Continuamos nossa caminhada pelas páginas do livro de 2 Reis.
Ontem vimos que três reis se reuniram para guerrear contra Moabe, que havia se rebelado. Mas, após sete dias de caminhada, a água acabou.
Jorão acreditava que a água havia acabado porque o Senhor os havia reunido para serem mortos por Moabe.
Josafá pediu que consultassem um homem de Deus. Foram atrás de Eliseu. Queriam uma palavra do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/sera-o-fim.html
Hoje, caminharemos ainda através do capitulo três. Do versículo dezesseis ao vinte e sete.
Eliseu lhes transmitiu Sua palavra. Deveriam cavar muitos poços naquele vale.
Não sentiriam vento, nem veriam chuva, mas aquele vale se encheria de água, água boa, e saciaria a sede de todo o exército, do rebanho e até dos animais de carga.
Mas tinha mais. O Senhor achava isso pouco. Além de saciá-los de água, Ele entregaria Moabe em suas mãos.
Eles destruiriam todas as cidades fortificadas, cortariam todas as árvores frutíferas, tapariam todas as nascentes e cobririam de pedras todos os campos férteis. Destruição total. Sem cidades, sem árvores, sem água, sem campo fértil. Sem nada.
Ao raiar o dia seguinte, na hora do sacrifício matinal, muita água veio descendo da direção de Edom. Alagou toda a região. Sem vento, nem chuva. Silenciosamente. Foi descendo e enchendo os poços.
Quando os moabitas souberam que os três reis tinham ido para atacá-los, todos que eram capazes de empunhar armas, das crianças aos mais idosos, foram convocados. Tomaram posição de guerra na fronteira.
Ao alvorecer do dia seguinte, quando se levantaram, o sol começou a refletir seu brilho sobre as águas. Não sabiam o que havia acontecido. Por isso, não houve vento, nem chuva. Assim, não havia como ter água naquele vale. Eles viram de longe águas vermelhas que lhes pareciam sangue.
Exclamaram assustados! Com toda a certeza aqueles reis haviam lutado entre si e se matado uns aos outros. O que não era raro acontecer.
Diante disso, ordenaram que todos fossem à pilhagem. Quando se aproximaram do acampamento dos israelitas, estes se levantaram, atacando-os.
Os moabitas fugiram, surpresos. Foram perseguidos até que entraram em seu território. Que foi arrasado, conforme a palavra do Senhor dita através de Eliseu.
Destruíram suas cidades. E à medida que as tropas passavam sobre os campos férteis, iam jogando pedras. Cada homem lançava uma, até que todo o solo cultivável ficou coberto. Taparam todas as nascentes e derrubaram todas as árvores frutíferas. Restou apenas a capital de Moabe. Ainda assim, os soldados armados de atiradeiras a cercaram e a atacaram.
Quando o rei de Moabe percebeu que seria vencido, conduziu pessoalmente setecentos homens, hábeis com espada. Tentaram forçar passagem até o rei de Edom, mas não teve sucesso.
Desesperado, tomou seu filho mais velho, que seria sucessor do trono, e o sacrificou ao deus dos moabitas, Camos, sobre o muro da cidade.
Diante disso, Israel sentiu uma grande ira divina. Saíram dali e voltaram para a sua terra, indignados.
Quantas lições a aprender com esse texto!
A água acabou? Não significa que o Senhor “tramou” nos destruir. Pelo contrário, pode significar justamente que Ele tem algo surpreendente a fazer.
Quando acabam nossos recursos, os dEle aparecem.
Os jovens judeus não foram lançados na fornalha de fogo ardente para morrer. Foram lançados porque o Senhor queria se revelar àquele povo (Daniel 3).
Daniel não foi lançado na cova dos leões para ser destroçado por aquelas feras. Foi lançado ali, para que o Senhor fosse glorificado através de sua vida e todos soubessem quem Ele é (Daniel 6).
Jesus não mandou os discípulos irem à frente para que morressem no barco em meio à tempestade no mar da Galiléia. Ele queria se revelar e mostrar Seu poder aos discípulos.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-duvida-de-pedro.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/jesus-anda-sobre-as-aguas.html
A água acabou? Não é época de chuva? Não chove naquele deserto? Cave poços. Essa foi a ordem. O Senhor ia fazer algo maravilhoso, mas era necessário que os poços fossem cavados. Precisamos ser cavadores de poços. http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/eliseu-e-os-pocos.html
É loucura? Sim. Para que cavar poços onde não existe a menor possibilidade de chuva?
Quem O segue, não pode trabalhar com possibilidades. Precisa trabalhar com fé. Cavar poços, mesmo onde não há nenhuma previsão de chuva.
Aqueles homens obedeceram. Cavaram poços. E foram descansar.
Na hora exata, sem nenhum sinal, sem nenhum barulho, as águas foram descendo e encheram os poços. Não podiam descer enquanto era dia.
Quando o inimigo olhou, não viu águas. Afinal, não havia como haver águas ali. Não houve vento. Não houve chuva.
Amanheceu o dia. O sol raiou. E bateu nas águas. Elas ficaram vermelhas. Claro, o inimigo pensou, só pode ser sangue. Impossível ser água.
O Senhor agiu silenciosamente. Sem alarde. Sem que percebessem. E eles caíram.
A guerra foi ganha. De forma extraordinária. Simplesmente porque buscaram a orientação do Senhor e a seguiram. Ainda que Sua ordem tenha sido aparentemente ridícula.
Que possamos aprender a obedecer. Não importa a ordem. Importa quem a deu. Se foi o Senhor, obedeça!
Na sexta-feira, continuamos. Espero você. Até lá.
quarta-feira, 31 de outubro de 2018
Acabou a água. Haverá solução?
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segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Será o fim?
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Na última postagem vimos que, apesar de ser uma cidade excelente, as águas de Jericó não eram boas e a terra era infértil. Sem água boa, não há como ter terra boa.
O Senhor resolveu essa situação, através de Eliseu. Ele estava disponível. Ouviu o clamor do povo. Seguiu a orientação do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/agua-boa-ou-ruim.html
Aquela cidade nunca mais foi a mesma. Tornou-se fértil.
Hoje, caminharemos através do capitulo três. Até o versículo quinze.
No décimo oitavo ano de Josafá, rei de Judá, Jorão filho de Acabe, tornou-se rei de Israel em Samaria.
Reinou doze anos. Agiu mal diante dos olhos do Senhor. Não foi como seu pai ou sua mãe, pois destruiu a coluna de Baal que seu pai havia levantado para adoração. Apesar disso, seguiu os pecados de Jeroboão, filho de Nebate, agindo de tal maneira que induziu Israel a pecar. Dessas maldades não se afastou. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
Seu papel como líder era levar o povo a conhecer e servir ao Senhor, no entanto, fez o contrário, levando o povo a se afastar mais ainda do Senhor.
Moabe era vassalo de Israel. Messa, rei dos moabitas, tinha muitos rebanhos. Pagava cem mil cordeiros e a lã de cem mil carneiros como tributo ao rei de Israel. Quando Acabe morreu, Messa não quis mais pagar. Revoltou-se.
Naquela época, o rei Jorão saiu de Samaria e arregimentou todo Israel. Também mandou uma mensagem ao rei de Judá, dizendo que Moabe havia se rebelado. Perguntou-lhe se iria com ele à guerra.
Josafá prontamente respondeu que sim. Que iria e estaria ao seu lado, que seu povo seria como o dele.
Já pronto para a guerra, perguntou-lhe por qual caminho deveria ir. Jorão respondeu que seria pelo caminho do deserto de Edom. Edom também iria com eles.
Os três reis partiram. Deram uma volta de sete dias. Lembre-se, estavam no deserto. A água acabou.
Não havia mais água para o exército, nem para os animais. Jotão, preocupado questionou se o Senhor os havia reunido, para entregá-los nas mãos dos moabitas. Embora não O servisse, sua preocupação era exatamente o que o Senhor poderia ter feito.
Josafá, rei de Judá, da mesma forma que agiu quando saiu a guerrear com Acabe, perguntou se não existia ali um profeta do Senhor, que pudesse ser consultado. Josafá sempre desejava ouvir o direcionamento do Senhor. Que aprendamos a, antes de qualquer batalha, pedir Seu direcionamento.
Um dos servos do rei de Israel respondeu que Eliseu filho de Safate, o mesmo que como discípulo derramava água sobre as mãos de Elias, estava ali. Josafá sabia quem era Eliseu. Afirmou que o Senhor falava por meio dele.
Os três reis desceram a seu encontro. Não ordenaram que Eliseu fosse até eles. Foram até Eliseu. Respeitaram a autoridade de Eliseu. http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/coragem-para-se-ajoelhar.html
Quando Eliseu viu Jorão, foi duro. Perguntou-lhe o que Jorão tinha a ver consigo. Disse que fosse consultar os profetas de seu pai e os videntes de sua mãe.
Mas Jotão respondeu que seu questionamento era a respeito do Senhor. Acreditava que o Senhor havia reunido os três reis para serem entregues nas mãos de Moabe. Afinal, a água havia acabado. Sem água, como teriam forças para continuar e enfrentar o exército inimigo?
Eliseu, que sabia de seus atos, respondeu-lhe que jurava pelo nome do Senhor dos Exércitos, a quem servia, que se não fosse por respeito a Josafá, não lhe daria a menor atenção. Nem sequer olharia para seu rosto.
Note que Eliseu, naquele momento, em meio à iminência de uma guerra, chamou o Senhor, de "Senhor dos Exércitos".
Por respeito a Josafá, Eliseu ordenou que lhe trouxessem um tocador de harpa, enquanto orava. Quando o músico dedilhava a harpa, a poderosa mão do Senhor veio sobre Eliseu.
Por que a água acabou? Por eles estarem num deserto ou por que o Senhor os entregaria ao inimigo? E agora? O que acontecerá? Qual será a palavra do Senhor? Ele realmente reuniu esses três reis para morrerem diante de Moabe? O Senhor dos Exércitos fará algo?
Continuamos na quarta-feira. Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 26 de outubro de 2018
Água boa ou ruim?
Continuamos nossa caminhada através do livro de 2 Reis.
Ontem vimos o Senhor levar Elias aos céus e Eliseu desejar de herança a porção dobrada de sua unção. Mais unção, mais responsabilidades. Sabia o que queria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/e-hoje-voce-esta-pronto.html
Hoje, caminharemos ainda pelas páginas do capítulo dois. A partir do versículo 19.
Eliseu havia ficado em Jericó. As pessoas reconheceram sua autoridade como profeta. Foram até ele fazer uma reivindicação.
Queixaram-se que a cidade tinha um ambiente agradável como era visível, mas suas águas eram péssimas e a terra, infértil.
De que adianta morar em um ambiente agradável sem produção? Como viver onde as águas são ruins e a terra nada produz? Como viver assim?
Eliseu ordenou-lhes que trouxessem um prato novo e colocassem nele sal. Ninguém questionou. Simplesmente obedeceram.
Ele foi até à fonte das águas e, jogando ali o sal, declarou: “Assim diz o Senhor: Eu purifiquei estas águas e elas não causarão mais morte e esterilidade!”
Um conserto de sal era uma aliança perpétua. As águas não causariam morte e esterilidade por um tempo. Elas nunca mais causariam. Agora, seriam águas que levariam vida e fertilidade.
Eliseu não mais perguntou onde estava o “Deus de Elias”. Agora era simplesmente o Senhor, o seu Senhor. E ele falava em Seu nome.
Imediatamente aquelas águas se tornaram puras, e assim permaneceram, conforme a Palavra dita por Eliseu.
A aparição de Eliseu já o colocou em contato com as pessoas. Seu ministério é abençoador. Águas puras. Terra fértil. Eliseu começou a levar vida através da sua vida.
Mas, saindo de Betel, quando ia pelo caminho, uns meninos zombaram dele. Exclamaram, sem o menor temor: “Volta, careca! Suma daqui careca!”
Na cidade chamada "casa de Deus", não o queriam.
Eliseu os ouviu, se virou e, observando aqueles meninos, amaldiçoou-os em o Nome do Senhor. Como é sério zombar de um homem de Deus! Sabe o que aconteceu? Duas ursas ferozes saíram do bosque. Despedaçaram quarenta e dois daqueles rapazes.
É bom lembrarmos que as Escrituras nos falam que “a maldição sem causa não virá” (Provérbios 26.2). Se aqueles rapazes morreram, havia uma razão. Ele os amaldiçoou em nome do Senhor. E o julgamento do Senhor veio. Neste caso, imediatamente.
Eliseu continuou seu caminho. Partiu para o monte Carmelo, e de lá, retornou a Samaria.
Que aprendamos com Eliseu a encontrar nosso caminho. Saber que o Senhor não é o Deus de Elias, é o nosso Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/eliseu-de-servo-protagonista.html
Que tenhamos disposição para ajudar as pessoas, transformando água ruim em boa e terra infértil em fértil. Que levemos vida e não morte. Saúde e não doença.
Agora que Eliseu retornou à Samaria, o que acontecerá? Ainda ouviremos sobre ele?
Amanhã continuamos. Espero você.
Ontem vimos o Senhor levar Elias aos céus e Eliseu desejar de herança a porção dobrada de sua unção. Mais unção, mais responsabilidades. Sabia o que queria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/e-hoje-voce-esta-pronto.html
Hoje, caminharemos ainda pelas páginas do capítulo dois. A partir do versículo 19.
Eliseu havia ficado em Jericó. As pessoas reconheceram sua autoridade como profeta. Foram até ele fazer uma reivindicação.
Queixaram-se que a cidade tinha um ambiente agradável como era visível, mas suas águas eram péssimas e a terra, infértil.
De que adianta morar em um ambiente agradável sem produção? Como viver onde as águas são ruins e a terra nada produz? Como viver assim?
Eliseu ordenou-lhes que trouxessem um prato novo e colocassem nele sal. Ninguém questionou. Simplesmente obedeceram.
Ele foi até à fonte das águas e, jogando ali o sal, declarou: “Assim diz o Senhor: Eu purifiquei estas águas e elas não causarão mais morte e esterilidade!”
Um conserto de sal era uma aliança perpétua. As águas não causariam morte e esterilidade por um tempo. Elas nunca mais causariam. Agora, seriam águas que levariam vida e fertilidade.
Eliseu não mais perguntou onde estava o “Deus de Elias”. Agora era simplesmente o Senhor, o seu Senhor. E ele falava em Seu nome.
Imediatamente aquelas águas se tornaram puras, e assim permaneceram, conforme a Palavra dita por Eliseu.
A aparição de Eliseu já o colocou em contato com as pessoas. Seu ministério é abençoador. Águas puras. Terra fértil. Eliseu começou a levar vida através da sua vida.
Mas, saindo de Betel, quando ia pelo caminho, uns meninos zombaram dele. Exclamaram, sem o menor temor: “Volta, careca! Suma daqui careca!”
Na cidade chamada "casa de Deus", não o queriam.
Eliseu os ouviu, se virou e, observando aqueles meninos, amaldiçoou-os em o Nome do Senhor. Como é sério zombar de um homem de Deus! Sabe o que aconteceu? Duas ursas ferozes saíram do bosque. Despedaçaram quarenta e dois daqueles rapazes.
É bom lembrarmos que as Escrituras nos falam que “a maldição sem causa não virá” (Provérbios 26.2). Se aqueles rapazes morreram, havia uma razão. Ele os amaldiçoou em nome do Senhor. E o julgamento do Senhor veio. Neste caso, imediatamente.
Eliseu continuou seu caminho. Partiu para o monte Carmelo, e de lá, retornou a Samaria.
Que aprendamos com Eliseu a encontrar nosso caminho. Saber que o Senhor não é o Deus de Elias, é o nosso Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/eliseu-de-servo-protagonista.html
Que tenhamos disposição para ajudar as pessoas, transformando água ruim em boa e terra infértil em fértil. Que levemos vida e não morte. Saúde e não doença.
Agora que Eliseu retornou à Samaria, o que acontecerá? Ainda ouviremos sobre ele?
Amanhã continuamos. Espero você.
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quinta-feira, 25 de outubro de 2018
É hoje. Você está pronto?
Continuamos nossa caminhada pelo maravilhoso livro de 2 Reis.
Mas antes gostaria de contar um pouco de como foi meu dia ontem. Não consegui postar nosso texto, como havia combinado com vocês.
Se você não leu o texto
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/alzheimer-o-cruel.html , convido a ler.
Após 45 dias de internação, completamente esgotados, voltamos para casa. Hoje mamãe está sendo atendida pelo sistema de “home care”, que é uma internação domiciliar.
Meu apartamento, que é bem pequeno, virou um mini hospital. Tivemos que fazer uma verdadeira mudança. Levar móveis. Comprar outros. Readaptar. Aprendendo novos termos e novas rotinas. Coisas que nunca imaginaríamos fazer, como por exemplo, passar remédio e dieta através de uma sonda, direto em seu estômago. Novos dias.
O desejo dos nossos corações é dar a ela o maior conforto possível. Para que não apenas sobreviva mas consiga perceber nosso cuidado e carinho por ela. E realmente viva o máximo, dentro de suas limitações.
A última tarefa terminou uma e meia da manhã e simplesmente apagamos.
Se você passa por situação semelhante, quero animá-lo a não desistir. Em Eclesiastes, o pregador nos aconselha a fazer tudo o que vier à nossa mão. Que façamos bem feito, com carinho e amor. Não apenas para aquela pessoa que amamos, mas como se fosse para o Senhor, como Paulo nos diz em Colossenses 3.23.
E agora, voltemos ao livro de 2 Reis.
Na última postagem vimos que, mesmo ocupando uma alta patente no exército real, um capitão teve a coragem de se ajoelhar e por tal atitude, sua vida e a vida do seu pelotão, foram poupadas. http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/coragem-para-se-ajoelhar.html
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo dois. Do versículo um ao dezoito.
Vamos lá.
O texto não fala como ficaram sabendo, mas os discípulos dos profetas, assim como Eliseu, sabiam que Elias seria levado aos céus, sem passar pela morte.
Lembra de Eliseu? Eliseu trabalhava com uma junta de boi arando a terra e o Senhor ordenou que Elias o ungisse profeta em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/eliseu-e-seu-chamado.html
Isso não aconteceu de uma hora para a outra. Não acontece. Para alguém se tornar um profeta, leva tempo. Tempo de renúncia. De oração. De comunhão com o Senhor. De humildade. De separação. Lembra de João, o Batista?
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/joao-o-batista.html
Mas agora, finalmente, parece que chegou a hora de Eliseu passar a protagonista de história, não apenas o servo de Elias.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/andando-na-presenca-de-deus.html
Estavam ambos em Guilgal. No meio do caminho, Elias ordenou que Eliseu ficasse ali enquanto ia a Betel, pois o Senhor o havia enviado até aquela cidade. Mas Eliseu não concordou. Respondeu que tão certo como o Senhor vive e como Elias vivia, não ficaria longe de Elias. Ia junto.
E foram. Chegando em Betel, os discípulos dos profetas, quando viram Eliseu, foram falar com ele. Sabiam até que seria aquele dia que o Senhor levaria Elias para os céus. Perguntaram a Eliseu se também sabia. Ele respondeu que sabia e ordenou que se calassem.
Depois Elias lhe ordenou que ficasse em Betel, pois o Senhor o estava enviando a Jericó. A decisão de Eliseu era tão forte, que ele jurou pelo nome do Senhor e pela vida de Elias que não se separaria dele.
O que Eliseu está querendo? Quer estar junto, para presenciar o que o Senhor fará com Elias? Sabe que chegou o dia? Está pronto?
Os dois foram juntos a Jericó. Quando chegaram lá, os irmãos, seguidores dos profetas, perguntaram a Eliseu se ele sabia que naquele dia o Senhor levaria seu mestre para os céus, por sobre a cabeça de Eliseu. Ele sabia. E pediu que não tocassem mais neste assunto. Esses homens sabiam até como seria!
O que será que passava pela cabeça de Eliseu? Ah, como é difícil nos separarmos de nossos mestres, nossos líderes e das pessoas que exercem autoridade sobre nós. Ele não ia se afastar de Elias, sabia que o dia havia chegado, mas não queria que tocassem no assunto.
Elias novamente ordenou que Eliseu ficasse ali. Ele iria até o rio Jordão. O Senhor o estava enviando.
Novamente Eliseu contestou. Disse que como era certo que o Senhor vive e que a alma de Elias vivia, não o deixaria seguir só. Então, foram juntos ao Jordão.
Cinquenta discípulos dos profetas também foram. Todos queriam saber o que aconteceria. Ficaram observando à distância, quando Elias e Eliseu pararam às margens do rio Jordão.
Elias tomou seu manto, dobrou-o e bateu com ele nas águas. Sim, isso mesmo, bateu seu manto (ou sua capa), nas águas. Imediatamente elas se dividiram. Os dois atravessaram sobre terra seca. Nenhum dos dois se molhou. Simples assim.
Logo que atravessaram o Jordão, Elias falou para Eliseu que pedisse o que quisesse que lhe fizesse. Antes que fosse levado para longe.
Eliseu não foi pego de surpresa. Não precisou “inventar” um pedido “à queima roupa”. Não. Ele sabia o que aconteceria. E estava ao lado de Elias. Esperava ansiosamente que lhe fosse feita aquela pergunta. Estava pronto para a resposta. Sabia o que queria.
Eliseu respondeu. “Rogo-te, como herança, porção dobrada de teu poder espiritual!” Uau! Será que teríamos essa coragem?
Precisamos lembrar que toda unção, todo poder, toda herança, carrega responsabilidades. Eliseu queria mais responsabilidades que Elias. Queria influenciar mais que Elias. Quanta ousadia! Sabia o que Elias havia passado. Todos os riscos de vida. Provações. Mas era o que queria. Por isso estava ao seu lado, aprendendo e servindo. De prontidão.
Lembre-se também que, quanto maior a unção, maior a responsabilidade. Maior a renúncia.
Elias respondeu que seu pedido era muito difícil. Se Eliseu o visse sendo levado, seu pedido aconteceria. Se não visse seu arrebatamento, não aconteceria.
Continuaram caminhando e conversando. De repente, um carro de fogo, puxado por cavalos em chamas, separou-os um do outro. Elias subiu aos céus, num redemoinho.
Assim que viu tudo isso acontecendo, Eliseu gritou: “Aba, meu mestre! Meu pai! Tu foste com os carros de guerra e os cavaleiros de Israel!”
Eliseu ficou olhando, que visão era aquela! Quando já não podia mais segui-lo com os olhos, tomou suas próprias vestes e as rasgou ao meio. Em seguida pegou o manto de Elias, que tinha caído, voltou e parou às margens do Jordão.
Tomou o manto de Elias, bateu com ele nas águas, e perguntou: “Onde está o Senhor, o Deus de Elias?”
Na mesma hora as águas separaram em duas partes. Eliseu passou sobre terra seca. Foi até o outro lado do rio.
Os discípulos dos profetas de Jericó observavam tudo à distância. Quando viram o que acontecera, exclamaram: “Eis que o poder espiritual de Elias agora repousa sobre Eliseu!”
Foram até ele e inclinaram-se com o rosto rente ao chão. Disseram-lhe que havia cinquenta homens guerreiros entre eles, seus servos. Pediram que os deixassem ir atrás de Elias, seu senhor, afinal, podia ser que o Espírito do Senhor o tivesse levado e deixado sobre algum monte ou algum vale.
Elias lhes ordenou que não mandassem ninguém procurá-lo. Sabia que o Senhor o havia levado. Definitivamente.
Eles o importunaram até aborrecê-lo. Consentiu que fossem. Mandaram cinquenta valentes, que o procuraram por três dias sem encontrá-lo.
Voltaram a Jericó, onde Eliseu havia permanecido. Ele os admoestou, lembrando que havia dito que não fossem.
Que aprendamos a nos calar como Eliseu e aguardar os acontecimentos, quando assim o Senhor nos orientar.
Que saibamos o que desejamos, para responder como Eliseu, no momento oportuno. Ainda que o preço seja alto.
Que saibamos perseverar, sendo servos, sendo muitas vezes invisíveis aos olhos humanos, como Eliseu. Um dia chegará a vez de sermos os protagonistas. E precisamos estar prontos.
Que saibamos agir quando chegar a hora de estarmos à frente, de sermos os protagonistas. O profeta e não mais "apenas" o "servo de Elias".
Será que o autor de Reis ainda falará de Eliseu? Ele realmente recebeu a herança que pediu?
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Coragem para se ajoelhar
Continuamos nossa caminhada através do livro de 2 Reis.
Ontem vimos que o rei de Israel, Acazias, mandou mensageiros a Baal-Zebube, deus de Ecrom, para ver se ficaria ou não curado. Seus mensageiros encontraram o profeta Elias. Que mandou uma mensagem ao rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/a-quem-temos-procurado.html
Hoje prosseguiremos pelas páginas do capítulo um, a partir do versículo nove, até ao final.
Assim que ouviu seus mensageiros, Acazias identificou Elias. Ele enviou um capitão com uma tropa de cinquenta soldados procurá-lo. Queria vê-lo.
Seu capitão o encontrou. Ele estava sentado no alto de uma colina. O capitão o chamou dizendo: “Homem de Deus, o rei ordena que desças!”
Elias respondeu ao capitão com seus cinquenta soldados que se ele de fato era um homem de Deus, desceria fogo do céu e exterminaria a ele e seus cinquenta homens.
No mesmo instante, desceu do céu um fogo arrasador. Consumiu o oficial e todos os seus soldados.
O rei insistiu. Queria falar com Elias de qualquer jeito. Enviou outro chefe de tropa. Novamente com cinquenta guerreiros. Ele fez o mesmo que o anterior. Ordenou ao profeta: “Ó homem de Deus, assim convoca o rei: ‘Desce depressa!’”
Elias respondeu a esse oficial da mesma forma que havia respondido ao outro. O fogo de Deus desceu do céu e consumiu também este oficial e seus cinquenta soldados.
Pela terceira vez o rei enviou outro capitão com sua tropa de cinquenta guerreiros.
Esse terceiro oficial era diferente. Sabia quem era. Sabia quem era Elias. Sabia se humilhar. Sabia se ajoelhar. Possuía coragem para ser humilde. Não era hora de dar ordens.
Chegou onde estava o profeta e colocou-se de joelhos diante dele. Reconheceu que Elias era um homem de Deus. Suplicou-lhe que considerasse preciosa sua vida e a de seus soldados. Colocou-se na condição de servo de Elias. Lembrou ao profeta que o fogo de Deus desceu do céu e destruiu os dois primeiros chefes de tropas de cinquenta e todos os seus soldados e pediu que Elias tivesse misericórdia de sua vida.
Diante da atitude desse oficial, o Anjo do Senhor orientou que Elias fosse com ele e não tivesse receio.
Elias também sabia quem era. Sabia quem ouvir. Prontamente se levantou e desceu com o oficial.
Ao chegar diante do rei, repetiu, sem qualquer temor, a mensagem do Senhor, perguntando-lhe porque havia mandado mensageiros consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom. Acaso não havia Deus em Israel, para que consultasse Sua Palavra? Disse-lhe também que, do leito em que estava deitado não se levantaria jamais. Com toda a certeza morreria.
Foi o que aconteceu. Acazias morreu conforme o Senhor havia determinado.
Como não tinha filhos, Jorão, seu irmão, reinou em seu lugar.
Que possamos aprender com esse capitão de tropas. Apesar de seu alto cargo diante do exército de Israel e seu rei, não se importou em humilhar-se diante de Elias, o homem de Deus. Por causa de sua atitude, de sua humildade, ele e seus homens foram salvos da morte.
Que possamos aprender com Elias, teve discernimento de qual capitão havia de seguir. Não aos que lhe deram ordens, mas ao único que suplicou sua misericórdia. Também teve discernimento para ouvir a voz do Senhor e coragem para entregar Sua palavra.
Que aprendamos também como Acazias. Que não sejamos como ele. Que reconheçamos que o Senhor é Deus. Não precisamos ir a qualquer outro lugar atrás de ídolo algum.
E agora? O que será que nos conta o capítulo dois a respeito de Jorão? Fez ou não o que era agradável ao Senhor?
Continuamos na quarta-feira. Espero você. Até lá.
Ontem vimos que o rei de Israel, Acazias, mandou mensageiros a Baal-Zebube, deus de Ecrom, para ver se ficaria ou não curado. Seus mensageiros encontraram o profeta Elias. Que mandou uma mensagem ao rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/a-quem-temos-procurado.html
Hoje prosseguiremos pelas páginas do capítulo um, a partir do versículo nove, até ao final.
Assim que ouviu seus mensageiros, Acazias identificou Elias. Ele enviou um capitão com uma tropa de cinquenta soldados procurá-lo. Queria vê-lo.
Seu capitão o encontrou. Ele estava sentado no alto de uma colina. O capitão o chamou dizendo: “Homem de Deus, o rei ordena que desças!”
Elias respondeu ao capitão com seus cinquenta soldados que se ele de fato era um homem de Deus, desceria fogo do céu e exterminaria a ele e seus cinquenta homens.
No mesmo instante, desceu do céu um fogo arrasador. Consumiu o oficial e todos os seus soldados.
O rei insistiu. Queria falar com Elias de qualquer jeito. Enviou outro chefe de tropa. Novamente com cinquenta guerreiros. Ele fez o mesmo que o anterior. Ordenou ao profeta: “Ó homem de Deus, assim convoca o rei: ‘Desce depressa!’”
Elias respondeu a esse oficial da mesma forma que havia respondido ao outro. O fogo de Deus desceu do céu e consumiu também este oficial e seus cinquenta soldados.
Pela terceira vez o rei enviou outro capitão com sua tropa de cinquenta guerreiros.
Esse terceiro oficial era diferente. Sabia quem era. Sabia quem era Elias. Sabia se humilhar. Sabia se ajoelhar. Possuía coragem para ser humilde. Não era hora de dar ordens.
Chegou onde estava o profeta e colocou-se de joelhos diante dele. Reconheceu que Elias era um homem de Deus. Suplicou-lhe que considerasse preciosa sua vida e a de seus soldados. Colocou-se na condição de servo de Elias. Lembrou ao profeta que o fogo de Deus desceu do céu e destruiu os dois primeiros chefes de tropas de cinquenta e todos os seus soldados e pediu que Elias tivesse misericórdia de sua vida.
Diante da atitude desse oficial, o Anjo do Senhor orientou que Elias fosse com ele e não tivesse receio.
Elias também sabia quem era. Sabia quem ouvir. Prontamente se levantou e desceu com o oficial.
Ao chegar diante do rei, repetiu, sem qualquer temor, a mensagem do Senhor, perguntando-lhe porque havia mandado mensageiros consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom. Acaso não havia Deus em Israel, para que consultasse Sua Palavra? Disse-lhe também que, do leito em que estava deitado não se levantaria jamais. Com toda a certeza morreria.
Foi o que aconteceu. Acazias morreu conforme o Senhor havia determinado.
Como não tinha filhos, Jorão, seu irmão, reinou em seu lugar.
Que possamos aprender com esse capitão de tropas. Apesar de seu alto cargo diante do exército de Israel e seu rei, não se importou em humilhar-se diante de Elias, o homem de Deus. Por causa de sua atitude, de sua humildade, ele e seus homens foram salvos da morte.
Que possamos aprender com Elias, teve discernimento de qual capitão havia de seguir. Não aos que lhe deram ordens, mas ao único que suplicou sua misericórdia. Também teve discernimento para ouvir a voz do Senhor e coragem para entregar Sua palavra.
Que aprendamos também como Acazias. Que não sejamos como ele. Que reconheçamos que o Senhor é Deus. Não precisamos ir a qualquer outro lugar atrás de ídolo algum.
E agora? O que será que nos conta o capítulo dois a respeito de Jorão? Fez ou não o que era agradável ao Senhor?
Continuamos na quarta-feira. Espero você. Até lá.
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
A quem temos procurado?

Agora, através do livro de 2 Reis.
Na postagem anterior, vimos Acabe tentando enganar a morte, disfarçando-se.
Também vimos que Acazias tornou-se rei em seu lugar.
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo um. Até o versículo oito.
Depois que Acabe morreu, Moabe, revoltou-se contra Israel.
E Acácias, pasme, caiu da sacada do seu quarto, no palácio em Samaria.
O tempo ia passando e Acazias não se recuperava de seus ferimentos.
Ao invés de buscar ao Senhor, Acazias ordenou que alguns de seus mensageiros fossem a Ecrom.
Eles deviam consultar Baal-Zebube, o Príncipe, deus de Ecrom, para saber se ficaria curado.
Baal-Zebube é de onde vem a palavra belzebu.
O Anjo do Senhor ordenou que o profeta Elias fosse à estrada encontrar-se com os mensageiros do rei. Ele deveria lhes entregar uma mensagem.
Elias foi. Quando os mensageiros estavam passando, perguntou se acaso não havia Deus em Israel para que fossem até Ecrom consultar Baal-Zebube. Aparentemente,
não responderam. Mas ouviram.
Elias lhes disse a mensagem do Senhor, Deus de Israel, para Acazias. Ele não se levantaria da cama. E com certeza, morreria.
Os mensageiros do rei voltaram a Acazias que, com certeza, espantado, perguntou o motivo. Ele havia lhes dado uma ordem. O que estavam fazendo ali novamente, sem que a tivessem cumprido?
Percebe a autoridade de Elias? Era superior à de Acazias. Os homens seguiram suas ordens, não às do rei. E nem sabiam quem ele era.
Os mensageiros lhe disseram que um homem havia ido até eles. Contaram a Acazias o que havia lhes dito.
O rei perguntou como era o tal homem. Quis que o descrevessem. Responderam que usava vestes de pêlos e um cinto de couro.
Acazias sabia perfeitamente quem era. Na mesma hora disse que era Elias, o profeta de Tisbel.
Vamos parar nossa caminhada aqui.
Algumas perguntas a serem feitas. Precisamos olhar para dentro de nós .E pensar.
Só procuramos soluções depois que uma situação demora a ser resolvida em nossas vidas? E onde a procuramos? Em quem a procuramos?
Temos andado atrás de outros deuses como Acazias?
Será que hoje o Senhor nos diria que existe Deus onde estamos e nos perguntaria por que estamos procurando Prosperidade ou Humanismo, Príncipe de algum lugar?
Temos tido a ousadia e a autoridade de Elias para entregar a Palavra que o Senhor tem nos entregue? Independente do custo e do risco?
Elias sabia que seria reconhecido por Acazias. Seu modo de vestir era inconfundível. Mesmo assim, obedeceu ao Senhor. Faríamos o mesmo? Ou nos esconderíamos atrás de nossas comodidades e desculpas? Nossas frases e vidas politicamente corretas?
O que acontecerá agora? O que fará Acazias? Elias corre perigo? Como ousou interceptar os mensageiros de um rei e lhe dizer que morrerá?
Amanhã veremos, espero você.
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
É possível enganar a morte?
Nossa caminhada pelo livro de 1 Reis está chegando ao fim.
Na última postagem vimos que, apesar da palavra do Senhor entregue através do profeta Micaías, Acabe e Josafá partiram para a guerra contra a Síria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/estou-sendo-enganado-enganando.html
Acabe foi disfarçado como um simples soldado, com medo de morrer, tal qual o profeta lhe preveniu. Josafá correu o risco e foi vestido com suas roupas reais.
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo vinte e dois. A partir do versículo trinta e um. Até ao final.
Sem que soubesse de algo e, antes de partirem para a guerra, o rei da Síria deu ordem aos seus trinta e dois comandantes. Eles não deviam atacar ninguém, fosse soldado, fosse oficial, exceto o rei de Israel. A missão era: "Matem o rei de Israel!"
Quando os comandantes dos carros de guerra viram Josafá, falaram uns com os outros: “Vê! É o rei de Israel!”
Cercaram Josafá para atacá-lo e matá-lo, mas ele gritou. O livro de Crônicas nos conta que não foi apenas um grito, ele clamou ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Quando perceberam que não era o rei de Israel, pararam de perseguí-lo. Ufa! Josafá escapou.
Mesmo que tenha ido a uma guerra que não era sua, uma guerra que ouviu o profeta falar o que aconteceria, clamou ao Senhor que, em Sua infinita misericórdia, o livrou.
De repente, um soldado disparou seu arco a esmo. Sabe quem ele atingiu? Exatamente, o rei de Israel.
Embora estivesse com armadura, o arco o atingiu exatamente entre as juntas da sua armadura.
Só há um modo de escapar do juízo perfeito do Senhor, o arrependimento. Acabe havia se arrependido, mas continuou querendo viver sua vida a seu modo. Dirigindo seus próprios passos. Arrependimento implica em mudança de atitudes, de destino, de vida.
Assim que foi atingido, Acabe ordenou ao condutor do seu carro que voltasse, que o fizesse sair depressa do combate. Percebeu que estava gravemente ferido.
A batalha se tornou ainda mais violenta e os soldados tiveram que manter o rei de pé sobre seu carro, diante dos sírios.
Ao cair da tarde ele morreu. O sangue de sua ferida escorria no fundo do carro.
Ao pôr-do-sol, um grito fúnebre percorreu todo o acampamento. A ordem era recuar. Cada um deveria voltar para sua cidade. Cada chefe de família para sua terra. O rei de Israel estava morto.
Ele foi transportado para Samaria, capital de Israel. Lá foi sepultado.
Lavaram o carro militar real e suas armas num açude em Samaria. No mesmo lugar onde as prostitutas costumavam banhar-se. Vários cães vieram e lamberam seu sangue. Exatamente como o Senhor havia predito.
Todas as realizações de Acabe, as cidades que construiu e até a descrição do seu palácio, pasme, decorado com marfim da melhor qualidade, foram descritos na História dos Reis de Israel. Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.
Quanto a Josafá, filho de Asa, começou a reinar sobre Judá no quarto ano de governo de Acabe, rei de Israel. Estava com tinha trinta e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e cindo anos em Jerusalém. Ele andou em todos os caminhos de seu pai, Asa. Não se desviou deles. Fez o que era reto perante o Senhor.
Apesar disso, não destruiu os altares idólatras e o povo seguiu oferecendo sacrifícios pagãos e a queimar incenso. O coração do povo, infelizmente, não era inclinado ao Senhor. Não tinham ouvidos para ouvir.
Josafá viveu em paz com o rei de Israel. Seus feitos, o poder que demonstrou, e os atos de bravura nos tempos de guerra, foram todos escritos nos registros históricos dos reis de Judá.
Ele também expulsou da terra o restante dos sodomitas, prostitutos e prostitutas cultuais, que serviam nos altares pagãos, e haviam restado depois do reinado de seu pai Asa.
Neste tempo não havia rei em Edom. Apenas um vice-rei nomeado para assumir o governo local.
Josafá mandou construir navios em Társis. Uma frota de embarcações mercantes, cujo objetivo era buscar ouro em Ofir. Jamais o trouxeram. As embarcações naufragaram em Eziom-Geber, conforme a palavra do Senhor. Está escrito lá em Crônicas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/posicionamento.html
Naquele tempo, Acazias, filho de Acabe, fez a uma oferta a Josafá. Colocou seus marinheiros à sua disposição para cooperar e navegar com os dele. Contudo, Josafá preferiu não aceitar tal ajuda. Aprendeu que os acordos e alianças devem ser feitos sob a direção do Senhor.
Quando morreu, foi sepultado junto a seus antepassados, na Cidade de Davi. Seu filho Jeorão, assumiu o reino em seu lugar.
Acazias, filho de Acabe, tornou-se rei de Israel, em Samaria, no décimo sétimo ano do reinado de Josafá, rei de Judá. Governou apenas dois anos sobre Israel.
Praticou o que é reprovável diante do Senhor. Andou segundo os maus exemplos de seu pai, e nos caminhos pagãos de sua mãe.
Como se isso não bastasse, agiu também conforme as atitudes erradas de Jeroboão, filho de Nebate, que fez Israel pecar. Dedicou seu culto a Baal e o serviu, provocando a ira do Senhor, o Deus de Israel, como seu pai havia procedido. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
Que sigamos o conselho de João: "Caros filhinhos, estas palavras vos escrevo para que não pequeis. Se, entretanto, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo." - 1 João 2.1
Para que Ele possa nos defender, precisamos confessar e nos arrepender. É o único meio de escaparmos. Acabe, mesmo disfarçado, não conseguiu escapar do juízo. Nem ele, nem ninguém.
Que lembremos de não fazer aliança com ninguém, sem a aprovação do Senhor. Que saibamos dizer não, como Josafá aprendeu após algumas alianças mal feitas.
E que andemos segundo os caminhos daqueles que andaram e andam com o Senhor. A cada dia. E sempre.
Hoje terminamos o livro de 1 Reis. Para mim e, se você prestou atenção em todas as histórias aqui registradas, com certeza, para você também, é um livro fascinante.
Na sexta-feira começaremos o livro de 2 Reis. Espero você. Até lá.
Na última postagem vimos que, apesar da palavra do Senhor entregue através do profeta Micaías, Acabe e Josafá partiram para a guerra contra a Síria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/estou-sendo-enganado-enganando.html
Acabe foi disfarçado como um simples soldado, com medo de morrer, tal qual o profeta lhe preveniu. Josafá correu o risco e foi vestido com suas roupas reais.
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo vinte e dois. A partir do versículo trinta e um. Até ao final.
Sem que soubesse de algo e, antes de partirem para a guerra, o rei da Síria deu ordem aos seus trinta e dois comandantes. Eles não deviam atacar ninguém, fosse soldado, fosse oficial, exceto o rei de Israel. A missão era: "Matem o rei de Israel!"
Quando os comandantes dos carros de guerra viram Josafá, falaram uns com os outros: “Vê! É o rei de Israel!”
Cercaram Josafá para atacá-lo e matá-lo, mas ele gritou. O livro de Crônicas nos conta que não foi apenas um grito, ele clamou ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Quando perceberam que não era o rei de Israel, pararam de perseguí-lo. Ufa! Josafá escapou.
Mesmo que tenha ido a uma guerra que não era sua, uma guerra que ouviu o profeta falar o que aconteceria, clamou ao Senhor que, em Sua infinita misericórdia, o livrou.
De repente, um soldado disparou seu arco a esmo. Sabe quem ele atingiu? Exatamente, o rei de Israel.
Embora estivesse com armadura, o arco o atingiu exatamente entre as juntas da sua armadura.
Só há um modo de escapar do juízo perfeito do Senhor, o arrependimento. Acabe havia se arrependido, mas continuou querendo viver sua vida a seu modo. Dirigindo seus próprios passos. Arrependimento implica em mudança de atitudes, de destino, de vida.
Assim que foi atingido, Acabe ordenou ao condutor do seu carro que voltasse, que o fizesse sair depressa do combate. Percebeu que estava gravemente ferido.
A batalha se tornou ainda mais violenta e os soldados tiveram que manter o rei de pé sobre seu carro, diante dos sírios.
Ao cair da tarde ele morreu. O sangue de sua ferida escorria no fundo do carro.
Ao pôr-do-sol, um grito fúnebre percorreu todo o acampamento. A ordem era recuar. Cada um deveria voltar para sua cidade. Cada chefe de família para sua terra. O rei de Israel estava morto.
Ele foi transportado para Samaria, capital de Israel. Lá foi sepultado.
Lavaram o carro militar real e suas armas num açude em Samaria. No mesmo lugar onde as prostitutas costumavam banhar-se. Vários cães vieram e lamberam seu sangue. Exatamente como o Senhor havia predito.
Todas as realizações de Acabe, as cidades que construiu e até a descrição do seu palácio, pasme, decorado com marfim da melhor qualidade, foram descritos na História dos Reis de Israel. Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.
Quanto a Josafá, filho de Asa, começou a reinar sobre Judá no quarto ano de governo de Acabe, rei de Israel. Estava com tinha trinta e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e cindo anos em Jerusalém. Ele andou em todos os caminhos de seu pai, Asa. Não se desviou deles. Fez o que era reto perante o Senhor.
Apesar disso, não destruiu os altares idólatras e o povo seguiu oferecendo sacrifícios pagãos e a queimar incenso. O coração do povo, infelizmente, não era inclinado ao Senhor. Não tinham ouvidos para ouvir.
Josafá viveu em paz com o rei de Israel. Seus feitos, o poder que demonstrou, e os atos de bravura nos tempos de guerra, foram todos escritos nos registros históricos dos reis de Judá.
Ele também expulsou da terra o restante dos sodomitas, prostitutos e prostitutas cultuais, que serviam nos altares pagãos, e haviam restado depois do reinado de seu pai Asa.
Neste tempo não havia rei em Edom. Apenas um vice-rei nomeado para assumir o governo local.
Josafá mandou construir navios em Társis. Uma frota de embarcações mercantes, cujo objetivo era buscar ouro em Ofir. Jamais o trouxeram. As embarcações naufragaram em Eziom-Geber, conforme a palavra do Senhor. Está escrito lá em Crônicas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/posicionamento.html
Naquele tempo, Acazias, filho de Acabe, fez a uma oferta a Josafá. Colocou seus marinheiros à sua disposição para cooperar e navegar com os dele. Contudo, Josafá preferiu não aceitar tal ajuda. Aprendeu que os acordos e alianças devem ser feitos sob a direção do Senhor.
Quando morreu, foi sepultado junto a seus antepassados, na Cidade de Davi. Seu filho Jeorão, assumiu o reino em seu lugar.
Acazias, filho de Acabe, tornou-se rei de Israel, em Samaria, no décimo sétimo ano do reinado de Josafá, rei de Judá. Governou apenas dois anos sobre Israel.
Praticou o que é reprovável diante do Senhor. Andou segundo os maus exemplos de seu pai, e nos caminhos pagãos de sua mãe.
Como se isso não bastasse, agiu também conforme as atitudes erradas de Jeroboão, filho de Nebate, que fez Israel pecar. Dedicou seu culto a Baal e o serviu, provocando a ira do Senhor, o Deus de Israel, como seu pai havia procedido. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
Que sigamos o conselho de João: "Caros filhinhos, estas palavras vos escrevo para que não pequeis. Se, entretanto, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo." - 1 João 2.1
Para que Ele possa nos defender, precisamos confessar e nos arrepender. É o único meio de escaparmos. Acabe, mesmo disfarçado, não conseguiu escapar do juízo. Nem ele, nem ninguém.
Que lembremos de não fazer aliança com ninguém, sem a aprovação do Senhor. Que saibamos dizer não, como Josafá aprendeu após algumas alianças mal feitas.
E que andemos segundo os caminhos daqueles que andaram e andam com o Senhor. A cada dia. E sempre.
Hoje terminamos o livro de 1 Reis. Para mim e, se você prestou atenção em todas as histórias aqui registradas, com certeza, para você também, é um livro fascinante.
Na sexta-feira começaremos o livro de 2 Reis. Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Estou sendo enganado? Enganando?
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis. Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo vinte e dois. A partir do versículo dezenove. Até o versículo trinta.
Na última postagem vimos que Josafá encontrou-se com Acabe. Acabe o convidou para ser seu aliado em uma guerra. Josafá quis ouvir a palavra do Senhor a esse respeito, Seu direcionamento.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/importa-agradar-quem.html
Acabe convocou aproximadamente quatrocentos profetas. Infelizmente eram profetas que estavam interessados em agradar ao rei. Serviam ao rei Acabe. Não ao Senhor.
Todos falaram que Israel deveria atacar Ramote-Gileade que seria bem sucedido. Era o que Acabe gostaria de ouvir.
Josafá foi incisivo. Perguntou a Acabe se não havia ali algum profeta que servisse ao Senhor.
Micaías foi chamado, mesmo a contra-gosto. Ele falou a verdade. Disse que tinha visto Israel disperso pelos montes, como ovelhas sem pastor.
E continuou. Ordenou que ouvissem a palavra do Senhor. E contou uma visão que teve.
Micaías viu o Senhor sentado em Seu trono. Todo o exército celestial estava em pé junto ao trono. Alguns à sua Sua esquerda. Outros à Sua direita.
O Senhor perguntou: “Quem enganará Acabe para que ataque Ramote-Gileade e encontre a morte lá?’
Alguns anjos falavam de um jeito, enquanto outros sugeriam ideias diferentes. Até que um espírito colocou-se diante do Senhor dizendo que iria enganá-lo. Veja bem, um espírito.
O Senhor lhe perguntou como o espírito pretendia fazer. Ele respondeu que seria um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. De novo, profetas do rei. Não profetas do Senhor.
O Senhor disse que ele realmente enganaria e prevaleceria. Que deveria ir e fazer o que devia fazer.
Micaías disse que o Senhor havia colocado um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. Mas Ele, o Senhor, era quem pronunciava a desgraça contra Acabe.
Consegue perceber a seriedade disso? Quem é “profeta do rei” dá legalidade para que espíritos usem seus lábios para falar. Estamos sendo usados por quem? Para quem? Estamos enganando alguém? Estamos sendo enganados, ouvindo "profetas do rei"?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Zedequias, o que havia feito os chifres, deu um tapa no rosto de Micaías e lhe perguntou de que maneira o Espírito do Senhor havia saído dele e ido falar com Micaías.
Micaías não ficou “batendo boca” com Zedequias. Não se defendeu. Não acusou. Apenas disse que ele veria e compreenderia no dia em que tivesse vagueando de um aposento a outro para se esconder.
Acabe ordenou que Micaías fosse preso. Que o levassem ao governador da cidade e a Joás, filho do rei, com a ordem de lançá-lo na prisão. Ele deveria ser alimentado com a quantidade mínima de pão e água até que o rei retornasse são e salvo da batalha.
Micaías respondeu ao rei que se ele voltasse são e salvo, o Senhor não havia falado através de sua boca.
Inacreditavelmente, Acabe, rei de Israel e Josafá, rei de Judá, marcharam contra Ramote-Gileade.
E sabe o que Acabe fez? Pediu que Josafá se vestisse com suas roupas reais enquanto ele iria entrar em combate disfarçado. Isso mesmo!
Se ele acreditava que Micaías falou pelo Senhor, por que mandou prendê-lo? Por que foi à guerra? Se não acreditava, por que disfarçar-se?
E quanto a Josafá, por que foi para a guerra? Não creu no profeta do Senhor?
O fato é que Acabe disfarçou-se. E ambos partiram para a batalha.
O que será que acontecerá? Alguém morrerá?
Quem? Acabe disfarçado? Josafá vestido com suas vestes reais? Nenhum dos dois? Os dois?
Na quarta continuamos. Espero você. Até lá.
Na última postagem vimos que Josafá encontrou-se com Acabe. Acabe o convidou para ser seu aliado em uma guerra. Josafá quis ouvir a palavra do Senhor a esse respeito, Seu direcionamento.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/importa-agradar-quem.html
Acabe convocou aproximadamente quatrocentos profetas. Infelizmente eram profetas que estavam interessados em agradar ao rei. Serviam ao rei Acabe. Não ao Senhor.
Todos falaram que Israel deveria atacar Ramote-Gileade que seria bem sucedido. Era o que Acabe gostaria de ouvir.
Josafá foi incisivo. Perguntou a Acabe se não havia ali algum profeta que servisse ao Senhor.
Micaías foi chamado, mesmo a contra-gosto. Ele falou a verdade. Disse que tinha visto Israel disperso pelos montes, como ovelhas sem pastor.
E continuou. Ordenou que ouvissem a palavra do Senhor. E contou uma visão que teve.
Micaías viu o Senhor sentado em Seu trono. Todo o exército celestial estava em pé junto ao trono. Alguns à sua Sua esquerda. Outros à Sua direita.
O Senhor perguntou: “Quem enganará Acabe para que ataque Ramote-Gileade e encontre a morte lá?’
Alguns anjos falavam de um jeito, enquanto outros sugeriam ideias diferentes. Até que um espírito colocou-se diante do Senhor dizendo que iria enganá-lo. Veja bem, um espírito.
O Senhor lhe perguntou como o espírito pretendia fazer. Ele respondeu que seria um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. De novo, profetas do rei. Não profetas do Senhor.
O Senhor disse que ele realmente enganaria e prevaleceria. Que deveria ir e fazer o que devia fazer.
Micaías disse que o Senhor havia colocado um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. Mas Ele, o Senhor, era quem pronunciava a desgraça contra Acabe.
Consegue perceber a seriedade disso? Quem é “profeta do rei” dá legalidade para que espíritos usem seus lábios para falar. Estamos sendo usados por quem? Para quem? Estamos enganando alguém? Estamos sendo enganados, ouvindo "profetas do rei"?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Zedequias, o que havia feito os chifres, deu um tapa no rosto de Micaías e lhe perguntou de que maneira o Espírito do Senhor havia saído dele e ido falar com Micaías.
Micaías não ficou “batendo boca” com Zedequias. Não se defendeu. Não acusou. Apenas disse que ele veria e compreenderia no dia em que tivesse vagueando de um aposento a outro para se esconder.
Acabe ordenou que Micaías fosse preso. Que o levassem ao governador da cidade e a Joás, filho do rei, com a ordem de lançá-lo na prisão. Ele deveria ser alimentado com a quantidade mínima de pão e água até que o rei retornasse são e salvo da batalha.
Micaías respondeu ao rei que se ele voltasse são e salvo, o Senhor não havia falado através de sua boca.
Inacreditavelmente, Acabe, rei de Israel e Josafá, rei de Judá, marcharam contra Ramote-Gileade.
E sabe o que Acabe fez? Pediu que Josafá se vestisse com suas roupas reais enquanto ele iria entrar em combate disfarçado. Isso mesmo!
Se ele acreditava que Micaías falou pelo Senhor, por que mandou prendê-lo? Por que foi à guerra? Se não acreditava, por que disfarçar-se?
E quanto a Josafá, por que foi para a guerra? Não creu no profeta do Senhor?
O fato é que Acabe disfarçou-se. E ambos partiram para a batalha.
O que será que acontecerá? Alguém morrerá?
Quem? Acabe disfarçado? Josafá vestido com suas vestes reais? Nenhum dos dois? Os dois?
Na quarta continuamos. Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Importa agradar a quem?
Continuando nossa caminhada em 1 Reis.
Na última postagem, vimos o valor de uma herança. Mas não apenas isso, vimos o poder do arrependimento. Em qualquer homem. Mesmo no pior.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/o-valor-de-uma-heranca.html
Hoje, prosseguiremos através das páginas do capítulo vinte e dois. Até o versículo dezoito.
Durante os dois anos seguintes, houve paz entre Israel e a Síria.
No terceiro ano, Josafá, rei de Judá, foi visitar Acabe, o rei de Israel.
Acabe questionou seus oficiais com relação à cidade de Ramote-Gileade. Ela pertencia a Israel, mas não fizeram nada para retomá-la da Síria. Ele perguntou a Josafá se este iria com ele à guerra. Josafá disse que sim. Que a batalha seria a mesma tanto para um como para o outro, assim como o povo e até seus cavalos.
Antes de ir, Josafá pediu a Acabe que consultasse a palavra do Senhor.
Acabe reuniu os profetas de Israel. Seus profetas. Era em um número aproximado de quatrocentos. Ele os consultou, perguntando se deveria atacar Ramote-Gileade ou não.
Os profetas responderam que sim. Que o Senhor a entregaria nas mãos do rei.
Josafá então foi mais incisivo. Perguntou a Acabe se não existia ali nenhum outro profeta, que fosse servo do Senhor, alguém por intermédio de quem pudessem conhecer a vontade do Senhor.
Acabe respondeu que sim. Havia um profeta. Mas ele o odiava. Nunca profetizava boas coisas a seu respeito. Somente desgraça.
Josafá disse que Acabe não deveria falar daquela forma. Então, o rei de Israel mandou chamar um oficial para trazer, rapidamente, Micaías, filho de Inlá, o profeta.
Os dois reis estavam na praça à entrada do portão de Samaria. Vestidos com seus trajes reais e assentados em tronos.
Todos os profetas, preocupados em servi-los, profetizavam em frente a eles. Algo parece muito errado aqui. Os profetas estavam preocupados em servir aos dois reis e não ao Senhor. Ah, quando algo assim acontece, é muito perigoso! Profetas devem servir ao Senhor. A mais ninguém.
Um dos profetas, chamado Zedequias, construiu chifres de ferro. Ele declarava a Acabe: “Assim diz o Senhor: Com estes chifres o Senhor lutará contra os sírios e os derrotará completamente!”
Todos os outros profetizavam o mesmo destino. Exclamavam: “Sobe contra Ramote-Gileade e triunfarás, porquanto o Senhor a entregará nas mãos do rei!”
Enquanto isso, o mensageiro que foi chamar Micaías lhe disse que todos os profetas estavam em unanimidade, afirmando prognósticos favoráveis ao rei. Ele sugeriu que fizesse o mesmo. Consegue imaginar?
Infelizmente muitos homens “notáveis” como vimos no capítulo anterior, obedecem ordens e sugestões de reis e oficiais, deixando a vontade do Senhor e Sua palavra de lado.
Mas não Micaías. Ele corajosamente contestou aquele oficial. Disse que tão certo quanto vivia o Senhor, jurava por seu Nome, que falaria apenas o que o Senhor lhe ordenasse.
Porém, quando chegou à presença do rei, ao ser indagado se deveriam ou não ir à guerra contra Ramote-Gileade, respondeu o que lhe havia sugerido.
O rei não ficou convencido. Será que foi a fisionomia de Micaías? Seu tom de voz? O fato é que Acabe não acreditou. Perguntou-lhe: “Quantas vezes terei que te fazer jurar que não me falarás senão a verdade em nome do Senhor?”
Então Micaías lhe declarou a verdade. Disse que viu Israel disperso por muitas colinas, como ovelhas que não tem pastor. O Senhor lhe dizia: “Estes não tem senhor; volte cada um em paz para sua casa!”
Acabe voltou-se para Josafá, dizendo: “Não te adiantei que ele não profetizaria o bem a meu respeito, mas somente o mal?”
Micaías continuou, cheio de coragem. E contou uma cena muito interessante.
Mas essa cena veremos apenas na segunda.
Vamos pensar em algumas coisas antes.
Sempre que um rei de Judá se une com um rei de Israel acontece alguma coisa. Sempre.
Será que o arrependimento de Acabe não durou muito tempo ou esses profetas, que se chamavam profetas do Senhor e que deveriam servir ao Senhor, serviam apenas ao rei, dizendo o que acreditavam que iria agradar seus ouvidos? E se for assim, que grande perigo esses profetas estão correndo e não apenas eles, mas todos que os tem ouvido. Será que acontece assim também em nossos dias?
A quem temos agradado? A quem importa agradar?
Na segunda, continuamos. Espero você. Até lá.
Na última postagem, vimos o valor de uma herança. Mas não apenas isso, vimos o poder do arrependimento. Em qualquer homem. Mesmo no pior.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/o-valor-de-uma-heranca.html
Hoje, prosseguiremos através das páginas do capítulo vinte e dois. Até o versículo dezoito.
Durante os dois anos seguintes, houve paz entre Israel e a Síria.
No terceiro ano, Josafá, rei de Judá, foi visitar Acabe, o rei de Israel.
Acabe questionou seus oficiais com relação à cidade de Ramote-Gileade. Ela pertencia a Israel, mas não fizeram nada para retomá-la da Síria. Ele perguntou a Josafá se este iria com ele à guerra. Josafá disse que sim. Que a batalha seria a mesma tanto para um como para o outro, assim como o povo e até seus cavalos.
Antes de ir, Josafá pediu a Acabe que consultasse a palavra do Senhor.
Acabe reuniu os profetas de Israel. Seus profetas. Era em um número aproximado de quatrocentos. Ele os consultou, perguntando se deveria atacar Ramote-Gileade ou não.
Os profetas responderam que sim. Que o Senhor a entregaria nas mãos do rei.
Josafá então foi mais incisivo. Perguntou a Acabe se não existia ali nenhum outro profeta, que fosse servo do Senhor, alguém por intermédio de quem pudessem conhecer a vontade do Senhor.
Acabe respondeu que sim. Havia um profeta. Mas ele o odiava. Nunca profetizava boas coisas a seu respeito. Somente desgraça.
Josafá disse que Acabe não deveria falar daquela forma. Então, o rei de Israel mandou chamar um oficial para trazer, rapidamente, Micaías, filho de Inlá, o profeta.
Os dois reis estavam na praça à entrada do portão de Samaria. Vestidos com seus trajes reais e assentados em tronos.
Todos os profetas, preocupados em servi-los, profetizavam em frente a eles. Algo parece muito errado aqui. Os profetas estavam preocupados em servir aos dois reis e não ao Senhor. Ah, quando algo assim acontece, é muito perigoso! Profetas devem servir ao Senhor. A mais ninguém.
Um dos profetas, chamado Zedequias, construiu chifres de ferro. Ele declarava a Acabe: “Assim diz o Senhor: Com estes chifres o Senhor lutará contra os sírios e os derrotará completamente!”
Todos os outros profetizavam o mesmo destino. Exclamavam: “Sobe contra Ramote-Gileade e triunfarás, porquanto o Senhor a entregará nas mãos do rei!”
Enquanto isso, o mensageiro que foi chamar Micaías lhe disse que todos os profetas estavam em unanimidade, afirmando prognósticos favoráveis ao rei. Ele sugeriu que fizesse o mesmo. Consegue imaginar?
Infelizmente muitos homens “notáveis” como vimos no capítulo anterior, obedecem ordens e sugestões de reis e oficiais, deixando a vontade do Senhor e Sua palavra de lado.
Mas não Micaías. Ele corajosamente contestou aquele oficial. Disse que tão certo quanto vivia o Senhor, jurava por seu Nome, que falaria apenas o que o Senhor lhe ordenasse.
Porém, quando chegou à presença do rei, ao ser indagado se deveriam ou não ir à guerra contra Ramote-Gileade, respondeu o que lhe havia sugerido.
O rei não ficou convencido. Será que foi a fisionomia de Micaías? Seu tom de voz? O fato é que Acabe não acreditou. Perguntou-lhe: “Quantas vezes terei que te fazer jurar que não me falarás senão a verdade em nome do Senhor?”
Então Micaías lhe declarou a verdade. Disse que viu Israel disperso por muitas colinas, como ovelhas que não tem pastor. O Senhor lhe dizia: “Estes não tem senhor; volte cada um em paz para sua casa!”
Acabe voltou-se para Josafá, dizendo: “Não te adiantei que ele não profetizaria o bem a meu respeito, mas somente o mal?”
Micaías continuou, cheio de coragem. E contou uma cena muito interessante.
Mas essa cena veremos apenas na segunda.
Vamos pensar em algumas coisas antes.
Sempre que um rei de Judá se une com um rei de Israel acontece alguma coisa. Sempre.
Será que o arrependimento de Acabe não durou muito tempo ou esses profetas, que se chamavam profetas do Senhor e que deveriam servir ao Senhor, serviam apenas ao rei, dizendo o que acreditavam que iria agradar seus ouvidos? E se for assim, que grande perigo esses profetas estão correndo e não apenas eles, mas todos que os tem ouvido. Será que acontece assim também em nossos dias?
A quem temos agradado? A quem importa agradar?
Na segunda, continuamos. Espero você. Até lá.
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
O valor de uma herança
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.
Na última postagem vimos que Acabe deveria ter destruído Ben-Hadade, inimigo de Israel. Ao invés disso, fizeram um acordo.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/acordos-sem-aprovacao.html
Hoje, caminharemos através do capitulo vinte e um.
Depois desses acontecimentos, Nabote, o jezreelita, formou uma boa plantação de uvas em Jezreel. Ficava ao lado do palácio de Acabe, em Samaria. Jezreel significa “Yahweh Semeia”.
Certo dia Acabe foi conversar com Nabote, para que ele cedesse sua vinha. Queria transformá-la em horta, já que estava junto ao palácio. Disse-lhe que em troca daria uma vinha melhor, ou, se preferisse, pagaria em dinheiro o seu valor.
Nabote respondeu ao rei: “Yahweh me livre de te entregar a herança de meus pais!”
Não se vendia a herança. Não se passava a outra pessoa que não fosse o herdeiro legítimo. Era sagrado.
Ainda que a vinha não fosse uma herança, seria terrível ter que cedê-la, depois de tanto trabalho para formar uma boa plantação de uvas, transformá-la em uma horta. Mas esse não era o problema para Nabote. O que ele valorizava era a herança que havia sido entregue pelo Senhor aos seus antepassados. Em meio a um Israel idólatra e infiel, ainda havia homens que valorizavam algo entregue pelo Senhor.
Acabe foi para o palácio, irritado e muito aborrecido, por causa da resposta de Nabote. Afinal, ele havia dito francamente: “Não lhe entregarei a herança de meus pais!” Que homem corajoso!
O rei deitou em sua cama, voltou o rosto para a parede e não quis comer nada.
Dá para imaginar a cena? Um rei quer a herança de alguém e, além disso, para transformar uma excelente vinha em uma horta. Só porque era ao lado do palácio. E isso é motivo para perder o apetite? Ficar deprimido? Ele, mais que qualquer pessoa, deveria preservar a herança do seu povo. Valorizá-la.
A esposa de Acabe, Jezabel, foi até ele. Percebeu que estava chateado. Perguntou-lhe o que havia acontecido a ponto de estar, o rei, tão chateado que até perdera o apetite, rejeitando a comida.
Acabe lhe contou que havia falado com Nabote, o jezreelita, propondo que vendesse sua vinha ou se preferisse, trocasse por outra. Mas ele recusou, dizendo que não entregaria sua vinha.
Jezabel, sua mulher, ficou indignada: “É assim que governas sobre o reino de Israel?”
Disse que Acabe deveria levantar, comer e alegrar seu coração. Ela mesma resolveria tudo e lhe daria a vinha de Nabote.
Ela escreveu cartas em nome de Acabe. Selou-as com o selo real. Enviou-as aos anciãos e aos nobres que habitavam na mesma cidade de Nabote.
Nessas cartas estava escrito que deveriam proclamar um jejum geral. Fazer Nabote sentar-se entre os primeiros do povo. Depois, deveriam comparecer diante dele dois homens inescrupulosos que o acusassem de ter amaldiçoado a Deus e ao rei. Crime digno de morte. Por apedrejamento.
Os homens da cidade de Nabote, suas autoridades e os notáveis que ali viviam, fizeram tudo como Jezabel havia escrito nas cartas que lhes enviara. Os notáveis! Deixaram os caminhos retos.
Conforme o costume, decretaram um tempo de jejum. Expuseram Nabote no meio do povo. Em seguida, dois homens, filhos de Belial, sem escrúpulos, se postaram na frente dele. Acusaram-no, diante do povo reunido, de haver blasfemado contra Deus e contra o rei.
Conduziram-no para fora da cidade. Sentenciaram-no ao apedrejamento público.
Mandaram dizer a Jezabel que havia sido executado por apedrejamento e morto. Assim que foi informada, falou para Acabe se levantar e tomar posse da vinha de Nabote. A vinha que ele recusou entregar. Nabote já não vivia mais, estava morto.
Quando Acabe ouviu que Nabote estava morto, não fez sequer um questionamento, levantou-se e dirigiu-se até à plantação de uvas. Tomou posse dela. Como um menino mimado que a todo custo quer um brinquedo, ainda que de outro, que só possui aquele e nada mais.
O Senhor falou com o profeta Elias. Ordenou-lhe que fosse ao encontro de Acabe, em Samaria. O Senhor lhe disse que Acabe estava visitando a plantação de uvas de Nabote. Havia ido até lá para tomar posse do lugar. Quando o encontrasse deveria perguntar-lhe: “Assassinastes teu semelhante e ainda tens a impiedade de se apossar de sua propriedade?”
E mais: O Senhor estava determinando que no mesmo local onde os cães lambiam o sangue de Nabote, lamberiam seu sangue. Sim, era isso mesmo. Todo o seu sangue seria lambido ali.
Quando Acabe viu Elias, lhe disse: “Então, finalmente, me encontraste, meu inimigo!”
Elias disse: “Sim, eu te encontrei.” E perguntou-lhe porque havia se vendido para fazer o que era abominável diante do Senhor. Por isso, o Senhor lhe dizia que traria desgraça sobre ele. Devoraria seus descendentes. Exterminaria de sua família todos que eram capazes de urinar na parede e que viviam em Israel, fossem escravos ou livres. Faria com toda a sua casa como havia feito com Jeroboão, filho de Nebate, e com Baasa, filho de Aías, porque Acabe o havia provocado à ira e induzira Israel ao pecado.
Mas não parou aí. O Senhor falou também a respeito de Jezabel. Disse que os cães devorariam Jezabel junto ao muro de Jezreel.
E quem morresse da família de Acabe na cidade, os cães o devorariam. Quem morresse no campo, as aves do céu consumiriam seus cadáveres.
O autor de Reis nos conta que jamais houve alguém de caráter semelhante ao de Acabe, que foi capaz de se vender para fazer o que era mau perante o Senhor, sendo influenciado por Jezabel, sua esposa.
Ele tomou atitudes horríveis, seguindo os ídolos, a exemplo de tudo que fizeram os amorreus, os quais o Senhor expulsou de diante dos filhos de Israel, justamente por causa desses pecados.
Porém, quando Acabe ouviu as palavras do profeta, rasgou suas vestes, cobriu-se de pano de saco e jejuou. Deitou sobre panos grosseiros e caminhava triste e abatido, com toda a mansidão entre as pessoas.
Então o Senhor falou com Elias, o tesbita: “Viste como Acabe tem se humilhado diante de mim? Considerando, pois, que tem sido humilde em seu proceder diário, não mais trarei a desgraça que prometi sobre ele, durante sua vida e reinado, mas a trarei durante o império de seu filho”.
Embora tenha sido um homem terrível, quando se arrependeu, o Senhor olhou para ele. Percebeu suas atitudes, seu coração. Concedeu-lhe misericórdia.
O Senhor sempre é misericordioso. Sempre está disposto a perdoar. Seu filho também teria a chance de se arrepender. Bastava escolher o arrependimento, como seu pai o fez.
Que possamos dar valor à nossa herança, dada pelo Senhor, como Nabote fez.
E que tenhamos o cuidado para andar em Seus caminhos. Que ninguém nos influencie a deixá-los. Mas se acontecer, que tenhamos a humildade de nos arrepender e voltar ao Caminho. Como Acabe. Ele nos perdoará. E nos levantará. https://www.youtube.com/watch?v=XEa2jjT9SyQ
Não existe nada melhor que andar com o Senhor.
Na sexta-feira prosseguimos. Espero você.
Na última postagem vimos que Acabe deveria ter destruído Ben-Hadade, inimigo de Israel. Ao invés disso, fizeram um acordo.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/acordos-sem-aprovacao.html
Hoje, caminharemos através do capitulo vinte e um.
Depois desses acontecimentos, Nabote, o jezreelita, formou uma boa plantação de uvas em Jezreel. Ficava ao lado do palácio de Acabe, em Samaria. Jezreel significa “Yahweh Semeia”.
Certo dia Acabe foi conversar com Nabote, para que ele cedesse sua vinha. Queria transformá-la em horta, já que estava junto ao palácio. Disse-lhe que em troca daria uma vinha melhor, ou, se preferisse, pagaria em dinheiro o seu valor.
Nabote respondeu ao rei: “Yahweh me livre de te entregar a herança de meus pais!”
Não se vendia a herança. Não se passava a outra pessoa que não fosse o herdeiro legítimo. Era sagrado.
Ainda que a vinha não fosse uma herança, seria terrível ter que cedê-la, depois de tanto trabalho para formar uma boa plantação de uvas, transformá-la em uma horta. Mas esse não era o problema para Nabote. O que ele valorizava era a herança que havia sido entregue pelo Senhor aos seus antepassados. Em meio a um Israel idólatra e infiel, ainda havia homens que valorizavam algo entregue pelo Senhor.
Acabe foi para o palácio, irritado e muito aborrecido, por causa da resposta de Nabote. Afinal, ele havia dito francamente: “Não lhe entregarei a herança de meus pais!” Que homem corajoso!
O rei deitou em sua cama, voltou o rosto para a parede e não quis comer nada.
Dá para imaginar a cena? Um rei quer a herança de alguém e, além disso, para transformar uma excelente vinha em uma horta. Só porque era ao lado do palácio. E isso é motivo para perder o apetite? Ficar deprimido? Ele, mais que qualquer pessoa, deveria preservar a herança do seu povo. Valorizá-la.
A esposa de Acabe, Jezabel, foi até ele. Percebeu que estava chateado. Perguntou-lhe o que havia acontecido a ponto de estar, o rei, tão chateado que até perdera o apetite, rejeitando a comida.
Acabe lhe contou que havia falado com Nabote, o jezreelita, propondo que vendesse sua vinha ou se preferisse, trocasse por outra. Mas ele recusou, dizendo que não entregaria sua vinha.
Jezabel, sua mulher, ficou indignada: “É assim que governas sobre o reino de Israel?”
Disse que Acabe deveria levantar, comer e alegrar seu coração. Ela mesma resolveria tudo e lhe daria a vinha de Nabote.
Ela escreveu cartas em nome de Acabe. Selou-as com o selo real. Enviou-as aos anciãos e aos nobres que habitavam na mesma cidade de Nabote.
Nessas cartas estava escrito que deveriam proclamar um jejum geral. Fazer Nabote sentar-se entre os primeiros do povo. Depois, deveriam comparecer diante dele dois homens inescrupulosos que o acusassem de ter amaldiçoado a Deus e ao rei. Crime digno de morte. Por apedrejamento.
Os homens da cidade de Nabote, suas autoridades e os notáveis que ali viviam, fizeram tudo como Jezabel havia escrito nas cartas que lhes enviara. Os notáveis! Deixaram os caminhos retos.
Conforme o costume, decretaram um tempo de jejum. Expuseram Nabote no meio do povo. Em seguida, dois homens, filhos de Belial, sem escrúpulos, se postaram na frente dele. Acusaram-no, diante do povo reunido, de haver blasfemado contra Deus e contra o rei.
Conduziram-no para fora da cidade. Sentenciaram-no ao apedrejamento público.
Mandaram dizer a Jezabel que havia sido executado por apedrejamento e morto. Assim que foi informada, falou para Acabe se levantar e tomar posse da vinha de Nabote. A vinha que ele recusou entregar. Nabote já não vivia mais, estava morto.
Quando Acabe ouviu que Nabote estava morto, não fez sequer um questionamento, levantou-se e dirigiu-se até à plantação de uvas. Tomou posse dela. Como um menino mimado que a todo custo quer um brinquedo, ainda que de outro, que só possui aquele e nada mais.
O Senhor falou com o profeta Elias. Ordenou-lhe que fosse ao encontro de Acabe, em Samaria. O Senhor lhe disse que Acabe estava visitando a plantação de uvas de Nabote. Havia ido até lá para tomar posse do lugar. Quando o encontrasse deveria perguntar-lhe: “Assassinastes teu semelhante e ainda tens a impiedade de se apossar de sua propriedade?”
E mais: O Senhor estava determinando que no mesmo local onde os cães lambiam o sangue de Nabote, lamberiam seu sangue. Sim, era isso mesmo. Todo o seu sangue seria lambido ali.
Quando Acabe viu Elias, lhe disse: “Então, finalmente, me encontraste, meu inimigo!”
Elias disse: “Sim, eu te encontrei.” E perguntou-lhe porque havia se vendido para fazer o que era abominável diante do Senhor. Por isso, o Senhor lhe dizia que traria desgraça sobre ele. Devoraria seus descendentes. Exterminaria de sua família todos que eram capazes de urinar na parede e que viviam em Israel, fossem escravos ou livres. Faria com toda a sua casa como havia feito com Jeroboão, filho de Nebate, e com Baasa, filho de Aías, porque Acabe o havia provocado à ira e induzira Israel ao pecado.
Mas não parou aí. O Senhor falou também a respeito de Jezabel. Disse que os cães devorariam Jezabel junto ao muro de Jezreel.
E quem morresse da família de Acabe na cidade, os cães o devorariam. Quem morresse no campo, as aves do céu consumiriam seus cadáveres.
O autor de Reis nos conta que jamais houve alguém de caráter semelhante ao de Acabe, que foi capaz de se vender para fazer o que era mau perante o Senhor, sendo influenciado por Jezabel, sua esposa.
Ele tomou atitudes horríveis, seguindo os ídolos, a exemplo de tudo que fizeram os amorreus, os quais o Senhor expulsou de diante dos filhos de Israel, justamente por causa desses pecados.
Porém, quando Acabe ouviu as palavras do profeta, rasgou suas vestes, cobriu-se de pano de saco e jejuou. Deitou sobre panos grosseiros e caminhava triste e abatido, com toda a mansidão entre as pessoas.
Então o Senhor falou com Elias, o tesbita: “Viste como Acabe tem se humilhado diante de mim? Considerando, pois, que tem sido humilde em seu proceder diário, não mais trarei a desgraça que prometi sobre ele, durante sua vida e reinado, mas a trarei durante o império de seu filho”.
Embora tenha sido um homem terrível, quando se arrependeu, o Senhor olhou para ele. Percebeu suas atitudes, seu coração. Concedeu-lhe misericórdia.
O Senhor sempre é misericordioso. Sempre está disposto a perdoar. Seu filho também teria a chance de se arrepender. Bastava escolher o arrependimento, como seu pai o fez.
Que possamos dar valor à nossa herança, dada pelo Senhor, como Nabote fez.
E que tenhamos o cuidado para andar em Seus caminhos. Que ninguém nos influencie a deixá-los. Mas se acontecer, que tenhamos a humildade de nos arrepender e voltar ao Caminho. Como Acabe. Ele nos perdoará. E nos levantará. https://www.youtube.com/watch?v=XEa2jjT9SyQ
Não existe nada melhor que andar com o Senhor.
Na sexta-feira prosseguimos. Espero você.
terça-feira, 9 de outubro de 2018
Precisamos prosseguir
Queridos, estou muito exausta.
Uma correria, de lá pra cá e de cá pra lá.
Vou tentar retornar amanhã e nas próximas semanas, publicar às segundas, quartas e sextas.
Não tem sido fácil a rotina com aquele Cruel.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/alzheimer-o-cruel.html
Mas em Jesus somos sempre mais que vencedores, independente das circunstâncias.
Não deixe de ler a Bíblia, ela é viva e atual. Nosso alimento diário.
Olha o que Charles Spurgeon disse (assino embaixo): "Se você testou a Palavra de Deus e a comprovou, se ela é preciosa para a sua alma, você é cristão."
Amanhã espero vocês.
Continuaremos em 1 Reis, capítulo 21.
O último texto foi o final do capítulo 20. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/acordos-sem-aprovacao.html
Uma correria, de lá pra cá e de cá pra lá.
Vou tentar retornar amanhã e nas próximas semanas, publicar às segundas, quartas e sextas.
Não tem sido fácil a rotina com aquele Cruel.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/alzheimer-o-cruel.html
Mas em Jesus somos sempre mais que vencedores, independente das circunstâncias.
Não deixe de ler a Bíblia, ela é viva e atual. Nosso alimento diário.
Olha o que Charles Spurgeon disse (assino embaixo): "Se você testou a Palavra de Deus e a comprovou, se ela é preciosa para a sua alma, você é cristão."
Amanhã espero vocês.
Continuaremos em 1 Reis, capítulo 21.
O último texto foi o final do capítulo 20. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/acordos-sem-aprovacao.html
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