Leitura do dia 14/09.
Na postagem anterior acompanhamos a visão de Daniel com o carneiro e o bode. Com muita revelação. Que ele não entendeu.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-81-27.html
Agora, caminharemos através do capítulo nove de Daniel.
Era o primeiro ano de Dario, o medo, filho de Assuero (Xerxes), que se tornou rei dos babilônios.
Daniel era um estudioso da palavra do Senhor. Como devemos ser.
Estava estudando a palavra revelada ao profeta Jeremias e compreendeu que Jerusalém devia permanecer desolada por um período de setenta anos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-251-2722.html
A partir dessa compreensão, voltou-se para o Senhor. Suplicou-Lhe com oração e jejum. Vestiu panos de saco e colocou cinzas sobre sua cabeça.
Orou ao Senhor e confessou Sua grandeza e Seu amor leal. Confessou os pecados de seu povo, identificando-se como um dos pecadores. Como também devemos orar.
Estavam em vergonha com tudo que acontecera. Porque pecaram contra o Senhor. Não ouviram os profetas que o Senhor enviara. Não foram fiéis. Não se arrependeram. Não se voltaram para Ele.
O Senhor cumprira tudo que prometera, por causa da apostasia. Agora estavam desolados.
Nunca aconteceu uma calamidade tão terrível como a que aconteceu em Jerusalém. Todas as maldições escritas na Lei de Moisés se cumpriram. Nem assim, se arrependeram. Nem quiseram buscar Sua misericórdia. Ao contrário, afastaram-se dEle.
Daniel clamou que o Senhor desviasse Sua furiosa ira de Jerusalém. Como resultado do pecado (deles e de seus antepassados), todas as nações vizinhas zombavam de Jerusalém e de Seu povo. Não eram benção para essas nações, como a ordem do Senhor dada a Abraão (Gênesis 12.1-3).
Que o Senhor ouvisse sua súplica, por causa dEle mesmo. Por causa de Sua misericórdia, ainda que não merecessem ser ouvidos.
Que o senhor ouvisse. Perdoasse. Atendesse. E Agisse. Tudo por causa dEle mesmo. Que não demorasse. Seu povo e Sua cidade carregavam Seu nome. E estavam desolados.
Daniel continuou a orar e confessar seu pecado e o pecado de seu povo, Israel. Suplicando ao Senhor por Jerusalém, Seu santo monte.
Sua oração é maravilhosa. Carregada de humildade, adoração e confissão. Somente após, veio o pedido. Para toda uma nação.
Enquanto orava, Gabriel foi depressa até ele. Disse que veio dar-lhe percepção e entendimento. Assim que Daniel começou a orar, foi dada uma ordem e agora estava ali para lhe explicar que ordem era essa.
Daniel foi ouvido por ser muito precioso para o Senhor. Deveria ouvir com muita atenção o que Gabriel tinha a dizer. Para entender o significado da visão.
Foi dado um período de quatrocentos e noventa anos (2 Crônicas 36.19-21) para trazer justiça eterna. Depois de um tempo, o governante, o Ungido chegaria. Apesar de serem tempos difíceis, Jerusalém seria reconstruída com ruas e fortes defesas. Depois, o Ungido seria morto.
Passado um tempo, surgiria um governante cujos exércitos destruiriam Jerusalém e o templo. Até aqui fala sobre a primeira vinda do Senhor Jesus. E Sua morte.
Depois, algo que ainda não aconteceu. Um governante fará um tratado com muitos por um período de uma semana, representando sete anos. Um acordo de paz. Este governante profanará o templo do Senhor. Até que o destino para esse profanador seja finalmente derramado sobre ele. Quando o Ungido voltará para reinar eternamente.
Não sabemos exatamente como serão os próximos acontecimentos. Nem quando acontecerão. O Senhor disse para estarmos vigilantes. Prontos para esses acontecimentos.
Se tantas profecias ditas na Palavra foram cumpridas, acredite, as que ainda não se cumpriram, também serão cumpridas.
Que permaneçamos fiéis. Até àquele dia.
“Eu virei inesperadamente, como ladrão! Feliz é aquele que me espera alerta e mantém puras suas vestes, para que não precise andar nu e envergonhado”. – Apocalipse 16.15
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dez de Daniel. Até o fim.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 18 de setembro de 2019
Daniel 9.1-27
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segunda-feira, 6 de maio de 2019
Neemias 1.1-10
Leitura do dia 06/05.
Hoje iniciaremos nossa caminhada através das páginas de Neemias, um de meus livros preferidos.
Ontem vimos a viagem de Esdras a Jerusalém. Sua oração a respeito dos casamentos dos israelitas com mulheres das nações que o Senhor proibira.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-81-36.html
Também vimos a confissão do povo. Seu arrependimento. Seu conserto com o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-91-1044.html
O livro de Esdras termina no ano 457 a.C.. Existem muitos registros persas que confirmam seus relatos. assim como os de Neemias.
Agora, caminharemos através dos primeiros três capítulos do livro de Neemias. Nesta primeira postagem, o capítulo um.
O livro começa no ano 446 a.C., onze anos após o término de Esdras.
Neemias era copeiro do rei Artaxerxes, na fortaleza de Susã, capital do Império Persa. Sua função era de primordial importância. Era um homem de confiança do rei. Também era uma função periculosa. Provava tudo que o rei fosse comer e beber. Caso estivesse envenenado, ele morreria, não o rei. Por isso, com certeza, estava sempre supervisionando tudo que seria servido ao rei. Nos mínimos detalhes.
Seu irmão Hanani foi visitá-lo, junto com alguns homens que haviam retornado de Judá. Neemias, que não era um homem alheio, embora vivesse no palácio, perguntou sobre o estado dos judeus e de Jerusalém.
Responderam que as coisas não iam bem. Estavam passando dificuldades e humilhações. Os muros de Jerusalém ainda estavam derrubados e suas portas haviam sido destruídas pelo fogo.
Quando Neemias ouviu essas notícias, sentou-se e chorou. Seu coração se condoeu por seu povo e por Jerusalém. Passou dias lamentando, jejuando e orando ao Senhor. Algo precisava ser feito.
Até que um dia, orou confessando seu pecado, de sua família e de todos. Clamou por misericórdia. Implorou que o Senhor se lembrasse de Suas promessas, quando se arrependessem e se voltassem para Ele. Pediu que o Senhor lhe concedesse êxito, que o rei lhe fosse favorável naquele dia. Algo aconteceria. Pediria ajuda ao rei?
Veremos na próxima postagem.
Que sejamos como Neemias. Que notícias más movam nosso coração à oração, ao jejum, à intercessão e por fim, à ação.
Espero você. Até já.
Hoje iniciaremos nossa caminhada através das páginas de Neemias, um de meus livros preferidos.
Ontem vimos a viagem de Esdras a Jerusalém. Sua oração a respeito dos casamentos dos israelitas com mulheres das nações que o Senhor proibira.
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Também vimos a confissão do povo. Seu arrependimento. Seu conserto com o Senhor.
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O livro de Esdras termina no ano 457 a.C.. Existem muitos registros persas que confirmam seus relatos. assim como os de Neemias.
Agora, caminharemos através dos primeiros três capítulos do livro de Neemias. Nesta primeira postagem, o capítulo um.
O livro começa no ano 446 a.C., onze anos após o término de Esdras.
Neemias era copeiro do rei Artaxerxes, na fortaleza de Susã, capital do Império Persa. Sua função era de primordial importância. Era um homem de confiança do rei. Também era uma função periculosa. Provava tudo que o rei fosse comer e beber. Caso estivesse envenenado, ele morreria, não o rei. Por isso, com certeza, estava sempre supervisionando tudo que seria servido ao rei. Nos mínimos detalhes.
Seu irmão Hanani foi visitá-lo, junto com alguns homens que haviam retornado de Judá. Neemias, que não era um homem alheio, embora vivesse no palácio, perguntou sobre o estado dos judeus e de Jerusalém.
Responderam que as coisas não iam bem. Estavam passando dificuldades e humilhações. Os muros de Jerusalém ainda estavam derrubados e suas portas haviam sido destruídas pelo fogo.
Quando Neemias ouviu essas notícias, sentou-se e chorou. Seu coração se condoeu por seu povo e por Jerusalém. Passou dias lamentando, jejuando e orando ao Senhor. Algo precisava ser feito.
Até que um dia, orou confessando seu pecado, de sua família e de todos. Clamou por misericórdia. Implorou que o Senhor se lembrasse de Suas promessas, quando se arrependessem e se voltassem para Ele. Pediu que o Senhor lhe concedesse êxito, que o rei lhe fosse favorável naquele dia. Algo aconteceria. Pediria ajuda ao rei?
Veremos na próxima postagem.
Que sejamos como Neemias. Que notícias más movam nosso coração à oração, ao jejum, à intercessão e por fim, à ação.
Espero você. Até já.
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quarta-feira, 1 de maio de 2019
2 Crônicas 30.1-27
Leitura do dia 01/05.
Vamos continuar nossa caminhada através de 2 Crônicas.
Ontem vimos o reinado de Jotão e suas vitórias. Ele dirigia seus passos segundo o caminho e a vontade do Senhor. Quando morreu, Acaz tomou seu lugar. Abandonou o Senhor. Perdeu suas guerras. Vimos também que Israel, mesmo afastado do Senhor, ouviu o profeta Odede. Homens escolhidos reanimaram o exército perdedor de Judá. Quando morreu, Ezequias tomou o reino. Não seguiu o mau exemplo de seu pai. Abriu as portas da casa do Senhor. Conclamou os sacerdotes, levitas, chefes e o povo para restabelecer o culto e o serviço religioso no templo. Ainda orou pedindo perdão ao Senhor por todo Israel, não apenas por Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-271-9.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-281-27.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-291-36.html
Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos trinta a trinta e dois.
Ah, como amo Ezequias!
Depois da reconstrução do templo, enviou mensageiros por Israel e Judá. Convocou-os à Casa do Senhor, em Jerusalém, para celebrarem, juntos, a Páscoa.
Não considerou Israel um povo separado. Seu desejo, assim como o do Senhor, era que todos O buscassem.
Ele chegou a um consenso com seus príncipes, oficiais e a comunidade em Jerusalém, para realizarem a Páscoa no segundo mês. A celebração sofreu esse atraso em relação à data prescrita, porque não havia sacerdotes santificados em número suficiente. Também nem todos haviam conseguido chegar em Jerusalém. Essa solução pareceu boa aos olhos de Ezequias e de toda a assembleia.
Proclamaram em todo Israel, desde Berseba até Dã, convocando todos a estarem em Jerusalém para o sacrifício da Páscoa. Não a celebravam mais de acordo com o que estava escrito. Há muito tempo.
Os mensageiros percorreram Israel e Judá com cartas assinadas pelo rei e seus oficiais. Proclamavam que os israelitas voltassem para o Senhor, para que Ele voltasse Sua face aos que haviam escapado dos reis da Assíria. Não deveriam ser como seus antepassados, infiéis e desleais para com o Senhor. Nem deveriam ser teimosos, mas submissos ao Senhor. Deveriam entrar no santuário que Ele próprio havia consagrado para sempre. Cultuar e servir o Senhor, para que o fogo do juízo da Sua ira se desviasse deles. Diziam ainda que, se voltassem seus corações para o Senhor, seus irmãos, parentes e filhos encontrariam benevolência dos que os aprisionaram e os sujeitaram à escravidão. Retornariam para sua terra, pois o Senhor é bom e compassivo. Não desviaria Seu rosto, se voltassem para Ele.
Os mensageiros visitaram cidade por cidade. Chegaram até Zebulom. Mas o povo riu e zombou deles. Fizeram com que passassem por grande humilhação.
Porém, alguns homens de Aser, de Manassés e de Zebulom demonstraram ter um coração sensato e humilde. Decidiram ir a Jerusalém.
Em Judá, a mão do Senhor estava sobre o povo. Concedendo-lhes senso de unidade de pensamento para executarem o que o rei e seus oficiais haviam ordenado, de acordo com a Palavra do Senhor.
Ajuntou-se em Jerusalém, no segundo mês, grande multidão. Para celebrar a festa da Páscoa. Destruíram os altares pagãos que havia em Jerusalém. Tomaram os altares onde eram queimados incensos aos ídolos, juntaram tudo e jogaram no ribeiro do vale de Cedrom.
Imolaram o cordeiro da Páscoa no décimo quarto dia do segundo mês. Os sacerdotes e os levitas, envergonhados, consagraram-se e trouxeram holocaustos à Casa do Senhor. Assumiram seus postos no serviço religioso, em conformidade com o que está escrito na Lei de Moisés. Os sacerdotes aspergiram o sangue dos animais que os levitas lhes entregaram.
Ainda havia muitos na comunidade que não tinham se santificado. Os levitas sacrificaram os cordeiros da Páscoa em lugar e favor de quem não estava cerimonialmente limpo e, por isso, não podiam consagrar seu cordeiro pascal ao Senhor.
Muitos dos que vieram de Efraim, de Manassés, de Issacar e de Zebulom não tinham se purificado. Mesmo assim comeram a Páscoa, contrariando o que estava prescrito.
Ezequias orou por eles. Suplicou que o Senhor em Sua imensa bondade e misericórdia, perdoasse o erro e o pecado de todos que sinceramente tivessem o coração inclinado para buscá-Lo. Ainda que não estivessem cerimonialmente limpos, conforme as regras do santuário. O Senhor ouviu o apelo de Ezequias. E não castigou o povo.
Os israelitas que estavam em Jerusalém celebraram a festa da Páscoa por sete dias. Com grande júbilo. Os levitas e sacerdotes louvaram ao Senhor, todos os dias, com instrumentos de grande ressonância e estridência, cantando a plenos pulmões. Como deve ter sido lindo, o som ecoando pelas ruas de Jerusalém.
Ezequias demostrou sua aprovação a todos os levitas de grande capacidade no serviço do Senhor. Foram aprovados pelo rei. E pelo Senhor.
Comeram das ofertas da festa por sete dias. Sacrificando ofertas de paz e dando graças ao Eterno.
Toda a comunidade decidiu prolongar a grande festa por mais sete dias. Celebraram-na com muita alegria. Ninguém queria sair da presença do Senhor.
Ezequias forneceu mil novilhos e sete mil ovelhas e bodes à comunidade para os sacrifícios. Os chefes ofereceram mil novilhos e dez mil ovelhas. E muitos sacerdotes se consagraram.
Assim, todo Judá se alegrou, junto com os sacerdotes e levitas, e com todos que haviam atendido ao convite, vindos de Israel. Vieram, inclusive, os estrangeiros que viviam nos territórios de Israel e Judá e temiam ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Houve grande alegria em Jerusalém. Desde os dias de Salomão não havia um evento de tais proporções na cidade.
Os sacerdotes e os levitas se levantaram. Tomaram posição para abençoar o povo. O Senhor os ouviu. Suas orações chegaram aos céus.
Não é maravilhoso como Ezequias era comprometido com o Senhor? Seu coração desejava que todos estivessem na presença do Senhor. Não levantou um grande exército para conquistar o que ainda existia de Israel. Seu coração clamava para que o remanescente se arrependesse e se voltasse para o Senhor. Para ele, não importava poder, importava conversão.
É tão bom ver que Ezequias amava mais as pessoas que as regras. Permitiu aos que não estavam cerimonialmente limpos a participarem da Páscoa. E orou por eles.
Os sacerdotes e levitas também. Não apontaram seus dedos, condenando. Sacrificaram o cordeiro pascoal para os que não podiam sacrificar. Simples assim.
Jerusalém estava em festa! Os levitas e sacerdotes tocavam seus instrumentos e cantavam com todo entusiasmo e força. A pleno pulmões. Ouvia-se o som ecoando por todas as ruas de Jerusalém.
Foi um tempo maravilhoso. Ninguém queria sair da presença do Senhor. Concordaram em ficar mais sete dias celebrando. Ezequias e seus oficiais ficaram tão satisfeitos que doaram ovelhas, novilhas e bodes.
Quando terminaram a festa, os sacerdotes e levitas se levantaram. Tomaram suas posições. Impuseram suas mãos sobre o povo. Abençoaram para que retornassem às suas casas.
Meu coração se enche de alegria ao ver o povo disposto em servir ao Senhor.
Que sejamos assim, dispostos a serví-Lo.
Que desejemos que todos O sirvam também, convidando a todos. Ainda que haja rejeição e humilhação. Aqueles que forem sensatos ouvirão e responderão ao convite.
Que a boa mão do Senhor esteja sobre nós, como esteve com o povo em Judá, e nos conceda unidade de pensamento para agirmos de acordo com a Palavra do Senhor. De acordo com Sua vontade.
Que nos posicionemos como os levitas e sacerdotes. Nas posições ordenadas pelo Senhor. Para Seu serviço. Para abençoar o povo. Para Sua glória.
Que sejamos disponíveis, como os levitas e sacerdotes.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/tempo-de-festa.html
Vamos continuar nossa caminhada através de 2 Crônicas.
Ontem vimos o reinado de Jotão e suas vitórias. Ele dirigia seus passos segundo o caminho e a vontade do Senhor. Quando morreu, Acaz tomou seu lugar. Abandonou o Senhor. Perdeu suas guerras. Vimos também que Israel, mesmo afastado do Senhor, ouviu o profeta Odede. Homens escolhidos reanimaram o exército perdedor de Judá. Quando morreu, Ezequias tomou o reino. Não seguiu o mau exemplo de seu pai. Abriu as portas da casa do Senhor. Conclamou os sacerdotes, levitas, chefes e o povo para restabelecer o culto e o serviço religioso no templo. Ainda orou pedindo perdão ao Senhor por todo Israel, não apenas por Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-271-9.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-281-27.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-291-36.html
Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos trinta a trinta e dois.
Ah, como amo Ezequias!
Depois da reconstrução do templo, enviou mensageiros por Israel e Judá. Convocou-os à Casa do Senhor, em Jerusalém, para celebrarem, juntos, a Páscoa.
Não considerou Israel um povo separado. Seu desejo, assim como o do Senhor, era que todos O buscassem.
Ele chegou a um consenso com seus príncipes, oficiais e a comunidade em Jerusalém, para realizarem a Páscoa no segundo mês. A celebração sofreu esse atraso em relação à data prescrita, porque não havia sacerdotes santificados em número suficiente. Também nem todos haviam conseguido chegar em Jerusalém. Essa solução pareceu boa aos olhos de Ezequias e de toda a assembleia.
Proclamaram em todo Israel, desde Berseba até Dã, convocando todos a estarem em Jerusalém para o sacrifício da Páscoa. Não a celebravam mais de acordo com o que estava escrito. Há muito tempo.
Os mensageiros percorreram Israel e Judá com cartas assinadas pelo rei e seus oficiais. Proclamavam que os israelitas voltassem para o Senhor, para que Ele voltasse Sua face aos que haviam escapado dos reis da Assíria. Não deveriam ser como seus antepassados, infiéis e desleais para com o Senhor. Nem deveriam ser teimosos, mas submissos ao Senhor. Deveriam entrar no santuário que Ele próprio havia consagrado para sempre. Cultuar e servir o Senhor, para que o fogo do juízo da Sua ira se desviasse deles. Diziam ainda que, se voltassem seus corações para o Senhor, seus irmãos, parentes e filhos encontrariam benevolência dos que os aprisionaram e os sujeitaram à escravidão. Retornariam para sua terra, pois o Senhor é bom e compassivo. Não desviaria Seu rosto, se voltassem para Ele.
Os mensageiros visitaram cidade por cidade. Chegaram até Zebulom. Mas o povo riu e zombou deles. Fizeram com que passassem por grande humilhação.
Porém, alguns homens de Aser, de Manassés e de Zebulom demonstraram ter um coração sensato e humilde. Decidiram ir a Jerusalém.
Em Judá, a mão do Senhor estava sobre o povo. Concedendo-lhes senso de unidade de pensamento para executarem o que o rei e seus oficiais haviam ordenado, de acordo com a Palavra do Senhor.
Ajuntou-se em Jerusalém, no segundo mês, grande multidão. Para celebrar a festa da Páscoa. Destruíram os altares pagãos que havia em Jerusalém. Tomaram os altares onde eram queimados incensos aos ídolos, juntaram tudo e jogaram no ribeiro do vale de Cedrom.
Imolaram o cordeiro da Páscoa no décimo quarto dia do segundo mês. Os sacerdotes e os levitas, envergonhados, consagraram-se e trouxeram holocaustos à Casa do Senhor. Assumiram seus postos no serviço religioso, em conformidade com o que está escrito na Lei de Moisés. Os sacerdotes aspergiram o sangue dos animais que os levitas lhes entregaram.
Ainda havia muitos na comunidade que não tinham se santificado. Os levitas sacrificaram os cordeiros da Páscoa em lugar e favor de quem não estava cerimonialmente limpo e, por isso, não podiam consagrar seu cordeiro pascal ao Senhor.
Muitos dos que vieram de Efraim, de Manassés, de Issacar e de Zebulom não tinham se purificado. Mesmo assim comeram a Páscoa, contrariando o que estava prescrito.
Ezequias orou por eles. Suplicou que o Senhor em Sua imensa bondade e misericórdia, perdoasse o erro e o pecado de todos que sinceramente tivessem o coração inclinado para buscá-Lo. Ainda que não estivessem cerimonialmente limpos, conforme as regras do santuário. O Senhor ouviu o apelo de Ezequias. E não castigou o povo.
Os israelitas que estavam em Jerusalém celebraram a festa da Páscoa por sete dias. Com grande júbilo. Os levitas e sacerdotes louvaram ao Senhor, todos os dias, com instrumentos de grande ressonância e estridência, cantando a plenos pulmões. Como deve ter sido lindo, o som ecoando pelas ruas de Jerusalém.
Ezequias demostrou sua aprovação a todos os levitas de grande capacidade no serviço do Senhor. Foram aprovados pelo rei. E pelo Senhor.
Comeram das ofertas da festa por sete dias. Sacrificando ofertas de paz e dando graças ao Eterno.
Toda a comunidade decidiu prolongar a grande festa por mais sete dias. Celebraram-na com muita alegria. Ninguém queria sair da presença do Senhor.
Ezequias forneceu mil novilhos e sete mil ovelhas e bodes à comunidade para os sacrifícios. Os chefes ofereceram mil novilhos e dez mil ovelhas. E muitos sacerdotes se consagraram.
Assim, todo Judá se alegrou, junto com os sacerdotes e levitas, e com todos que haviam atendido ao convite, vindos de Israel. Vieram, inclusive, os estrangeiros que viviam nos territórios de Israel e Judá e temiam ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Houve grande alegria em Jerusalém. Desde os dias de Salomão não havia um evento de tais proporções na cidade.
Os sacerdotes e os levitas se levantaram. Tomaram posição para abençoar o povo. O Senhor os ouviu. Suas orações chegaram aos céus.
Não é maravilhoso como Ezequias era comprometido com o Senhor? Seu coração desejava que todos estivessem na presença do Senhor. Não levantou um grande exército para conquistar o que ainda existia de Israel. Seu coração clamava para que o remanescente se arrependesse e se voltasse para o Senhor. Para ele, não importava poder, importava conversão.
É tão bom ver que Ezequias amava mais as pessoas que as regras. Permitiu aos que não estavam cerimonialmente limpos a participarem da Páscoa. E orou por eles.
Os sacerdotes e levitas também. Não apontaram seus dedos, condenando. Sacrificaram o cordeiro pascoal para os que não podiam sacrificar. Simples assim.
Jerusalém estava em festa! Os levitas e sacerdotes tocavam seus instrumentos e cantavam com todo entusiasmo e força. A pleno pulmões. Ouvia-se o som ecoando por todas as ruas de Jerusalém.
Foi um tempo maravilhoso. Ninguém queria sair da presença do Senhor. Concordaram em ficar mais sete dias celebrando. Ezequias e seus oficiais ficaram tão satisfeitos que doaram ovelhas, novilhas e bodes.
Quando terminaram a festa, os sacerdotes e levitas se levantaram. Tomaram suas posições. Impuseram suas mãos sobre o povo. Abençoaram para que retornassem às suas casas.
Meu coração se enche de alegria ao ver o povo disposto em servir ao Senhor.
Que sejamos assim, dispostos a serví-Lo.
Que desejemos que todos O sirvam também, convidando a todos. Ainda que haja rejeição e humilhação. Aqueles que forem sensatos ouvirão e responderão ao convite.
Que a boa mão do Senhor esteja sobre nós, como esteve com o povo em Judá, e nos conceda unidade de pensamento para agirmos de acordo com a Palavra do Senhor. De acordo com Sua vontade.
Que nos posicionemos como os levitas e sacerdotes. Nas posições ordenadas pelo Senhor. Para Seu serviço. Para abençoar o povo. Para Sua glória.
Que sejamos disponíveis, como os levitas e sacerdotes.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/tempo-de-festa.html
domingo, 10 de fevereiro de 2019
Josias rasga suas vestes
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos que o Livro da Lei, que deveria estar à cabeceira do rei e na mão do sumo-sacerdote estava desaparecido e foi encontrado.
Hilquias o encontrou e entregou a Safã, escrivão e secretário do rei. Safã e o leu e depois levou até o rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/acharam-o-livro-da-lei-e-agora.html
Hoje caminharemos ainda através das páginas do capítulo vinte e dois. Do versículo onze ao versículo vinte.
Quando o rei ouviu a leitura do Livro da Lei, levantou-se indignado. Rasgou suas vestes, em sinal de humilhação.
Imediatamente ordenou ao sacerdote Hilquias, a Aicão, a Acbor e a Safã que fossem consultar ao Senhor por ele e por todo o povo, com relação às palavras do Livro. Com certeza era grande o furor do Senhor. Seus antepassados não obedeceram o que estava escrito.
Os quatro partiram. Foram até Hulda, a profetiza. Ela era esposa de Salum, responsável pelo guarda-roupa e vestes sagradas do templo. Morava na parte baixa de Jerusalém, um bairro novo que ali se formara.
Hulda lhes comunicou a Palavra do Senhor. O Senhor ordenou que dissessem ao rei que Ele traria castigo sobre Judá e seus moradores, de acordo com todas as palavras do Livro que ele havia lido. Tudo porque O desprezaram e queimaram incenso sagrado a outros deuses, provocando-O à ira por meio de todas as obras das suas mãos. O Seu furor havia se acendido contra Judá e não se extinguiria.
Também deveriam dizer ao rei que, porque seu coração se moveu e ele se humilhou na presença do Senhor, tão logo ouviu as palavras do Livro e, indignado rasgou suas vestes, e pranteou seu arrependimento diante dEle, também Ele o ouviu. Por esse motivo, o Senhor o recolheria e os seus olhos não contemplariam o severo castigo que enviaria sobre aquele povo e aquele lugar.
Assim que a mensagem foi entregue, aqueles quatro emissários voltaram, levando a resposta do Senhor ao rei.
Como Josias reagirá ao ouvir a Palavra do Senhor?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
Ontem vimos que o Livro da Lei, que deveria estar à cabeceira do rei e na mão do sumo-sacerdote estava desaparecido e foi encontrado.
Hilquias o encontrou e entregou a Safã, escrivão e secretário do rei. Safã e o leu e depois levou até o rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/acharam-o-livro-da-lei-e-agora.html
Hoje caminharemos ainda através das páginas do capítulo vinte e dois. Do versículo onze ao versículo vinte.
Quando o rei ouviu a leitura do Livro da Lei, levantou-se indignado. Rasgou suas vestes, em sinal de humilhação.
Imediatamente ordenou ao sacerdote Hilquias, a Aicão, a Acbor e a Safã que fossem consultar ao Senhor por ele e por todo o povo, com relação às palavras do Livro. Com certeza era grande o furor do Senhor. Seus antepassados não obedeceram o que estava escrito.
Os quatro partiram. Foram até Hulda, a profetiza. Ela era esposa de Salum, responsável pelo guarda-roupa e vestes sagradas do templo. Morava na parte baixa de Jerusalém, um bairro novo que ali se formara.
Hulda lhes comunicou a Palavra do Senhor. O Senhor ordenou que dissessem ao rei que Ele traria castigo sobre Judá e seus moradores, de acordo com todas as palavras do Livro que ele havia lido. Tudo porque O desprezaram e queimaram incenso sagrado a outros deuses, provocando-O à ira por meio de todas as obras das suas mãos. O Seu furor havia se acendido contra Judá e não se extinguiria.
Também deveriam dizer ao rei que, porque seu coração se moveu e ele se humilhou na presença do Senhor, tão logo ouviu as palavras do Livro e, indignado rasgou suas vestes, e pranteou seu arrependimento diante dEle, também Ele o ouviu. Por esse motivo, o Senhor o recolheria e os seus olhos não contemplariam o severo castigo que enviaria sobre aquele povo e aquele lugar.
Assim que a mensagem foi entregue, aqueles quatro emissários voltaram, levando a resposta do Senhor ao rei.
Como Josias reagirá ao ouvir a Palavra do Senhor?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Prisioneiros
Continuamos nossa caminhada através de 2 Crônicas.
Ontem vimos que Jotão dirigia seus passos segundo a vontade do Senhor. Por isso, foi tornando-se mais poderoso e conhecido.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/andando-corretamente.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo vinte e oito.
Acaz estava com vinte anos quando começou a reinar. Reinou dezesseis anos.
Não fez o que é justo e agradável aos olhos do Senhor, como Davi, seu antepassado. Imitou os reis de Israel. Até mandou construir ídolos e imagens fundidas para os baalins. Queimou perfumes sagrados no vale do filho de Hinon. Chegou a sacrificar seus próprios filhos no fogo, como as nações pagãs faziam. As nações que o Senhor havia expulsado, pelos seus maus caminhos.
Acaz sacrificava e queimava incenso nos altares, nas colinas e até debaixo de toda grande árvore verdejante.
Por esse motivo, o Senhor o entregou nas mãos do rei da Síria. Eles o derrotaram. Fizeram muitos prisioneiros. Levaram-nos cativos para Damasco, longe de suas terras. O pecado nos afasta de nosso lugar de direito.
Israel também lutou contra Acaz. Ele sofreu uma grande derrota. Em apenas um dia de batalha, Peca, filho de Remalias, matou cento e vinte mil guerreiros valorosos de Judá. Tudo porque Judá abandonou o Senhor.
Zicri, poderoso soldado de Efraim, matou Maaseias, filho do rei. Matou também Azricão, mordomo do palácio e Elcana, o segundo depois do rei. Israel levou duzentos mil, entre mulheres, meninos e meninas, presos para Samaria. Saquearam deles grande despojo.
O pecado de Judá fez com que os homens morressem e suas mulheres e filhos fossem levados cativos. Que terrível! Que responsabilidade temos para com nossa casa. Não podemos nos desviar do Caminho.
Em Samaria havia um profeta do Senhor, chamado Odede. Ele foi ao encontro do exército que voltava da guerra. Advertiu-os dizendo que o Senhor estava irado com Judá, por isso os entregara a Israel, mas eles haviam matado seus irmãos com tamanho ódio e violência que sua maldade ficou evidente nos céus. E agora, ainda queriam sujeitar o povo de Judá e de Jerusalém à condição de escravos. Eles, que também eram culpados diante do Senhor. Odede pediu-lhes que o atendessem e fizessem voltar os presos que haviam tomado, pois a ira do Senhor já estava contra eles.
Então, alguns homens dentre os chefes de Efraim levantaram-se e disseram que esses israelitas não entrariam em suas terras, acrescentando aos seus erros e pecados mais esta culpa de fazerem seus próprios irmãos de escravos. Disseram que sua culpa já era muito grande e a brasa da ira do Senhor já estava sobre suas cabeças.
Embora o povo de Israel estivesse distante do Senhor, quando os soldados ouviram essas palavras, abandonaram os presos e o despojo. Colocaram tudo diante dos príncipes e de toda a congregação.
Então, certos homens, designados nominalmente, puseram-se a reconfortar e encorajar os prisioneiros. Ah, como isso é lindo! Esses homens eram conhecidos por seus atos, por isso foram designados nominalmente para essa bendita tarefa.
Usando o próprio despojo, vestiram todos que estavam nus. Deram-lhes roupa, calçado, alimento, bebida e abrigo. Depois colocaram os fracos e feridos sobre animais de cargas, até seus irmãos que estavam em Jericó. Em seguida retornaram para Samaria.
Nessa época, os edomitas atacaram Judá mais uma vez. Derrotaram-na e fizeram muitos cativos. Os filisteus invadiram as cidades da planície e do sul de Judá. Também tomaram Bete-Semes, Aijalom, Gederote, Socó e seus povoados, Timna e suas aldeias, Ginzo e seus arredores, estabelecendo-se ali.
Tudo porque o Senhor humilhou Judá, por causa dos pecados de Acaz.
Ele foi responsável por conduzir Judá a pecar de modo desenfreado. Por essa razão, o Senhor desprezou completamente Judá. Que terrível ser conhecido dessa forma e ter um povo inteiro desprezado por sua conduta.
Acaz pediu ajuda aos reis da Assíria. Ele pegou alguns objetos valiosos dos despojos que estavam guardados na Casa do Senhor, e também tesouros que estavam no palácio real e na casa dos príncipes.
Entregou tudo a Tiglate-Pileser, rei da Assíria. Contudo, isso não o ajudou em nada. Tiglate-Pileser veio e, ao invés de servir de ajuda, causou a Acaz problemas ainda maiores.
O Senhor tentou atraí-lo de diversas formas, mas seu coração não se voltava para o Senhor, não se arrependia. Mesmo nesse tempo em que passou por várias provações, Acaz não mudou sua atitude. Pelo contrário, tornou-se ainda mais infiel ao Senhor. Chegou a oferecer sacrifícios às divindades pagãs de Damasco, que o haviam derrotado. Em sua vã imaginação, creu que os deuses da Síria os haviam ajudado, então o socorreriam. Essa devoção foi precisamente a causa da sua queda fatal e da ruína de todo o Israel.
O Senhor abomina a idolatria. Só Ele é o Senhor.
Acaz juntou os utensílios da casa do Senhor, fê-los em pedaços e fechou as portas do templo do Senhor. Ainda fez altares pagãos em todos os cantos de Jerusalém. Além disso, em cada cidade de Judá, mandou construir altares idólatras para queimar sacrifícios e perfumes a outros deuses, provocando a ira do Senhor.
Você pode imaginar? Ele pegou os utensílios da casa do Senhor e os fez em pedaços. Ainda fechou as portas do templo. Sua decadência só ia piorando. Além disso, fez altares aos falsos deuses, em todos os cantos de Jerusalém.
Acaz morreu e foi sepultado em Jerusalém. Mas não no túmulo dos grandes reis.
Seu filho Ezequias reinou em seu lugar.
Que possamos ser como Odede. Enquanto o povo estava longe do Senhor, ele possuía e entregava Sua Palavra, Suas exortações.
Que não façamos de nossos irmãos, escravos, ainda que estejam longe do Senhor. Na verdade, eles precisam ser cuidados. E devolvidos a seus lugares.
Que sejamos como aqueles homens de Efraim que desejavam limpar suas vidas e não permitiram que mais pecado entrasse em suas cidades.
Que sejamos como os homens citados nominalmente para cuidar, encorajar e fortalecer os que haviam sido levados cativos e que os devolvamos aos seus respectivos lugares.
Que sejamos homens e mulheres, conhecidos pelos seus nomes, chamados para o Senhor, para mostrar o caminho de volta a Ele.
https://www.youtube.com/watch?v=tFmNYHeuIrc&list=RDtFmNYHeuIrc&start_radio=1
Amanhã continuamos. Espero você.
Ontem vimos que Jotão dirigia seus passos segundo a vontade do Senhor. Por isso, foi tornando-se mais poderoso e conhecido.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/andando-corretamente.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo vinte e oito.
Acaz estava com vinte anos quando começou a reinar. Reinou dezesseis anos.
Não fez o que é justo e agradável aos olhos do Senhor, como Davi, seu antepassado. Imitou os reis de Israel. Até mandou construir ídolos e imagens fundidas para os baalins. Queimou perfumes sagrados no vale do filho de Hinon. Chegou a sacrificar seus próprios filhos no fogo, como as nações pagãs faziam. As nações que o Senhor havia expulsado, pelos seus maus caminhos.
Acaz sacrificava e queimava incenso nos altares, nas colinas e até debaixo de toda grande árvore verdejante.
Por esse motivo, o Senhor o entregou nas mãos do rei da Síria. Eles o derrotaram. Fizeram muitos prisioneiros. Levaram-nos cativos para Damasco, longe de suas terras. O pecado nos afasta de nosso lugar de direito.
Israel também lutou contra Acaz. Ele sofreu uma grande derrota. Em apenas um dia de batalha, Peca, filho de Remalias, matou cento e vinte mil guerreiros valorosos de Judá. Tudo porque Judá abandonou o Senhor.
Zicri, poderoso soldado de Efraim, matou Maaseias, filho do rei. Matou também Azricão, mordomo do palácio e Elcana, o segundo depois do rei. Israel levou duzentos mil, entre mulheres, meninos e meninas, presos para Samaria. Saquearam deles grande despojo.
O pecado de Judá fez com que os homens morressem e suas mulheres e filhos fossem levados cativos. Que terrível! Que responsabilidade temos para com nossa casa. Não podemos nos desviar do Caminho.
Em Samaria havia um profeta do Senhor, chamado Odede. Ele foi ao encontro do exército que voltava da guerra. Advertiu-os dizendo que o Senhor estava irado com Judá, por isso os entregara a Israel, mas eles haviam matado seus irmãos com tamanho ódio e violência que sua maldade ficou evidente nos céus. E agora, ainda queriam sujeitar o povo de Judá e de Jerusalém à condição de escravos. Eles, que também eram culpados diante do Senhor. Odede pediu-lhes que o atendessem e fizessem voltar os presos que haviam tomado, pois a ira do Senhor já estava contra eles.
Então, alguns homens dentre os chefes de Efraim levantaram-se e disseram que esses israelitas não entrariam em suas terras, acrescentando aos seus erros e pecados mais esta culpa de fazerem seus próprios irmãos de escravos. Disseram que sua culpa já era muito grande e a brasa da ira do Senhor já estava sobre suas cabeças.
Embora o povo de Israel estivesse distante do Senhor, quando os soldados ouviram essas palavras, abandonaram os presos e o despojo. Colocaram tudo diante dos príncipes e de toda a congregação.
Então, certos homens, designados nominalmente, puseram-se a reconfortar e encorajar os prisioneiros. Ah, como isso é lindo! Esses homens eram conhecidos por seus atos, por isso foram designados nominalmente para essa bendita tarefa.
Usando o próprio despojo, vestiram todos que estavam nus. Deram-lhes roupa, calçado, alimento, bebida e abrigo. Depois colocaram os fracos e feridos sobre animais de cargas, até seus irmãos que estavam em Jericó. Em seguida retornaram para Samaria.
Nessa época, os edomitas atacaram Judá mais uma vez. Derrotaram-na e fizeram muitos cativos. Os filisteus invadiram as cidades da planície e do sul de Judá. Também tomaram Bete-Semes, Aijalom, Gederote, Socó e seus povoados, Timna e suas aldeias, Ginzo e seus arredores, estabelecendo-se ali.
Tudo porque o Senhor humilhou Judá, por causa dos pecados de Acaz.
Ele foi responsável por conduzir Judá a pecar de modo desenfreado. Por essa razão, o Senhor desprezou completamente Judá. Que terrível ser conhecido dessa forma e ter um povo inteiro desprezado por sua conduta.
Acaz pediu ajuda aos reis da Assíria. Ele pegou alguns objetos valiosos dos despojos que estavam guardados na Casa do Senhor, e também tesouros que estavam no palácio real e na casa dos príncipes.
Entregou tudo a Tiglate-Pileser, rei da Assíria. Contudo, isso não o ajudou em nada. Tiglate-Pileser veio e, ao invés de servir de ajuda, causou a Acaz problemas ainda maiores.
O Senhor tentou atraí-lo de diversas formas, mas seu coração não se voltava para o Senhor, não se arrependia. Mesmo nesse tempo em que passou por várias provações, Acaz não mudou sua atitude. Pelo contrário, tornou-se ainda mais infiel ao Senhor. Chegou a oferecer sacrifícios às divindades pagãs de Damasco, que o haviam derrotado. Em sua vã imaginação, creu que os deuses da Síria os haviam ajudado, então o socorreriam. Essa devoção foi precisamente a causa da sua queda fatal e da ruína de todo o Israel.
O Senhor abomina a idolatria. Só Ele é o Senhor.
Acaz juntou os utensílios da casa do Senhor, fê-los em pedaços e fechou as portas do templo do Senhor. Ainda fez altares pagãos em todos os cantos de Jerusalém. Além disso, em cada cidade de Judá, mandou construir altares idólatras para queimar sacrifícios e perfumes a outros deuses, provocando a ira do Senhor.
Você pode imaginar? Ele pegou os utensílios da casa do Senhor e os fez em pedaços. Ainda fechou as portas do templo. Sua decadência só ia piorando. Além disso, fez altares aos falsos deuses, em todos os cantos de Jerusalém.
Acaz morreu e foi sepultado em Jerusalém. Mas não no túmulo dos grandes reis.
Seu filho Ezequias reinou em seu lugar.
Que possamos ser como Odede. Enquanto o povo estava longe do Senhor, ele possuía e entregava Sua Palavra, Suas exortações.
Que não façamos de nossos irmãos, escravos, ainda que estejam longe do Senhor. Na verdade, eles precisam ser cuidados. E devolvidos a seus lugares.
Que sejamos como aqueles homens de Efraim que desejavam limpar suas vidas e não permitiram que mais pecado entrasse em suas cidades.
Que sejamos como os homens citados nominalmente para cuidar, encorajar e fortalecer os que haviam sido levados cativos e que os devolvamos aos seus respectivos lugares.
Que sejamos homens e mulheres, conhecidos pelos seus nomes, chamados para o Senhor, para mostrar o caminho de volta a Ele.
https://www.youtube.com/watch?v=tFmNYHeuIrc&list=RDtFmNYHeuIrc&start_radio=1
Amanhã continuamos. Espero você.
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