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domingo, 6 de janeiro de 2019

Gênesis 20.1-18

Leitura do dia 06/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, vemos o que o medo pode nos levar a fazer.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1930-36.html

Agora, caminharemos através do capítulo vinte de Gênesis, onde veremos Abraão também agindo movido pelo medo.

Ele mudou-se para o Neguebe. Ficou ali um bom tempo. Depois foi para Gerar. Enquanto morava ali como estrangeiro, Abraão continuou com aquela história de apresentar Sara como sua irmã. O rei de Gerar, Abimeleque, mandou buscá-la para levá-la ao palácio. Confesso que fico indignada. Como assim? E Abraão? Viu levarem-na e não tomou nenhuma atitude? Que medo era esse? Saiu de sua terra para uma terra que nem sabia qual seria. Foi atrás de Quedorlaomer e recuperou todos os habitantes de Sodoma. Depois intercedeu por aquela cidade. E agora continua com medo de morrer por causa de Sara? E deixa que a levem? Depois do Senhor lhe dizer que seria seu Escudo? Sinto muito. Fico indignada.

Ah, mas o Senhor não me decepciona. Naquela noite, falou com Abimeleque em sonho. Olha só. Mais um que conhecia o Senhor e não era descendente de Abraão. O Senhor disse-lhe iria morrer. A mulher que havia tomado já era casada. No sonho, Abimeleque pergunta se o Senhor castigaria uma nação inocente. Sabia que não. A culpa não era sua. Foi Abraão quem disse que Sara era sua irmã. Ele era inocente. Suas mãos estavam limpas. O Senhor lhe respondeu que sabia. Por isso o impediu de pecar contra Ele e não permitiu que Abimeleque a tocasse. Ordenou-lhe que devolvesse Sara a seu marido, que era profeta e oraria por ele. Mas se não devolvesse, com certeza, ele e todo o seu povo morreriam. 
Na manhã seguinte, Abimeleque levantou cedo. Sem demora reuniu todo o seu povo. Quando contou seu sonho, seus homens ficaram apavorados. 

Ele mandou chamar Abraão. Perguntou-lhe porque fez aquilo. Por que tratar ele e seu povo daquela maneira, fazendo-os culpados de grande pecado? “O que deu em você para agir desse jeito”? Abraão, o pai de nações, por puro medo, ao invés de abençoar uma nação como deveria fazer, é o responsável pela morte dela.

Como é maravilhoso saber que o Senhor interviu nessa situação. Por causa de Sara, a quem Ele sempre guardava. Por causa de Abimeleque e seu povo, que O temiam. Por causa de Abraão, a quem havia separado.

Sabe o que Abraão respondeu a Abimeleque? Disse que pensou consigo que não haveria naquele lugar alguém que fosse temente ao Senhor e o matariam para ficar com Sara. Na verdade ela era meia irmã dele, por parte de pai. Uma “meia verdade”. Ele havia tomado Sara como sua esposa. Ela deixou de ser sua irmã. Passou a ser sua mulher. Que aprendamos a não pensar "conosco mesmo", achando que "ali ou acolá" não tem alguém que O tema só porque não anda conosco.

Abimeleque agiu com Abraão diferente de Faraó. Um homem que, com certeza, conhecia o Senhor. Deu-lhe ovelhas e bois, servos e servas e devolveu Sara. Sabendo quem Abraão era, não o escoltou para fora de suas terras. Não. Apontou para a terra e disse que toda sua terra estava à disposição dele. Que escolhesse onde fosse melhor. E morasse ali. Disse a Sara que estava dando a “seu irmão” mil peças de prata diante de testemunhas para reparar qualquer dano que lhe houvesse feito, embora não a tivesse tocado. Assim, todos saberiam que ela era inocente.

Gosto muito de Abimeleque. Como é diferente de Faraó. Como é diferente dos homens de Sodoma.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-121-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
Respeita Sara. Não toca nela. Repara seu erro, embora inocente, diante de testemunhas, importando-se com a reputação dela. E ainda permite que Abraão more em suas terras, onde achar melhor.

Abimeleque teve, do Senhor, o testemunho de quem era Abraão e, ainda que este tivesse errado com ele, desejou sua presença em suas terras. Será que agiríamos assim? Será que eu iria querê-lo por perto, mesmo sabendo que era um profeta? Será que o perdoaria e agiria assim com ele?

Abraão orou ao Senhor por Abimeleque e sua casa. Suas mulheres deixaram de ser estéreis. Vale lembrar que Sara estava com noventa anos e ainda assim um rei desejou que ela fizesse parte de seu harém. Será que as palavras do Senhor tiveram algum impacto em sua vida? Creio que sim. Ela rejuvenesceu quando ouviu (e recebeu) Sua palavra.

Ah, e como é difícil orar por pessoas que enfrentam os mesmos problemas que você e o Senhor responder e você continuar aguardando Sua resposta!

Hoje ficamos por aqui. Amanhã caminharemos através de Gênesis, do capítulo vinte e um a vinte e quatro. Espero você. Até lá.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Gênesis 26.1-11

Leitura do dia 08/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, vimos que Esaú desprezou seu direito de primogênito em troca de um prato de ensopado de lentilhas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2527-34.html

Agora, caminharemos através do capítulo vinte e seis de Gênesis. Do versículo um ao onze.

Uma fome terrível atingiu a região que Isaque habitava. Ele teria que sair de lá. O Senhor lhe ordenou que não fosse para o Egito. Ordenou que Isaque obedecesse e ficasse ali, como estrangeiro.

Ele foi para Gerar, onde vivia Abimeleque, rei dos filisteus. Lembra dele?
http://www.espalhandoasemente.com/search?q=abimeleque

Quando o Senhor falou com Isaque, confirmou a promessa que havia feito a seu pai. Ele daria aquelas terras a Isaque e a seus descendentes. Como havia prometido solenemente a Abraão. Qual o valor de uma promessa solene do Senhor? Como duvidar dela? O Senhor também disse a Isaque que faria que seus descendentes fossem tão numerosos como as estrelas do céu. E por meio de sua descendência, todas as nações da terra seriam abençoadas. Faria isso porque Abraão lhe dera ouvidos e obedecera Seus mandamentos, decretos e instruções.

Quando os homens que viviam naquela região perguntaram a Isaque sobre Rebeca, ele disse que era sua irmã. Teve medo de dizer que era sua mulher. Era muito bonita. Imaginava que o matariam para ficar com ela. Que coisa! O mesmo comportamento de seu pai, embora não tivesse presenciado! O mesmo medo, como seu pai. Que tenhamos cuidado para não repetir os erros de nossos antepassados. Que aprendamos a confiar inteiramente no Senhor.

Um dia, Abimeleque olhou pela janela e viu Isaque acariciar Rebeca. Imediatamente mandou chamá-lo. Disse-lhe que era evidente que Rebeca não era sua irmã e sim sua mulher. Quase a mesma situação vivida anteriormente com Abraão. Abimeleque ficou indignado. Perguntou o motivo de Isaque ter falado assim. Um de seus homens poderia ter se deitado com sua esposa e por causa dele, de Isaque, Abimeleque e seu povo seriam culpados de grande pecado. Que terrível poderia ter sido para Isaque! Ele que, como Abraão, deveria abençoar todas as nações, levar culpa ao povo de Abimeleque!

Abimeleque declarou a todo o seu povo que se alguém tocasse em Isaque ou em sua mulher, seria executado. Ele levada a sério seu temor ao Senhor. 

É provável que Abimeleque fosse um título para os reis dos filisteus nesta época, como Faraó era para os reis do Egito.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Gênesis 21.22-34

Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, vimos o Senhor agir em favor de Ismael.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-218-21.html

Continuamos ainda no capítulo vinte e um. Do versículo vinte e dois ao versículo trinta e quatro.

Abimeleque, acompanhado de Ficol, comandante de seu exército, foi visitar Abraão. Disse-lhe que era evidente que o Senhor era com ele, ajudando-o em tudo que fazia. Desejava renovar o conserto que haviam feito. Pediu a Abraão que jurasse que jamais enganaria a ele, seus filhos ou qualquer um de seus descendentes. Disse também que estava sendo leal a Abraão e queria essa mesma lealdade dele, a si e à terra onde estava habitando como estrangeiro.

Abraão jurou. Aproveitou para reclamar que os servos de Abimeleque haviam tomado um poço dele à força. Poço naquelas terras, naquela época, era um grande tesouro. Abimeleque respondeu que não sabia dessa situação. Não fazia ideia de quem havia tomado o poço, afinal, Abraão nunca havia reclamado.

Abraão deu ovelhas e bois a Abimeleque. Os dois fizeram um acordo. Um conserto. Depois Abraão separou sete cordeirinhas de seu rebanho. Abimeleque perguntou qual o significado daquilo. Abraão pediu que aceitasse as cordeirinhas como testemunho de que ele havia cavado aquele poço. Era seu. Abimeleque aceitou. Abraão chamou o poço de Berseba. Significa “Poço do Juramento”. Tive o privilégio de ver este poço, foi maravilhoso. Depois que fizeram o acordo, Abimeleque foi embora. Abraão plantou uma tamargueira e invocou o nome do Senhor, o Eterno. Ele morou naquelas terras, dos filisteus, como estrangeiro, por um longo tempo.

Que em nossas vidas também aconteça assim. Que olhem para nós e vejam que “é evidente que o Senhor está conosco, nos ajudando em tudo que fazemos”.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Juízes 9.1-10.18

Leitura do dia 07/03.

Na postagem anterior vimos os israelitas pedirem que Gideão governasse. Ele não aceita. Pede um presente. Que tornou-se uma armadilha.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-81-35.html

Agora continuamos através do capítulo nove de Juízes. Até o final do capítulo dez.

Além das muitas esposas, Gideão teve uma concubina em Siquém. Ela lhe deu um filho chamado Abimeleque.

Um dia Abimeleque foi a Siquém. Falou com seus tios que era bem melhor ser governado por um homem ao invés de setenta (os filhos de Gideão). Como eram seus parentes, ouviram sua proposta.

Deram-lhe setenta moedas de pratas que tiraram do templo de Baal-Berite. Ele contratou mercenários que concordaram em ir até à casa de seu pai. Ali, sobre uma pedra, matou seus irmãos.

Apenas um sobreviveu, Jotão, o mais novo. Conseguiu fugir.

Os líderes de Siquém e Bete-Milo convocaram uma reunião e proclamaram Abimeleque rei. Não foi nem Juiz ou Governador. Rei.

Que terrível ter um rei que não honra seu pai. Que mata seus próprios irmãos.

Quando Jotão soube, subiu ao monte Gerizim e de lá gritou, contando uma parábola. Disse aos homens daquelas cidades que não agiram corretamente com Gideão e seus descendentes. Não foram honrados. Seu pai havia lutado por eles e agora seus filhos estavam mortos.

Profetizou que haveria um grande desentendimento entre eles. Até que fossem mortos.

Depois fugiu. Tinha medo de seu irmão. Foi morar em Beer.

Após três anos de governo, o Senhor enviou um espírito que gerou discórdia entre Abimeleque e os homens de Siquém. Aconteceu assim em consequência dos assassinatos que cometera, com o apoio de Siquém.

Armaram emboscadas contra ele. No fim, tomou Siquém e matou seus habitantes. Que também eram seus parentes.

Depois atacou e conquistou Tebes. Mas havia uma torre no meio da cidade. Muitos fugiram para lá. Trancaram-se lá. Abimeleque também atacou essa torre. Mas uma mulher que estava no terraço jogou uma pedra de moinho. Acertou sua cabeça. Rachou seu crânio.

Ele pediu ao seu escudeiro para transpassá-lo à espada. Não queria que dissessem que uma mulher o matara.

Isso aconteceu a Abimeleque e a Siquém por causa de suas ações repletas de maldade. A maldição de Jotão se cumpriu.

Depois que Abimeleque morreu, Tolá libertou Israel. Era da tribo de Issacar. Julgou por vinte e três anos.

Em seguida, Jair, de Gileade. Julgou por vinte e dois anos.

Os israelitas voltaram a fazer o mal aos olhos do Senhor. Serviram às imagens de Baal e Astarote. Aos deuses da Síria, Sidom, Moabe, Amom e Filistia.

Abandonaram o Senhor. Deixaram de serví-Lo. Cada dia seguiam mais deuses, tentando suprir as necessidades de suas almas. Em vão. Só o Senhor supre nossas necessidades mais íntimas.

O Senhor os entregou nas mãos dos filisteus e do amonitas. Foram oprimidos durante dezoito anos. Ficaram muito angustiados até que, por fim, resolveram clamar ao Senhor.

Reconheceram seu pecado. E clamaram por libertação.

O Senhor disse que não os livraria. Que pedissem socorro aos deuses que escolheram. Que eles os livrassem.

Os israelitas continuaram a suplicar ao Senhor. Confessando seu pecado. Jogaram seus deuses fora.

O Senhor se compadeceu. Ele via seu sofrimento.

Ninguém mais julgava Israel. Quando foram atacados por Amom, os líderes de Gileade disseram que o primeiro que atacasse, governaria.

Terminamos aqui.

Que sejamos fiéis ao Senhor, mas se não formos, que nos arrependamos, confessemos nossos pecados e voltemos para Ele. Ele é misericordioso. Só Ele pode saciar nossas almas.

Amanhã continuamos. Nossa leitura será do capítulo onze ao capítulo quatorze.

Espero você. Até lá.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Gênesis 26.12-33

Leitura do dia 08/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, vimos Isaque agindo como Abraão. E Abimeleque, rei dos filisteus, mostrando ser temente ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-261-11.html

Continuamos através do capítulo vinte e seis, a partir do versículo doze, até o versículo trinta e três.

Naquele ano, mesmo com a fome que assolava a terra, Isaque plantou e colheu cem vezes mais do que havia semeado. Sua semente gerou a “cem por um”, por um motivo, o Senhor o abençoou. Isaque prosperou. Tornou-se rico e influente. Três situações diferentes. Ele prosperou. Prosperidade significa ter o que precisamos para fazer uma boa viagem. Além de ser próspero, tornou-se rico e mais que isso, tornou-se influente. Adquiriu tanta riqueza que os filisteus tiveram inveja dele. Em retaliação, fecharam com terra todos os poços de Isaque. Aqueles que tinham sido cavados por seu pai.

Veja que os filisteus não o atacaram diretamente. Não queimaram, nem roubaram suas plantações. Ou servos. Eles foram além. Fecharam seus poços. Sem água não há vida. A situação chegou a tal ponto que Abimeleque ordenou que Isaque fosse para outro lugar. Havia se tornado muito poderoso. Poderoso demais para conviverem juntos. Isaque partiu. Foi ao vale de Gerar. Reabriu os poços que seu pai havia cavado e que os filisteus haviam fechado após a morte de Abraão. Colocou-lhe os mesmos nomes.

Seus servos também cavaram no vale de Gerar. Encontraram uma fonte de água corrente. Melhor que um poço. Mas os pastores daquele lugar entraram em conflito com seus pastores. Disseram que aquela água era deles. Lembre-se, eles estão em uma terra onde água é mais valiosa que ouro puro.

Os servos de Isaque cavaram mais um poço. Também discutiram. Então Isaque abandonou esse poço. Mandou que seus servos cavassem mais à frente. Dessa vez ninguém discutiu. Isaque chamou o poço de Reobote. Significa lugar espaçoso. Finalmente o Senhor havia criado espaço suficiente para que prosperassem naquela terra. Consegue pensar como Isaque era próspero, rico e influente?

Dali, Isaque foi para Berseba. Na noite de sua chegada o Senhor apareceu a ele. Disse que era (e é) o Senhor de seu pai. Que não tivesse medo. O Senhor estava com ele. Reafirmou Suas promessas. Isaque construiu um altar ali e invocou o nome do Senhor. Armou acampamento naquele local e cavaram mais um poço.

Um dia Abimeleque foi até ele. Estava acompanhado de seu conselheiro e o comandante de seu exército. Isaque perguntou o que estavam fazendo ali. Não era uma visita de amigos, uma vez que era evidente que o odiavam, já que o expulsaram de suas terras. Responderam que viam claramente que o Senhor estava com ele. Por isso queriam fazer uma aliança, sob juramento. Pediram que Isaque jurasse que nunca lhes faria mal, como eles não fizeram a ele enquanto estava em suas terras. Disseram que o trataram bem e o despediram em paz. Agora viam como o Senhor o abençoara.

Isaque lhes preparou um banquete. Eles comeram e beberam juntos. Na manhã seguinte, juraram solenemente não interferir na vida um do outro. Isaque os despediu e partiram em paz. No mesmo dia seus servos notificaram que haviam achado água em um novo poço cavado. Isaque chamou o poço de Seba, “juramento”. Até hoje aquela cidade chama-se Berseba (até hoje mesmo!).

Continuamos na próxima postagem. O capítulo vinte e sete de Gênesis. Até já. 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Gênesis 22.1-24

Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, vimos Abimeleque reconhecer que o Senhor era com Abraão em tudo o que fazia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2122-34.html

Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e dois de Gênesis. Do versículo um até o final.

Naquele tempo o Senhor provou a Abraão. Ele o chamou. Abraão, como sempre respondeu imediatamente. O Senhor ordenou-lhe que tomasse Isaque, seu único filho (isso mesmo), seu filho amado, fosse até à terra de Moriá e lá, em um dos montes que o Senhor lhe mostraria, oferecesse seu filho como holocausto ao Senhor. É difícil até acreditar que o Senhor tenha pedido tal coisa. Já sabemos o que fala a lei de Moisés. O Senhor era completamente contra sacrifício humano. Mas Moisés ainda não havia nascido. Faltava muito tempo ainda.

Novamente, na manhã seguinte, sem nenhuma procrastinação, sem nenhum lamento, sem tentar nenhuma negociação, Abraão levanta cedo. Prepara seu jumento. Leva consigo dois servos e Isaque. Vai até onde o Senhor lhe ordenara. Eles viajaram três dias. Três dias em que as entranhas de Abraão deviam estar completamente remoídas. Três dias. Ele olhava para Isaque, seu filho amado. Iria oferecê-lo como holocausto ao Senhor. O mesmo Senhor que havia lhe dito que sua descendência dependia de Isaque.

No terceiro dia Abraão viu o lugar onde deveria oferecer seu sacrifício. Ordenou que os moços ficassem. Iria com Isaque, adorariam e voltariam. Sim, foi o que disse. “Vamos adorar e depois voltaremos”.

Como já falei, há momentos em que tenho vontade de dar “uns cascudos” em Abraão. Mas não nesse momento. Estava indo oferecer seu filho em holocausto. E diz que irá adorar e voltar. Com ele. O que Abraão esperava? Ele sabia que o Senhor não mente. O fato de ter crido nas promessas do Senhor com relação à sua descendência o tornara justo aos olhos do Senhor. Então, alguma coisa o Senhor
faria. Que fé! Como não ser considerado amigo do Senhor e Pai da fé? Abraão "concluiu que, se Isaque morresse, Deus tinha poder para trazê-lo de volta à vida. E, em certo sentido, recebeu seu filho de volta dos mortos" (Hebreus 11.19). Aleluias!

Abraão colocou a lenha para o holocausto nos ombros de Isaque, enquanto ele levava o fogo e a faca. Essa cena lhe lembra alguma coisa? Isaque, inocente, levando a lenha para o monte onde seria entregue em holocausto. Nosso Pai deu Seu Único Filho, Seu Filho Amado, em nosso lugar (João 3.16).

Enquanto os dois caminham, em silêncio, Isaque chama seu pai. Abraão responde. Isaque diz que  tinham o fogo e a lenha e pergunta: “Mas onde está o cordeiro para o holocausto”? Não conhecia outro tipo de holocausto. Esperava por um cordeiro. Onde está o cordeiro? Abraão responde que o Senhor providenciaria o cordeiro. E continuam caminhando. Não consigo imaginar o coração de Abraão. Ele tem minha admiração. Quando finalmente chegam ao lugar onde o Senhor havia indicado, Abraão constrói um altar. Arruma a lenha sobre ele. E agora? Onde está o cordeiro? Quando o altar e a lenha estão arrumados, Abraão amarra Isaque. Coloca-o no altar sobre a lenha. Pega a faca para sacrificá-lo. Seu filho.

O que será que Isaque pensava? Poderia ter fugido. Não o fez. Estava ali. Como um cordeiro que não abre sua boca quando vai ao matadouro (Isaías 53.7). Novamente lembro-me do meu Senhor, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1.29).
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-aponta-para-jesus-e-nos-apontamos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html

No momento em que Abraão ia matar Isaque, o Senhor o chama. Como sempre, imediatamente, ele responde. O Senhor ordena que não toque no rapaz. Agora Ele sabe que Abraão O teme de fato, pois não negou nem mesmo seu único e amado filho. Abraão levanta os olhos. Eis o cordeiro! Estava preso pelos cifres em um arbusto. Ele o oferece em holocausto, em lugar de seu filho. Aquele lugar fica conhecido como “O Senhor providenciará”. O Senhor novamente fala que o abençoará e sua descendência seria multiplicada grandemente. Por meio de seus descendentes, todas as nações da terra serão abençoadas. Tudo porque obedeceu ao Senhor. 
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Eles voltam até os servos que os esperavam. De lá foram para Berseba, onde Abraão continuou a morar. Pouco tempo depois, Abraão fica sabendo que Milca, mulher de Naor, seu irmão, havia lhe dado filhos.

O Senhor pediu a Abraão o que lhe era mais precioso. Abraão imediatamente entregou. Tomou a decisão e foi até o final, sem mudar de ideia. Sem fugas. Sem arrependimento. Sem barganhas. Sabia em quem cria. E nós? Temos essa mesma coragem? Essa fé inabalável no Senhor? E somos como Isaque? Nos deixamos ser sacrificados, sabendo que há uma promessa sobre nós?

Continuamos na próxima postagem. Até já.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

A vitória é dada pelo Senhor

Continuamos nossa caminhada pelas páginas de 1 Crônicas.

Ontem vimos que Davi desejou construir uma casa para o Senhor. Embora o Senhor tenha dito “não”, Davi continuou com o coração grato, adorando o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/aprendendo-ser-grato.html

Hoje, caminharemos através do capítulo 18.

Davi venceu os filisteus. Subjugou-os. Tomou de suas mãos a cidade de Gate, seus povoados e vizinhanças. Venceu também os moabitas. Foram feitos seus súditos, pagando-lhe tributos.

Davi derrotou também Hadadezer, rei de Zobá, quando procurava obter o controle na região do rio Eufrates. Davi tomou mil carros de guerra, sete mil cavaleiros e vinte mil soldados de infantaria. Mandou aleijar todos os cavalos que conduziam carros de guerra, exceto cem, que foram escolhidos e separados.

Os sírios vieram socorrer Hadadezer. Davi e seu exército mataram vinte e dois mil de seus soldados. Estabeleceu guarnições militares para ter um governo em Damasco. Eles se tornaram súditos de Davi. Pagavam impostos.

O Senhor dava vitórias e mais vitórias em todos os lugares aonde Davi ia. Ele trouxe para a cidade de Jerusalém os escudos de ouro usados pelos oficiais de Hadadezer. De suas cidades e seus povoados, Davi trouxe grande quantidade de bronze. Davi guardou esse bronze para ser usado por Salomão na construção do templo. Salomão usou para fazer o tanque de bronze, as colunas e vários utensílios da Casa do Senhor.

Quando Tóu, rei de Hamate, inimigo de Hadadezer, soube que Davi havia aniquilado todo o exército de Hadadezer, mandou seu filho Hadorão saudar e parabenizar Davi por ter lutado bravamente e vencido. Hadadezer era muito temível, e sempre atacava o povo de Tóu.

Hadorão ficou tão grato a Davi que lhe enviou todo tipo de utensílios de ouro, de prata e de bronze. Davi consagrou esses utensílios ao Senhor, juntamente com a prata e o ouro que trouxera de todas as demais nações.

Abisai, filho de Zeruia, irmão de Joabe, também foi à guerra. Derrotou mil edomitas no vale do Sal. Ao vencer, estabeleceu guarnições militares em Edom, sujeitando-os a Davi.

O Senhor seguia acrescentando vitórias a Davi, por onde quer que ia.

Davi reinou sobre toda a nação de Israel. Administrava a justiça e a equidade a todo o seu povo e súditos.

Joabe, filho de Zeruia, era comandante do exército.

Josafá, filho de Ailude, era cronista, o arquivista real.

Zadoque filho de Aitube, e Abimeleque, filho de Abiatar, eram sacerdotes.

Sausa era escrivão e secretário.

Benaia, um de meus preferidos, filho de Joiada, um dos valentes de Davi, comandava os queretitas e os peletitas. Estes eram servos de Davi.

E os filhos de Davi eram seus mais importantes conselheiros.

Embora Davi tenha aprendido a ser um guerreiro valoroso e mesmo tendo um exército de homens valorosos, era o Senhor que ia acrescentando dia a dia vitórias.

Davi governava com justiça e equidade. Como precisamos de governantes com essas qualidades! Como carecemos de homens assim!

Que clamemos por homens que ajam com justiça e equidade, tementes ao Senhor.

Que sejamos tementes ao Senhor. Que sejamos guerreiros valorosos. Que Ele nos dê Suas vitórias. Que sejamos administradores que ajam com justiça e equidade. A cada dia.

Amanhã continuamos.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Juízes 11.1-12.15

Leitura do dia 08/03.

Ontem vimos Gideão matar os reis de Midiã, castigar os homens de Sucote e matar os de Peniel.

Também vimos que os israelitas pediram que ele e seus filhos depois dele governassem Israel. Não quis. Mas pediu como presente argolas de ouro. Com elas, fez um colete sacerdotal, que tornou-se uma armadilha para todos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-81-35.html

Vimos Abimeleque matar seus irmãos, com o apoio de Siquém. E tudo que aconteceu com eles. Até Israel ficar sem um governante.

Amom está acampado em Gileade para guerrar contra os israelitas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-91-1018.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos onze ao capítulo quatorze do livro de Juízes.

Na primeira postagem, os capítulos onze e doze.

Jefté era um guerreiro corajoso. No entanto, havia um “mas” em sua vida. Era filho de uma prostituta.

A esposa de Gileade teve muitos filhos. Quando cresceram, expulsaram Jefté de sua casa. Não pôde conviver com a família de seu pai. Foi rejeitado.

Fugiu para a terra de Tobe. Como um guerreiro corajoso e um líder, em pouco tempo passou a ser chefe de um bando de desocupados.

Quando os amonitas se reuniram para guerrear contra Israel, os líderes de Gileade mandaram buscar Jefté. Pediram que fosse seu comandante. Que os ajudasse contra os amonitas.

Ele quis saber o motivo. Por que estavam chamando por ele agora que estavam em apuros? Eles mesmos o expulsaram.

Responderam que precisavam dele. Se comandasse a batalha, seria proclamado governador sobre Gileade.

Jefté havia sido expulso. Agora ouve a proposta de ser governante da terra que o rejeitara.

Ele nem acredita! Pergunta se é verdade o que falaram. Se fosse à guerra com eles e o Senhor lhe desse vitória, ele governaria?

Os líderes responderam que sim. O Senhor era testemunha.

Foram todos a Mispá. Lá, Jefté, na presença do Senhor, repetiu o que os líderes falaram.

Tudo resolvido, ele envia uma mensagem ao rei de Amom perguntando porque saiu para guerrear contra sua terra. O rei responde que Israel roubou suas terras quando saiu do Egito.

Jefté envia mensageiros dizendo que não roubaram nada. Israel pediu para passar pacificamente por suas terras. Eles não quiseram e saíram contra Israel. O Senhor então, lhes deu aquelas terras, onde Israel já habitava há trezentos anos.

Jefté disse que ficassem com as terras que o deus deles lhes desse. Os israelitas ficariam com as terras dadas pelo Senhor.

O rei de Amom não deu atenção à sua mensagem. E saiu para a guerra.

Então, o Espírito do Senhor veio sobre Jefté. Ele atravessou um bom pedaço de terra e avançou contra os amonitas.

Seu desejo de ser aceito pelo povo de Gileade era tão grande que fez um voto ao Senhor. No mínimo precipitado.

Se o Senhor lhe desse vitória, a primeira pessoa que saísse de sua casa ao seu encontro, seria oferecida em holocausto ao Senhor. Tinha apenas uma filha. Ora, quem sairia ao seu encontro para parabenizá-lo por sua conquista? Alguém que lhe era querido, com certeza.

O Senhor lhe deu vitória. Ele aniquilou os amonitas.

Ao voltar para casa, sua única filha saiu ao seu encontro, com danças, tocando tamborim.

Ele rasgou suas vestes. Ficou desesperado. Mas disse que não podia voltar atrás em seu voto.

Sua filha pediu que pudesse chorar sua virgindade pelos montes, junto com suas amigas, por dois meses. Quando voltou, Jefté cumpriu seu voto.

O voto era oferecer a pessoa em holocausto. Sabemos que o Senhor abominava tal prática. O texto não deixa claro o que aconteceu. Se ele a ofereceu em sacrifício, além de ter sido precipitado, foi louco. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html

Depois disso, os homens de Efraim disseram que iam matá-lo por não terem sido chamados para a guerra.

Jefté disse que no começo chamou, mas não quiseram ir. Ainda assim, foi, arriscando sua vida e o Senhor lhe deu vitória.

Efraim gostava de uma briga desnecessária. Quiseram guerrear com Gideão. Agora com Jefté.
Não houve concordância. Guerrearam. Jefté os derrotou.

Quando tentaram fugir pelo rio Jordão, colocaram guardas ordenando que falassem “Chibolete”. Quem era de Efraim, por causa do sotaque, não conseguia. Falava “Sibolete”. E era morto.

Jefté julgou Israel durante seis anos.

Depois dele, Ibsã de Belém julgou Israel. Deu suas filhas a homens de outros clãs e trouxe mulheres de outros clãs para seus filhos. Julgou Israel por sete anos.

Depois de Ibsão, foi a vez de Elom, de Zebulom. Julgou por dez anos.

Depois de Elom, Abdom, de Piratom. Teve quarenta filhos e trinta netos que montavam setenta jumentos. Julgou durante oito anos.

Que sejamos prudentes. Se somos rejeitados, que encontremos aceitação no Senhor. Que não sejamos precipitados em nossas palavras e ações. Que não sejamos loucos em nossos votos.

Que não desprezemos os pequenos começos como Efraim fez quando foi chamado a guerrear com Jefté.

Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Gênesis 26.34-27.46

Leitura do dia 08/01 (Leitura Bíblica Anual).

Em nossa última postagem vimos Abimeleque ir até Isaque. Queria fazer uma aliança. Via que o Senhor era com Isaque.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2612-33.html

Agora, caminharemos do versículo trinta e quatro do capítulo vinte e seis até o final do capítulo vinte e sete.

Quando Esaú estava com quarenta anos casou-se. 
Com duas mulheres hititas. Elas eram uma grande dor de cabeça e desgosto para Isaque e Rebeca.

O tempo passou. Isaque já era velho e estava ficando cego. Ele chamou Esaú, seu filho mais velho. Pediu-lhe que fosse caçar. Queria comer seu prato preferido. Depois, lhe daria a benção que lhe pertencia, como filho mais velho, antes de morrer. Rebeca escutou. Assim que Esaú saiu para caçar, chamou Jacó. Contou-lhe o que ouvira. Ordenou que fosse ao rebanho. Trouxesse dois dos melhores cabritos que encontrasse. Ela iria preparar o prato preferido de Isaque e ele o levaria, recebendo a benção. Jacó ficou em pânico. Como? Esaú era peludo, ele não. Se Isaque descobrisse, iria amaldiçoá-lo ao invés de abençoá-lo. Rebeca disse que, caso acontecesse, ela seria amaldiçoada em seu lugar.  Jacó obedeceu sua mãe. Ela cozinhou como Isaque gostava. Parece que ambos, Isaque e Esaú, gostavam muito de comer. 

Rebeca pegou uma das roupas de Esaú que estava em sua casa. Jacó vestiu-as. Tomou também a pele dos cabritos e cobriu os braços de Jacó e seu pescoço. Entregou-lhe o pão e a refeição. Jacó levou a comida a seu pai. Como estava quase ficando cego, Isaque perguntou quem era. Jacó disse que era Esaú. Isaque ordenou-lhe que chegasse mais perto. Apalpou e disse que a voz era de Jacó mas as mãos eram de Esaú. Ele sentiu o perfume das roupas de Esaú, em Jacó e o abençoou.

Assim que Isaque abençoou Jacó e este saiu de sua presença, Esaú chegou de sua caçada. Preparou uma refeição bem saborosa (um parêntese aqui: os homens dessa família sabiam cozinhar, com certeza!). Quando a refeição preferida de Isaque estava pronta, Esaú levou até ele. Pediu que Isaque sentasse. Comesse de sua caça e o abençoasse.

Isaque perguntou quem era. Ele respondeu. Isaque tremeu incontrolavelmente. Desolado. Contou a Esaú o que acontecera. Já havia comido e abençoado seu irmão. Agora, não havia como mudar. Aquela benção deveria permanecer. Quando Esaú ouviu, ficou completamente amargurado. Gritou suplicando que seu pai o abençoasse também. Isaque disse que seu irmão o havia enganado e levou a benção que lhe pertencia. Esaú disse que não era de admirar. Ele havia tomado seus direitos de filho mais velho e agora roubara sua benção. Ainda assim perguntou ao pai se não havia nenhuma benção sequer para ele. Isaque respondeu que havia feito de Jacó o senhor de Esaú. Garantira a ele fartura de cereais e vinho. O que restava para dar a Esaú? Esaú começou a chorar. Em alta voz. Clamava que o pai lhe desse ao menos uma benção. Seu pai o abençoou dizendo que um dia ele iria conseguir se libertar e sacudiria do pescoço o jugo. 

Daquele momento em diante, Esaú passou a odiar seu irmão. Começou a tramar sua morte. Assim que seu pai morresse, mataria Jacó. Rebeca soube. Pediu a Jacó que fosse para a casa de Labão e lá ficasse até Esaú se acalmar. Ela não tinha como perder dois filhos no mesmo dia. Foi até Isaque e disse que estava cansada daquelas mulheres hititas de Esaú. Preferia morrer a ver Jacó se casar com um delas. 

Vamos pensar em algumas coisas?

Cuidado! Se a voz for de Jacó, verifique, com certeza se é ele. Ninguém tem a voz de um e as mãos de outro. Ou é Esaú. Ou é Jacó. Não se deixe enganar.

Infelizmente em nossa cultura não valorizamos a benção como deveríamos. Rebeca estava disposta a ser amaldiçoada para que Jacó fosse abençoado. Jacó enganou seu pai para ser abençoado. Esaú chorou amargamente, com o coração aos pedaços porque desejava apenas uma benção. Isaque tremeu incontrolavelmente quando soube que não abençoara Esaú, seu preferido.

Quando Isaque explicou a Esaú que havia abençoado Jacó, afirmou que já garantira a ele fartura de cereais e vinho. Olha o poder de uma benção! Como pais, devemos abençoar nossos filhos. Como filhos, devemos desejar a benção de nossos pais.

Será que se Isaque e Rebeca conversassem mais, se orassem juntos, isso teria acontecido? Afinal, o Senhor havia dito a Rebeca que Esaú serviria a Jacó. Que ele seria uma nação maior que Esaú. Por que Rebeca não compartilhou essa revelação com seu marido? Tudo poderia ter sido diferente. 

Que possamos agir diferente da maneira que Rebeca agiu nesta situação. Que compartilhemos as palavras do Senhor com quem está envolvido, para orarmos juntos e recebermos Sua orientação. Que não enganemos ninguém para conseguir as bençãos do Senhor. Não é correto. Não é o que o Senhor espera de nós.

Nossa caminhada de hoje termina aqui. Amanhã leremos Gênesis, do capítulo vinte e oito ao capítulo trinta e um. Espero você. Até lá. 

domingo, 21 de abril de 2019

1 Crônicas 18.1-17

Leitura do dia 18/04.

Na postagem anterior, vimos que Davi desejou construir uma casa para o Senhor. Embora o Senhor tenha dito “não”, Davi continuou com o coração grato, adorando-O. 
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-171-27.html

Agora, caminharemos através do capítulo 18 de 1 Crônicas.

Davi venceu os filisteus. Subjugou-os. Tomou de suas mãos a cidade de Gate, seus povoados e vizinhanças. Venceu também os moabitas. Foram feitos seus súditos, pagando-lhe tributos.

Também derrotou Hadadezer, rei de Zobá, quando procurava obter o controle na região do rio Eufrates. Tomou mil carros de guerra, sete mil cavaleiros e vinte mil soldados de infantaria. Mandou aleijar todos os cavalos que conduziam carros de guerra, exceto cem, que foram escolhidos e separados.

Os sírios vieram socorrer Hadadezer. Davi e seu exército mataram vinte e dois mil de seus soldados. Estabeleceu guarnições militares para ter um governo em Damasco. Tornaram-se súditos de Davi. Pagavam impostos.

O Senhor dava vitórias e mais vitórias em todos os lugares aonde Davi ia. Ele trouxe para a cidade de Jerusalém os escudos de ouro usados pelos oficiais de Hadadezer. De suas cidades e seus povoados, trouxe grande quantidade de bronze. Davi guardou esse bronze para ser usado por Salomão na construção do templo. Salomão usou para fazer o tanque de bronze, as colunas e vários utensílios da Casa do Senhor.

Quando Tóu, rei de Hamate, inimigo de Hadadezer, soube que Davi havia aniquilado todo o exército de Hadadezer, mandou seu filho Hadorão saudar e parabenizar Davi por ter lutado bravamente e vencido. Hadadezer era muito temível, e sempre atacava o povo de Tóu.

Hadorão ficou tão grato que lhe enviou todo tipo de utensílios de ouro, de prata e de bronze. Davi consagrou esses utensílios ao Senhor, juntamente com a prata e o ouro que trouxera de todas as demais nações.

Abisai, filho de Zeruia, irmão de Joabe, também foi à guerra. Derrotou mil edomitas no vale do Sal. Ao vencer, estabeleceu guarnições militares em Edom, sujeitando-os a Davi.

O Senhor seguia acrescentando vitórias a Davi, por onde quer que ia. Ele reinou sobre toda a nação de Israel. Administrava a justiça e a equidade a todo o seu povo e súditos.

Joabe, filho de Zeruia, era comandante do exército. Josafá, filho de Ailude, cronista, o arquivista real. Zadoque filho de Aitube, e Abimeleque, filho de Abiatar, sacerdotes. Sausa, escrivão e secretário. Benaia, um de meus preferidos, filho de Joiada, um dos valentes de Davi, comandava os queretitas e os peletitas. Estes eram servos de Davi.

Os filhos de Davi eram seus mais importantes conselheiros.

Embora tenha aprendido a ser um guerreiro valoroso e mesmo tendo um exército de homens valorosos, era o Senhor que ia lhe acrescentando, dia a dia, vitórias.

Davi governava com justiça e equidade. Como precisamos de governantes com essas qualidades! Como carecemos de homens assim!

Que clamemos por homens que ajam com justiça e equidade, tementes ao Senhor.

Que sejamos tementes ao Senhor. Que sejamos guerreiros valorosos. Que Ele nos dê Suas vitórias. Que sejamos administradores que ajam com justiça e equidade. A cada dia.

Amanhã continuamos. Leremos a partir do capítulo dezenove. Até o capítulo vinte e dois. 

Espero você. Até lá.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-vitoria-e-dada-pelo-senhor.html