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terça-feira, 23 de abril de 2019

1 Crônicas 24.1-26.32

Leitura do dia 20/04.

Na postagem anterior, vimos que o Senhor não descarta ninguém. Todos temos um chamado e um lugar. O Reino do Senhor é uma engrenagem perfeita. 

Agora, caminharemos através das páginas dos capítulos vinte e quatro a vinte e seis.

Antes de Davi morrer e antes da Casa do Senhor estar construída, ele organizou os grupos dos descendentes de Arão.

Os filhos de Arão, como já vimos, foram Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar. Nadabe e Abiú morreram antes de seu pai. Não geraram filhos. Morreram porque não deram valor à santidade do Senhor. Está escrito lá nas páginas de Levítico 10. Por isso, apenas Eleazar e Itamar, os dois mais novos, serviram como sacerdotes. 

Com a cooperação de Zadoque, descendente de Eleazar, e de Aimeleque, descendente de Itamar, o rei Davi os dividiu em grupos. Para cumprirem suas responsabilidades.

Foram repartidos de maneira aleatória e imparcial, através de sorteio. Assim, havia oficiais do templo e líderes espirituais tanto entre os descendentes de Eleazar como de Itamar. Não havia favoritismo. Como deve ser.

O escriba Semaías, filho do levita Natanael, registrou seus nomes na presença do rei, dos líderes e oficiais, dos sacerdotes Zadoque e Aimeleque, e dos chefes de famílias dos sacerdotes e levitas.

As famílias de Eleazar e de Itamar foram sorteadas de modo alternado, ora uma, ora outra. Assim foram designados os sacerdotes, segundo sua função, para entrar na Casa do Senhor, em conformidade com o regulamento deixado por Arão, antepassado deles, de acordo com a vontade expressa do Senhor, Deus de Israel. Davi sempre lembrava de andar em conformidade com a Palavra do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-161-43.html

Com relação aos demais filhos de Anrão, também descendentes dos levitas, tiraram sortes na presença do rei Davi, de Zadoque, de Aimeleque e dos levitas, assim como fizeram seus irmãos, os descendentes de Arão. As famílias dos irmãos mais velhos, os primogênitos e cabeças das famílias foram tratados com a mesma dignidade que as famílias dos mais novos. Novamente sem favoritismo, sem parcialidade.

Davi com a cooperação dos comandantes do exército, separou alguns dos filhos de Asafe, de Hemã e de Jedutum para o serviço de profetizar ao som de harpas, liras e címbalos. Os filhos de Asafe estavam debaixo de sua autoridade, e ele, por sua vez, profetizava sob a supervisão do rei.

Hemã, vidente e profeta do rei, foi exaltado diante de muitos conforme as promessas de que o Senhor o tornaria poderoso. O Senhor lhe concedeu catorze filhos e três filhas. Cumpriu Sua promessa. Não tornou-se poderoso por seus cargos ou riqueza, mas pelos filhos que o Senhor lhe deu. Uau! Que diferença de valores.

Todos estavam sob a direção e supervisão de seus respectivos pais, quanto à ministração do louvor por meio da música no templo do Senhor. Com címbalos, liras e harpas, no serviço de adoração na Casa do Senhor. Servindo em família.

Deitaram sortes para designar as responsabilidades, tanto dos mais velhos como dos jovens, tanto dos mestres como dos discípulos. Novamente sem partidarismos, sem parcialidade.

Depois vieram os porteiros. A família de Obede-Edom estava contada entre eles. Oitos filhos, porquanto o Senhor havia derramado suas bênçãos sobre Obede-Edom. Novamente o autor menciona o fato do Senhor ter abençoado alguém através dos filhos dados por Ele e não por algum cargo ou bem.

Seu filho Semaías também gerou filhos, que se tornaram líderes na família de seu pai, pois eram homens capazes e corajosos. Os parentes dele, Eliú e Semaquias, também foram homens notáveis. Eles, seus filhos e parentes eram capazes, valentes e hábeis em suas funções. Tornaram-se líderes, não por possuírem bens ou trafegarem influência, mas por serem homens capazes, corajosos, notáveis e hábeis em suas funções. Eram competentes.

Meselemias gerou dezoito filhos e parentes próximos, todos homens ilustres e corajosos.

Sinri foi um chefe designado por seu pai, mesmo não sendo o primogênito. Por sua capacidade.

Destes se formaram as classes dos porteiros, isto é, os grupos dos homens notáveis, que tinham cargos como seus parentes, para ministrarem na Casa do Senhor. Prestou atenção? Grupos de homens notáveis. Por isso foram porteiros. Porteiros da Casa do Senhor. Como nós devemos ser. Jesus é a porta. Precisamos ser os porteiros que apontam para Ele.

Ser porteiro é uma função muito importante. São os que guardam as portas. Os que controlam e autorizam a entrada e saída de pessoas. Preste atenção nisso. Eles possuíam "as chaves".

Lançaram sortes, entre jovens e idosos, segundo as suas famílias, para cada porta. A Zacarias, conselheiro capaz, saiu-lhe a Porta Norte. A Obede-Edom, a Porta Sul; e a seus filhos a casa dos depósitos. Cada um tinha sua função específica.

Diariamente, faziam plantão seis levitas ao Oriente, quatro ao Norte, quatro ao Sul. Na casa dos depósitos ficavam de dois em dois. No pátio ocidental ficavam quatro guardas junto ao caminho, e dois junto ao pátio.

Dos outros irmãos levitas, Aías era responsável pelos tesouros do templo do Senhor e das ofertas dedicadas.

Os gersonitas eram encarregados dos tesouros da Casa do Senhor.

Selomote e seus parentes eram encarregados de todos os tesouros consagrados pelo rei Davi, pelos chefes de famílias, os comandantes de mil e de cem soldados, e pelas demais autoridades do exército. Eles haviam dedicado parte dos despojos tomados em combate para a manutenção da Casa do Senhor. 

Muitas dádivas também foram consagradas por Samuel, o vidente e profeta; Saul, filho de Quis, o primeiro rei de Israel; Abner, filho de Ner, comandante do exército de Saul; e Joabe, filho de Zeruia, comandante do exército de Davi.

Dos filhos de Isar, Quenanias e seus filhos ficaram encarregados dos negócios públicos de Israel. Eram oficiais e juízes.

Dos filhos de Hebrom, Hasabias e seus parentes, mil e setecentos homens ilustres e corajosos, eram responsáveis por todo o trabalho destinado ao Senhor e pelos serviços prestados ao rei em favor de Israel.

Davi nomeou os irmãos e parentes de Jerias, dois mil e setecentos guerreiros chefes de famílias, homens ilustres e valentes, como conselheiros nos assuntos relativos ao Senhor e supervisores do rei junto às tribos de Rúben e Gade, e na metade da tribo de Manassés, além do Jordão.


Tudo era organizado. Nos mínimos detalhes. Com homens corajosos e capazes. Em conformidade com a ordem do Senhor. Como deve ser.

Que possamos aprender a agir como Davi. Seus homens não eram escolhidos pelos bens que possuíam ou posições que ocupavam. Eram escolhidos por serem capazes. Sem parcialidade. Sem favoritismo. Para os serviços e cargos em conformidade com a Palavra do Senhor. Como deve ser.

Amanhã prosseguimos. 

Espero você. Até lá.

Texto semelhante:

terça-feira, 2 de abril de 2019

1 Reis 15.10-34

Na postagem anterior, vimos que Abião, ou Abias, se afastou do Senhor. Viveu sempre em guerra. 
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-151-9.htmll

Agora, ainda no capitulo quinze. Do versículo dez até o final.

Quando Jeroboão, rei de Israel, já havia reinado vinte anos, Asa começou a reinar em Judá. Reinou quarenta e um anos em Jerusalém.

Quando leio o versículo a seguir, tenho vontade de pular. Acredita que Asa agiu de modo reto diante do Senhor, como Davi? http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/o-reinado-de-davi-foi-sucedido-por.html

Sim, ele tirou da terra os prostitutos cultuais, que eram conhecidos como sodomitas. Destruiu todos os ídolos que seus pais haviam erguido. Fez uma verdadeira limpeza.

E o que acho muito impressionante, destituiu sua própria avó, Maaca, filha de Absalão, da autoridade de rainha-mãe. Ela havia construído um abominável objeto de culto para servir de ídolo sagrado, que ele também queimou. Ficava próximo ao ribeiro de Cedrom.

Asa não removeu os altares das colinas. Mas seu coração foi totalmente dedicado ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/qual-epoca-de-construir-fortalezas-e.html

Ele trouxe para o templo do Senhor os objetos que seu pai, Abião ou Abias, havia consagrado, e os objetos que ele mesmo consagrara, prata, ouro e vasos.

No segundo ano de seu reinado, Nadabe, filho de Jeroboão, tornou-se rei em Israel. Governou apenas dois anos. Praticou o que o Senhor reprova. Andou nos caminhos de seu pai e no pecado que havia induzido Israel a cometer.

Então, Baasa, filho de Aías, da tribo de Issacar, conspirou contra ele. Feriu-o de morte em Gibeom dos filisteus, pois Nadabe e todo o Israel havia sitiado Gibeom. Baasa assassinou-o no terceiro ano do governo de Asa, e reinou em seu lugar. Assim que se tornou rei, massacrou toda a casa de Jeroboão. Não poupou ninguém. Exterminou-os. Como o Senhor dissera através de seu servo Aías, o silonita. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/mas-noticias.html

Tudo por causa dos pecados que Jeroboão havia praticado e levado o povo de Israel a praticar.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-loucura-de-jeroboao.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-desobediencia-de-jeroboao.html

Baasa reinou durante vinte e quatro anos. Praticou o que era mau aos olhos do Senhor. Seguiu o caminho de Jeroboão, errando e induzindo Israel ao erro.

Houve grande batalha entre Asa e Baasa, rei de Israel. Eles guerrearam o tempo todo.

Baasa, rei de Israel, invadiu Judá e edificou Ramá, para que ninguém pudesse sair nem entrar no território de Asa.

Asa tomou toda a prata e o ouro que estavam nos tesouros do templo, além dos objetos valiosos do palácio real e os entregou nas mãos de seus servos para enviar a Ben-Hadade, rei da Síria. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html

Ben-Hadade morava em Damasco. Asa enviou os objetos com a mensagem de que houvesse aliança entre eles e que a aliança que possuía com Baasa fosse rompida. Ben-Hadade aceitou o acordo. Enviou os chefes de seu exército contra Israel. Conquistou Ijom, Dã, Abel-Bete-Maaca e todo o Quinerete, a região próxima ao lago da Galiléia, além de todo o território de Naftali. 

Israel está perdendo o que havia conquistado. Tudo por ter se afastado do Senhor.

Quando Baasa soube, parou de construir Ramá. Ficou em Tirza. Asa determinou em todo Judá que trouxessem as pedras de Ramá e a madeira com que Baasa a edificava. Com esse material mandou construir Geba de Benjamim e Mispá.

O resto da história de Asa, muito interessante, está escrito em Crônicas. Na sua velhice, ficou doente dos pés. Vale a pena ler. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html

Quando morreu foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Josafá foi seu sucessor.

É muito triste ver que Jeroboão, que podia ter uma dinastia perene, abandonou ao Senhor. Seu filho seguiu seus caminhos. Foi assassinado. Sua família exterminada. Não sobrou ninguém. Como o Senhor havia dito. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/reino-dividido.html

Baasa não aprendeu a lição. Sabia que Jeroboão estava naquela situação por ter se afastado do Senhor, mas seguiu os caminhos de Jeroboão. Também não se voltou para o Senhor.

O que acontecerá com ele? Seus filhos governarão após ele? Será que ainda há esperança para Israel?

E quanto à Judá? Asa segue ao Senhor. Até destituiu sua avó do cargo de rainha-mãe, por ser ela uma idólatra. Ele morre. Josafá reina em seu lugar.

Como será seu reinado? Seguirá os caminhos de Davi ou ao menos os caminhos de seu pai? Há esperança para Judá?

E quanto a nós? Temos seguido ao Senhor, independente das circunstâncias? Há esperança para nós?

Lembre-se: nossas decisões impactam gerações. 
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html

Amanhã continuamos. Leremos do capítulo dezesseis ao capítulo dezenove de 1 Reis.

Espero você. Até lá.

1 Reis 15.1-9

Leitura do dia 02/04.

Na postagem anterior, vimos que Roboão e Judá seguiram ao Senhor apenas durante três anos. Depois, viraram as costas para Ele. Perderam seus tesouros. Suas riquezas. Seus escudos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1421-31.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo quinze. Até o versículo nove.

Quando Jeroboão, filho de Nebate, estava em seu décimo oitavo ano de reinado em Israel, Abião se tornou rei de Judá. Governou apenas três anos em Jerusalém. Sua mãe era Maaca, filha de Absalão.

Abião, segundo nos relata Crônicas, começou bem, mas repetiu todos os pecados que seu pai, Roboão, havia cometido antes dele. Não foi íntegro para com o Senhor, como Davi foi.

Ainda assim, o Senhor, por amor a Davi, permitiu que sua linhagem continuasse em Jerusalém.

Davi fez o que o Senhor aprova. Não deixou de obedecer nenhum dos mandamentos do Senhor durante todos os dias de sua vida. Exceto no caso de Urias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-121-31.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-seus-tragicos-erros.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-os-detalhes-que-me-capturam.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2018/07/lideranca-pelo-exemplo.html

Houve guerra entre Roboão e Jeroboão, como houve guerra entre Abião e Jeroboão. Os dias de paz em Israel ficaram para trás. Agora, estão sempre em guerra. Judá e Israel. Porque se afastaram do Senhor.

Em 2 Crônica, capítulo treze, ficamos sabendo um pouco mais de Abião ou Abias. Você não pode deixar de ler. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/de-quem-e-vitoria.html

Que aprendamos a colocar o Senhor acima de tudo em nossas vidas. E que Ele sempre vá à nossa frente.

Abião morreu. Foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Asa reinou em seu lugar.

Como será que Asa vai se comportar? Como seus pais ou como Davi? Será que ainda há esperança para Judá?

E como será que está se saindo Nadabe, filho de Jeroboão, lá em Israel? Agindo como seu pai?

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/sempre-em-guerra.html

1 Reis 14.21-31

Leitura do dia 02/04.

Na postagem anterior, vimos que Jeroboão tentou saber a verdade sobre sua situação. Não quis se expor. Não queria confrontação. Mas, não se esconde de Deus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-141-20.html

Agora, continuamos através do capítulo quatorze. A partir do versículo vinte e um. Até o final.

Enquanto Jeroboão reinava sobre as dez tribos de Israel, Roboão, filho de Salomão, reinava sobre o que veio a ser conhecido como o reino de Judá.

Roboão tinha quarenta e um anos quando começou a reinar. Reinou durante dezessete anos em Jerusalém, a cidade que o Senhor escolhera dentre todas as cidades de Israel, para nela estabelecer Seu nome.

Sua mãe era de Amom, nação que o Senhor havia dito que os filhos de Israel não deveriam tomar mulher, para não se desviarem do Senhor, indo após seus deuses.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html

O livro de Reis não conta, mas o livro de Crônicas nos conta que durante três anos, Roboão e Judá serviram ao Senhor. Apenas três anos. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/nao-negocie-seu-chamado.html

Depois se desviaram dEle. O povo de Judá pecou, fazendo o que era mal aos olhos do Senhor. Deu a Ele mais motivos para ficar irado, do que todos seus antepassados haviam dado.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/nossos-atos-e-suas-consequencias.html

Também construíram altares idólatras, colunas sagradas e postes dedicados às divindades. Sobre todos os montes e debaixo de todas as grandes e frondosas árvores. Havia até prostitutos cultuais em todo o reino. O povo se envolveu em todo tipo de prática abominável. Comum nas nações que o Senhor havia expulsado daquela terra, diante dos filhos de Israel.

No quinto ano de Roboão, o rei do Egito, Sisaque, atacou Jerusalém. Não havia mais proteção do Senhor. Eles Lhe deram as costas. Sisaque apoderou-se dos tesouros do templo. Levou todas as riquezas que havia no palácio real. Até os escudos de ouro batido que Salomão mandara fazer.

Quando deixamos o Senhor, somos atacados. Roubam-nos os tesouros. Roubam-nos as riquezas. Roubam-nos os escudos. Inimigos que já haviam sido vencidos, levantam-se e voltam a atacar. E são bem sucedidos.

Ah, e para recuperar tudo? Leva muito tempo. Muitas vezes não se recupera. Troca-se por algo inferior, como aconteceu aqui.

Roboão mandou fazer escudos de bronze para substituir os de ouro. Bronze! E ainda teve que confiá-los aos chefes dos guardas, que vigiavam a porta do palácio real.

Sempre que o rei ia ao templo do Senhor, os guardas pegavam os escudos. Depois, devolviam-nos à sala dos guardas.

Quando Roboão morreu, foi enterrado na Cidade de Davi. Abião, seu filho reinou em seu lugar.

Que não sirvamos ao Senhor apenas três ou trinta anos. Que O sirvamos todos os dias de nossas vidas, tendo-O sempre conosco.

Como será que agirá Nadabe, filho de Jeroboão, em Israel? E Abião, filho de Roboão, em Judá?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/virando-as-costas.html

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Levítico 8.1-10.20

Leitura do dia 30/01.

Na postagem anterior vimos sobre as ofertas pelo pecado e pela culpa, além dos holocaustos. Ninguém precisava ficar culpado. Percebia a culpa, confessava e oferecia sua oferta.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/levitico-41-738.html

Agora, continuaremos através das páginas dos capítulos de oito a dez de Levítico.

Como o Senhor havia ordenado, Arão e seus filhos foram consagrados. Exatamente de acordo com os rituais prescritos. Cada detalhe. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-291-46.html

Essa cerimônia foi feita diante de todo o povo. Durou sete dias.

Depois da consagração, Arão e seus filhos começaram seu serviço. No oitavo dia, apresentaram ofertas por eles e pelo povo. Fizeram expiação por si mesmo e pelo povo. Tudo conforme o Senhor havia ordenado a Moisés.

Por fim, Arão ergueu as mãos na direção do povo e o abençoou. Agora estava no lugar certo, fazendo o que foi separado para fazer. Representar o povo diante do Senhor, fazer expiação por ele e abençoá-lo. Não levá-lo ao pecado como havia feito no caso do bezerro de ouro.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html

Depois de oferecidos os holocaustos e as ofertas, Moisés e Arão entraram na tenda do encontro. Quando voltaram, abençoaram novamente o povo.

A glória do Senhor apareceu a todos. Fogo saiu de Sua presença e consumiu o holocausto e a gordura no altar. À vista de todos.

O povo se alegrou sobremaneira. Gritaram de alegria. Prostraram-se com o rosto no chão e adoraram ao Senhor.

Então, algo terrível aconteceu.

Os dois filhos mais velhos de Arão colocaram brasas em seus incensários e as salpicaram com incenso. Não fizeram como era a prescrição. Apresentaram fogo estranho diante do Senhor. Fogo saiu de Sua presença e os devorou. Eles morreram ali, diante do Senhor.

Moisés disse algo importantíssimo a Arão. Algo que o Senhor havia declarado. Ele mostraria Sua santidade entre os que se aproximassem dEle e Sua glória diante do povo.

O povo vê a glória do Senhor. E se alegra com ela. Mas quem se achega ao Senhor, vê Sua santidade. Sua santidade é algo muito mais sério. Mais perigoso.

Nadabe e Abiú não deram importância à santidade do Senhor. Por isso morreram.

Arão ficou calado. Não respondeu nada. Moisés chamou dois primos e pediu que tirassem Nadabe e Abiú de frente do santuário. Colocassem seus corpos fora do acampamento. Eles os puxaram pelas roupas.

Então, Moisés disse a Arão e a seus dois filhos que restaram, Eleazar e Itamar, que não se descabelassem, não pranteassem. Não fizessem luto. Que os outros parentes fizessem. Eles não. Deveriam permanecer na presença do Senhor. Eles obedeceram.

O Senhor disse a Arão que ele e seus descendentes jamais deveriam beber vinho ou qualquer outra bebida fermentada antes de entrar na tenda do encontro. Se fizessem, morreriam. Eram separados. Deveriam fazer distinção entre o santo e o comum, o impuro e o puro. Também eram os responsáveis para ensinar aos israelitas todos os decretos que o Senhor havia dado através de Moisés.

Consegue entender como eram separados para o Senhor? Como precisavam respeitar Sua santidade?

Acredito que Nadabe e Abiú ofereceram fogo estranho por terem se excedido na bebida e perdido a noção da santidade do Senhor.

Depois disso, Moisés procurou cuidadosamente pelo bode da oferta pelo pecado. Quando viu que havia sido completamente queimado, ficou irritado com Eleazar e Itamar. Eles deveriam ter comido, no lugar santo.

Arão disse que algo terrível havia acontecido com ele. Será que o Senhor aceitaria que eles comessem, como se nada tivesse acontecido? Como se não estivessem tristes?

Moisés aceitou o argumento de Arão.

E assim termina nosso texto de hoje.

Que possamos dar valor ao Senhor. Que possamos enxergar quem somos nEle. Que possamos respeitar Sua santidade. E cumprir nosso papel. De acordo com Suas prescrições.

Amanhã continuamos. Leremos os capítulos onze a quatorze de Levítico.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Êxodo 24.1-18

Leitura do dia 22/01.

Na postagem anterior vimos o Senhor orientar quanto à prática da justiça, instituir as três festas anuais e prometer Sua presença junto ao povo de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-231-32.html

Agora, caminharemos através do capítulo vinte e quatro de Êxodo.

O Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte com Arão, Nadabe, Abiú e setenta líderes de Israel.

Ele desceu do monte para transmitir ao povo todas as instruções e ordens do Senhor. O povo respondeu a uma só voz que obedeceriam tudo que o Senhor estava ordenando.

Moisés escreveu exatamente tudo que o Senhor havia falado. Na manhã seguinte levantou-se cedo. Construiu um altar ao Senhor. Ergueu doze colunas, uma para cada tribo de Israel. Também enviou alguns rapazes para oferecerem holocaustos e sacrifícios ao Senhor.

Pegou o Livro da Aliança e o leu para todo o povo. Novamente todos responderam que obedeceriam ao Senhor, em tudo.

Moisés aspergiu o sangue do sacrifício que havia feito sobre o povo, para confirmar sua aliança com o Senhor.

Depois, conforme o Senhor ordenara, subiu ao monte, acompanhado de Arão, Nadabe, Abiú e os setenta líderes do povo de Israel. Eles viram o Senhor. Sob Seus pés havia uma superfície azulada como safira e clara como o céu. Embora tenham visto o Senhor não foram destruídos e ainda tiveram o privilégio de participar de uma refeição em Sua presença. Que maravilha!

Novamente o Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte. Dessa vez somente ele e Josué. Ele lhe daria tábuas de pedras onde gravara a lei e os mandamentos para ensinar o povo.

Moisés ordenou aos líderes que esperassem até que ele e Josué voltassem. Se tivessem algum problema, era só consultar Arão e Hur.

Quando Moisés subiu ao monte, a nuvem o cobriu. Ficou assim por seis dias. Será que aguentaríamos esperar? Moisés esperou. No sétimo dia o Senhor chamou Moisés de dentro da nuvem. Moisés desapareceu na nuvem. Ficou lá quarenta dias.

A glória do Senhor no alto do Sinai parecia um fogo consumidor. Algo extraordinário.

Nossa leitura de hoje termina aqui.

Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Sempre em guerra


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Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.

Ontem vimos que Roboão e Judá seguiram ao Senhor apenas durante três anos. Depois, viraram as costas para Ele. Perderam seus tesouros. Suas riquezas. Seus escudos.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/virando-as-costas.html

Hoje caminharemos através das páginas do capítulo quinze.

Quando Jeroboão, filho de Nebate, estava em seu décimo oitavo ano de reinado em Israel, Abião se tornou rei de Judá.

Governou apenas três anos em Jerusalém.

Sua mãe era Maaca, filha de Absalão.

Abião, segundo nos relata Crônicas, começou bem, mas repetiu todos os pecados que seu pai, Roboão, havia cometido antes dele. Não foi íntegro para com o Senhor, como Davi foi.

Ainda assim, o Senhor, por amor a Davi, permitiu que sua linhagem continuasse em Jerusalém.

Davi fez o que o Senhor aprova. Não deixou de obedecer nenhum dos mandamentos do Senhor durante todos os dias de sua vida. Exceto no caso de Urias.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-seus-tragicos-erros.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-os-detalhes-que-me-capturam.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/lideranca-pelo-exemplo.html

Houve guerra entre Roboão e Jeroboão, como houve guerra entre Abião e Jeroboão. Os dias de paz em Israel ficaram para trás. Agora, estão sempre em guerra. Judá e Israel. Porque se afastaram do Senhor.

Em 2 Crônica, capítulo treze, ficamos sabendo um pouco mais de Abião ou Abias. Você não pode deixar de ler. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/de-quem-e-vitoria.html

Que aprendamos a colocar o Senhor acima de tudo em nossas vidas. E que Ele sempre vá à nossa frente.

Abião morreu. Foi sepultado na Cidade de Davi.

Seu filho Asa reinou em seu lugar.

Como será que Asa vai se comportar? Como seus pais ou como Davi? Será que ainda há esperança para Judá?

E como será que está se saindo Nadabe, filho de Jeroboão, lá em Israel? Agindo como seu pai?

Amanhã prosseguimos. Espero você.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Virando as costas


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Vamos continuar nossa caminhada pelas páginas do livro de 1 Reis.

No texto anterior, vimos que Jeroboão tentou saber a verdade sobre sua situação, mas não quis se expor. Não queria confrontação. Mas, não se esconde de Deus. Ele ficou sabendo disso.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/mas-noticias.html

Hoje, continuaremos através do capítulo quatorze. A partir do versículo 21. Até o final.

Enquanto Jeroboão reinava sobre as dez tribos de Israel, Roboão, filho de Salomão, reinava sobre o que veio a ser conhecido como o reino de Judá.

Roboão tinha quarenta e um anos quando começou a reinar. Reinou durante dezessete anos em Jerusalém, a cidade que o Senhor escolhera dentre todas as cidades de Israel, para nela estabelecer Seu nome.

Sua mãe era de Amom, nação que o Senhor havia dito que os filhos de Israel não deveriam tomar mulher, para não se desviarem do Senhor, indo após seus deuses.http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html

O livro de Reis não conta, mas o livro de Crônicas nos conta que durante três anos, Roboão e Judá serviram ao Senhor. Apenas três anos. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/nao-negocie-seu-chamado.html

Depois se desviaram dEle. O povo de Judá pecou, fazendo o que era mal aos olhos do Senhor. Deu a Ele mais motivos para ficar irado, do que todos seus antepassados haviam dado.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/nossos-atos-e-suas-consequencias.html

Também construíram altares idólatras, colunas sagradas e postes dedicados às divindades. Sobre todos os montes e debaixo de todas as grandes e frondosas árvores.

Em todo o país havia até prostitutos cultuais. O povo se envolveu em todo tipo de prática abominável. Comum nas nações que o Senhor havia expulsado daquela terra, diante dos filhos de Israel.

No quinto ano de Roboão, o rei do Egito, Sisaque, atacou Jerusalém. Não havia mais proteção do Senhor. Eles Lhe deram as costas.

Sisaque apoderou-se dos tesouros do templo do Senhor. Levou todas as riquezas que havia no palácio real. Até os escudos de ouro batido que Salomão mandara fazer.

Quando deixamos o Senhor, somos atacados. Roubam-nos os tesouros. Roubam-nos as riquezas. Roubam-nos os escudos. Inimigos que já haviam sido vencidos, levantam-se e voltam a atacar. E são bem sucedidos.

Ah, e para recuperar tudo isso? Leva muito tempo. Muitas vezes não se recupera. Troca-se por algo inferior, como aconteceu aqui.

Roboão mandou fazer escudos de bronze para substituir os de ouro. Bronze! E ainda teve que confiá-los aos chefes dos guardas, que vigiavam a porta do palácio real. Sempre que o rei ia ao templo do Senhor, os guardas pegavam os escudos. Depois, devolviam-nos à sala dos guardas.

Quando Roboão morreu, foi enterrado na Cidade de Davi. Abião, seu filho reinou em seu lugar.

Que não sirvamos ao Senhor apenas três ou trinta anos. Que O sirvamos todos os dias de nossas vidas, tendo-O sempre conosco.

Como será que agirá Nadabe, filho de Jeroboão, em Israel? E Abião, filho de Roboão, em Judá?

Amanhã veremos. Espero você. Até lá.