, de um lado para outro, outros estão pior do que “cego em tiroteio”, sim, pior, porque o cego consegue discernir de onde vem o barulho do tiroteio, e muitas pessoas estão sem conseguir discernir absolutamente nada.
Como ter discernimento nestes dias? Seguindo o conselho do Todo-Poderoso, e ouvindo o Senhor Jesus, Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida. Somente Ele nos leva ao Pai (João 14.6). Sua Palavra está à nossa disposição, repleta de ensinos sobre Ele.
Depois que suas pernas voltaram ao normal (as minhas levariam muito tempo), eles desceram do monte. No caminho, Jesus lhes disse que não contassem a ninguém o que havia acontecido ali, até que Ele tivesse ressuscitado dos mortos.
Os discípulos perguntaram ao Senhor sobre Elias, pois os mestres da lei diziam que Elias deveria vir primeiro, ou seja, antes do Messias. Jesus respondeu que Elias haveria de vir e restaurar todas as coisas. Mas, continuou Ele, “Elias já veio, e eles não o reconheceram, mas fizeram com ele tudo o que quiseram. Da mesma forma o Filho do homem será maltratado por eles”. Eles entenderam que Jesus estava falando de João Batista, o Elias que O precedeu.
Como é importante reconhecermos aqueles que o Senhor nos envia!
Estamos vivendo tempos nunca vividos na história. O Senhor está levantando "Joãos Batistas" nos quatro cantos dessa terra, antes que Ele volte. Aprendamos a reconhecê-los. Se olharmos para Jesus, com certeza os reconheceremos. Eles sempre apontam para Ele. São apenas a voz. Querem diminuir, enquanto Ele cresce.
Não sei você, mas eu fico impactada com essa cena. Como gostaria de estar lá. Com certeza me colocaria à disposição de Pedro para ajudá-lo a construir aquelas três tendas. Mas então, vejo o Senhor olhando para mim. Sei que é somente para Ele que preciso olhar. Sei que é Ele quem preciso ouvir. Não posso ficar o tempo todo no monte. Tenho que descer. Há coisas a fazer no dia a dia. Preciso testemunhar o que Ele fez por mim. Preciso dizer quem Ele é.
É assim que funciona: Olhamos para Ele, sabemos Sua identidade, Ouvimos o Senhor e O transmitimos aos outros, através de palavras, gestos e ações. Não tem outra maneira de vivermos.
As tendas terão que esperar. É hora de descer e acompanhar ao Senhor, onde quer que Ele vá, negando-se a si mesmo e tomando nossa Cruz.
Façamos isso, então.
Amanhã prosseguimos. Até lá.
domingo, 10 de dezembro de 2017
Que tipo de pedra temos sido?
Continuamos através do capítulo 16 de Mateus.
Após Pedro responder à pergunta mais importante do Universo, reconhecendo Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, Jesus afirma que ele era Pedro (pedra). E sobre essa revelação, que Pedro teve a respeito da identidade de Jesus, Ele edificaria Sua igreja. Sua igreja espalhada nos quatro cantos da terra. A Igreja verdadeira. A que fazemos parte, desde que tenhamos essa revelação, vinda diretamente do Pai até nós.
Jesus é a verdadeira pedra de esquina, aquela que os edificadores rejeitaram e que veio a ser principal, como está escrito em Salmos 118.22.
O Senhor disse que as portas do inferno não prevaleceriam sobre Sua igreja. Significa que nós, igreja, precisamos ir contra o inferno. A igreja não foi feita para ficar plantada em quatro paredes. Precisamos avançar, declarando quem o Senhor é.
Temos autoridade, dada por Ele, chaves do Reino dos céus. Chaves que ligam nos céus aquilo que ligarmos na terra. Precisamos descobrir o poder da oração. E usar esse poder, para levar o Reino dos céus aos quatro cantos desta terra, a começar pelo lugar onde estamos.
Muitas coisas precisam acontecer e estão esperando nossas orações. Temos essa chave em nossas mãos.
Jesus ordenou que os discípulos não contassem a ninguém que Ele era o Cristo. Ainda não era a hora.
Desde então, o Senhor começou a explicar-lhes a necessidade dEle ir a Jerusalém e sofrer nas mãos dos líderes religiosos, dos chefes dos sacerdotes e mestres da lei, até ser morto e ressuscitar ao terceiro dia.
Após terem a revelação de quem o Senhor Jesus é, Ele passa a dizer o que irá acontecer. É sempre assim. Um passo após o outro. Uma revelação após outra. Como as águas de Ezequiel, que iam ficando cada vez mais fundas à medida que ele prosseguia (Ezequiel 47).
Mas Pedro, que anteriormente havia tido uma revelação do Pai, agora se deixa ser usado pelo inimigo das nossas almas. Chama Jesus de lado e começa a dizer que a fala do Senhor não iria acontecer de jeito nenhum.
Jesus nem pestaneja. Simplesmente o repreende. Dizendo que naquele momento Pedro era uma pedra de tropeço e não de sustentação, pois estava pensando nas coisas terrenas e não nas celestiais.
Que tipo de pedra temos sido? Temos tido a revelação do Pai de quem Jesus é e, baseados nessa revelação temos deixado que Ele edifique Sua igreja em nós e através de nós? Ou temos sido pedra de tropeço, pensando no que é humano e não no que é de Deus?
Todos os dias precisamos fazer essa escolha. À semelhança de Jesus, por sermos Seus seguidores, somos pedras. Somos pedra que pode ser usada para edificação ou para tropeço. O que tenho sido? E você?
Já reparou que essa pergunta sempre está diante de nós?
Joio ou trigo? http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-joio-ou-trigo.html
Árvore que produz bons frutos ou maus? http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/que-tipo-de-arvores-somos.html
Terra boa ou má? http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/espalhando-semente.html
Andar por fé ou vista? http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/jairo-aquele-que-ilumina.html
Crer ou duvidar? http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-ordem-e-nao-temas.html
Pedra de sustentação ou pedra de tropeço?
Uma das coisas que me impressionou em Israel foi a quantidade de pedras pelo caminho. Para todos os lados. Agora, sento em uma. Preciso pensar. Analisar. Verificar minha vida. Minhas escolhas. Sente-se comigo.
Amanhã prosseguimos.
Após Pedro responder à pergunta mais importante do Universo, reconhecendo Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, Jesus afirma que ele era Pedro (pedra). E sobre essa revelação, que Pedro teve a respeito da identidade de Jesus, Ele edificaria Sua igreja. Sua igreja espalhada nos quatro cantos da terra. A Igreja verdadeira. A que fazemos parte, desde que tenhamos essa revelação, vinda diretamente do Pai até nós.
Jesus é a verdadeira pedra de esquina, aquela que os edificadores rejeitaram e que veio a ser principal, como está escrito em Salmos 118.22.
O Senhor disse que as portas do inferno não prevaleceriam sobre Sua igreja. Significa que nós, igreja, precisamos ir contra o inferno. A igreja não foi feita para ficar plantada em quatro paredes. Precisamos avançar, declarando quem o Senhor é.
Temos autoridade, dada por Ele, chaves do Reino dos céus. Chaves que ligam nos céus aquilo que ligarmos na terra. Precisamos descobrir o poder da oração. E usar esse poder, para levar o Reino dos céus aos quatro cantos desta terra, a começar pelo lugar onde estamos.
Muitas coisas precisam acontecer e estão esperando nossas orações. Temos essa chave em nossas mãos.
Jesus ordenou que os discípulos não contassem a ninguém que Ele era o Cristo. Ainda não era a hora.
Desde então, o Senhor começou a explicar-lhes a necessidade dEle ir a Jerusalém e sofrer nas mãos dos líderes religiosos, dos chefes dos sacerdotes e mestres da lei, até ser morto e ressuscitar ao terceiro dia.
Após terem a revelação de quem o Senhor Jesus é, Ele passa a dizer o que irá acontecer. É sempre assim. Um passo após o outro. Uma revelação após outra. Como as águas de Ezequiel, que iam ficando cada vez mais fundas à medida que ele prosseguia (Ezequiel 47).
Mas Pedro, que anteriormente havia tido uma revelação do Pai, agora se deixa ser usado pelo inimigo das nossas almas. Chama Jesus de lado e começa a dizer que a fala do Senhor não iria acontecer de jeito nenhum.
Jesus nem pestaneja. Simplesmente o repreende. Dizendo que naquele momento Pedro era uma pedra de tropeço e não de sustentação, pois estava pensando nas coisas terrenas e não nas celestiais.
Que tipo de pedra temos sido? Temos tido a revelação do Pai de quem Jesus é e, baseados nessa revelação temos deixado que Ele edifique Sua igreja em nós e através de nós? Ou temos sido pedra de tropeço, pensando no que é humano e não no que é de Deus?
Todos os dias precisamos fazer essa escolha. À semelhança de Jesus, por sermos Seus seguidores, somos pedras. Somos pedra que pode ser usada para edificação ou para tropeço. O que tenho sido? E você?
Já reparou que essa pergunta sempre está diante de nós?
Joio ou trigo? http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-joio-ou-trigo.html
Árvore que produz bons frutos ou maus? http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/que-tipo-de-arvores-somos.html
Terra boa ou má? http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/espalhando-semente.html
Andar por fé ou vista? http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/jairo-aquele-que-ilumina.html
Crer ou duvidar? http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-ordem-e-nao-temas.html
Pedra de sustentação ou pedra de tropeço?
Uma das coisas que me impressionou em Israel foi a quantidade de pedras pelo caminho. Para todos os lados. Agora, sento em uma. Preciso pensar. Analisar. Verificar minha vida. Minhas escolhas. Sente-se comigo.
Amanhã prosseguimos.
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